BIOGRAFIA DOS UFÓLOGOS BRASILEIROS

Saturday, February 28, 2009

BIOGRAFIA ESPECIAL

LULI OSWALD -
In memoriam
Por Mário N. Rangel

Luli Oswald é o nome artístico da pianista de renome internacional e abduzida Margarida Henriqueta Marquesini que enquanto casada se chamou Margarida Henriqueta Marquesini Teixeira de Freitas. Aos dois anos e meio de idade começou a tocar piano e aos três já tocava bem. Teve 7 filhos e faleceu de infarto agudo do miocárdio em Saquarema/RJ em 2 de janeiro de 2005. Consta nas páginas 222 e 223 do livro “Rubinstein – A life”, de Harvey Sacs, que foi filha do romance proibido do famoso pianista plebeu judeu polonês Arthur Rubinstein (1887-1982) com a nobre italiana Paola Medici (loira?), princesa de Viggiano, e que foi entregue recém nascida provavelmente em 1924 ao amigo do pai, o maestro e compositor brasileiro Henrique Oswald (1852-1931), biografado nas principais enciclopédias brasileiras, o que não ocorreu até agora em relação à Luli. Museus da Imagem e do Som e o Arquivo Público do Estado de São Paulo também não têm documentação sobre ela. Espera-se que a Wikipédia brevemente a biografe. Luli foi criada por Edoardo Marchesini e sua mulher Maria Oswald Marchesini (Mimma), filha do compositor, que estão na árvore genealógica parcial da família em www.oswald.com.br, onde Luli não consta.

Luli estudou piano no Brasil, França, Inglaterra, Hungria, Polônia e Estados Unidos e foi aluna, entre outros, de seu pai Arthur Rubinstein e Madalena Tagliaferro. Foi jurada de concursos de piano várias vezes no Brasil e Japão. Foi solista de piano e tocou em concertos com orquestras de 1960 a 1994 no Brasil, Argentina, EUA, Hungria, Ilhas Canárias, Alemanha e México. Após o assassinato do presidente Kennedy adotou nos EUA o nome artístico de Luli de Freitas, já que o sobrenome Oswald passou a ser antipatizado por causa de Lee Oswald, acusado pelo crime. Assim se apresentou, por exemplo, em 13/4/1966, na Universidade do Texas. Em 1991 tocou no Brasil o Concerto de Mozart para 3 Pianos, ao lado de Nelson Freire, 1º piano, e André Carrara, 3º piano. Quem quiser por e-mail o extenso curriculo completo e cópia da certidão de óbito pode pedir para mario.rangel@terra.com.br.

LULI E A UFOLOGIA

Em 15 de outubro de 1979 um universitário amigo da família precisou ir do Rio de Janeiro a Saquarema (92 quilômetros) à noite buscar documentos que havia esquecido na casa de filha da Luli e ela, que tinha 54 anos, aproveitou para ir junto. Estranhamente ele errou a estrada e foi por uma de terra. No caminho viram osnis/ovnis saindo do mar. Ficaram pouco tempo em Saquarema e, na volta, FX (ou FG) que aparece com idades de 18 a 25 anos em diferentes textos, errou novamente o caminho e voltaram a aparecer os objetos voadores quando estavam perto de Ponta Negra, provocando efeitos raros no carro. Quando Luli e FX pararam para tomar um café, constataram que estavam com amnésia (missing time) de cerca de 2 horas. Em 9 de janeiro de 1980 Luli foi hipnotizada em Niteroi pelo professor de medicina Dr. Sílvio (Pereira do) Lago (1909-1998), um dos primeiros hipnólogos em ufologia do Brasil e do mundo, com a presença da ufóloga e autora Irene Masloum Granchi (n.1913) e do Ufólogo Brasileiro Honorário, jornalista e autor dos EUA Bob Pratt. Retirado o “missing time” se revelou uma dupla abdução. Luli e FX foram levados com o carro para dentro de uma enorme nave mãe e examinados a bordo por seres parecidos a ratos, com pés como os de patos, com pele entre os dedos. O nome do FX foi revelado por http://www.waterufo.net/item.php?id=275

Metade dessa história foi contada por Irene Granchi na revista OVNI Documento nº 8 e complementada na revista Planeta 98, de novembro de 1980 com 5 páginas A4 ilustradas. O falecido Bob Pratt publicou o caso em seu site e em http://www.mufon.com/bob_pratt/luli.html , com ilustrações e a transcrição da hipnose. O caso foi também publicado, com foto, em “Não Existem Discos Voadores”, 1986, de Max Sussol. Anos depois Luli, durante uma palestra sobre ufologia, se assustou muito ao ver projeção de desenhos representando os seres que a abduziram, pois ficou com Transtorno do Estresse Pós Traumático (ver http://www.terra.com.br/istoegente/203/saude/ ).

Como os osnis/ovnis sairam do mar e voaram muito perto dos Aeroportos do Galeão e Santos Dumont e de bases da Marinha, devem ter sido registrados pelos radares. Como essas abduções completarão 30 anos em 2009, é de se esperar que o governo confirme a invasão de nossos espaços aéreo e marítimo naquele local, data e hora, como manda a lei 11.111/2005, cujo cumprimento é de responsabilidade da CAAIS – Comissão para Averiguação e Análise de Informações Sigilosas, coordenada pela Casa Civil com a participação dos Ministros da Defesa, Justiça, Relações Exteriores, Segurança Institucional, o advogado geral da União e o secretário especial dos Direitos Humanos. Qualquer cidadão pode requerer liberação de informações.

Vários países já revelaram a autenticidade dos ovnis, como a França, Itália, Reino Unido, Dinamarca e Canadá, e colocaram documentação e informações pormenorizadas na Internet. Vários outros já revelaram ocorrências ufológicas, como o Irã, Perú, Chile, Uruguai, México, Bélgica. A presença frequente de ovnis pilotados na Terra já não é segredo militar internacional. O Brasil “deu um jeitinho”, fez um “faz de conta”, e revelou pouquíssimos fatos que já eram bem conhecidos.

Sunday, April 09, 2006

O presente trabalho foi uma iniciativa de Rodolfo Heltai (In Memoriam) com o apoio, complementação e continuidade da Socex - Sociedade Excelsa

(socex.ufobras@gmail.com)

ACESSE NOSSO SITE

http://socex.net/

ACESSE O MURAL DA UFOLOGIA http://mural_da_ufologia.blogspot.com/

SÃO 141 AS BIOGRAFIAS ATÉ O MOMENTO

O trabalho original de Rodolfo Heltai está em

http://br.geocities.com/heltai47/

origináriamente com 95 nomes.


ADEMAR EUGÊNIO DE MELLO – In Memoriam

Nasceu em 15 de fevereiro de 1947. Bacharel em Matemática Aplicada, Astrônomo, Astrólogo e Cabalista, reconhecido nacionalmente como um dos mais conceituados estudiosos das para-ciências. Diretor da Sociedade Uranthia do Brasil, pesquisador esotérico, escritor e representante da Associação de Estudos Huna, ex-engenheiro da Ford. Foi membro da Antiga e Mística Ordem Rosacruz (AMORC) por muitos anos. Professor, pesquisador da Psicofilosofia dos Kahunas (sacerdotes) do Havaí, é um dos mais importantes pesquisadores brasileiros a desenvolver trabalhos de Integração entre ciência e espiritualidade através da Física Quântica. Faleceu em São Paulo em 2005.
ADILSON MACHADO

É jornalista e ufólogo. Desde a década de 70 vem pesquisando o fenômeno, tendo trabalhado ao lado de Max Berezowsky, Carlos Alberto Reis, Iracema Pires, Willy Wirtz, Jaime Lauda e outros. Veterano e conceituado pesquisador no Brasil, teve artigos publicados sobre o assunto em várias revistas brasileiras. Também ministrou inúmeras conferências sobre o tema em eventos nacionais e internacionais. Publicou na década de 80 o jornal especializado no tema UFO, “Realismo Fantástico”. Nos últimos anos participou do programa Conexão UFO da rádio Educativa do Paraná e atualmente edita o Jornal Paradigmas.
ALADINO FÉLIX

"... antes, o que acredita em discos voadores necessitava provar sua crença; hoje cabe aos que negam a apresentar provas em contrário". SABADO DINOTOS (A Antiguidade dos discos voadores-Brasil março de 1967)
Aladino Felix, brasileiro, natural de Lorena, nascido em 1 de março de 1920, casado, filho de Ernesto Felix e Augusta da Silva Felix, escritor, instrução secundária de cor branca. Faleceu em 1985. O movimento terrorista e ufologista de Aladino Félix, na década de 60. Turbulências de 68 e fechamento ditatorial. Explodiu várias bombas na cidade de São Paulo no ano de 1968, matando e mutilando dezenas de inocentes. Em São Paulo, um bando de soldados e sargentos da Força Pública, liderado por Aladino Félix, vulgo Sábado Dinotos – mescla de guru místico e marginal –, promoveu 12 explosões de bombas e um assalto a banco. A explosão mais sensacional ocorreu no meio do estacionamento de automóveis do Largo General Osório, em frente ao edifício do DEOPS, na madrugada de 20 de agosto de 1968. Preso e torturado pelo DEIC (desavisado do que estava por trás), Aladino Félix denunciou à Justiça Criminal que agiu por orientação do general Jayme Portela, chefe da Casa Militar da Presidência da República.
O ufólogo Claudeir Covo fala de Aladino Felix. (Chat)
Moderador UFO: cinzento pergunta: Claudeir, você acredita na hipótese de agentes das forças armadas infiltrados dentro da Ufologia, se passando por Ufólogos? Como eles agiriam e como detectá-los? Claudeir Covo: Essa possibilidade sempre existe. Na época da ditadura, agentes do governo infiltravam-se nos eventos ufológicos. Conheci um deles anos depois. Quando Aladino Félix explodiu as bombas em São Paulo, em 1968, todos os Ufólogos ficaram visados... Claudeir Covo: Vários Ufólogos foram chamados no DOPS. Hoje isso pode ainda existir, mas como vivemos em uma democracia, não me preocupo com essa possibilidade. Sábado Dinotos autor do livro "A Antigüidade dos Discos Voadores". O nome verdadeiro de Sábado Dinotos -Aladino Felix, ficou conhecido como ufólogo e também como terrorista. Ele foi preso dentro dos estúdios da TV Record ao sair de um programa de entrevistas. Este programa tinha como entrevistadores, Blota Junior, Kalil Filho e Randal Juliano. Dinotos falou no programa de diversos atos terroristas e incêndios em TVS, que acabaram acontecendo.

ALBERTO FRANCISCO DO CARMO

O belorizontino Alberto Francisco do Carmo, aos 63 anos de idade pode ser considerado um dos principais militantes da história da Ufologia brasileira, tanto como pesquisador, quanto como autor e artista plástico ilustrador. Participou do grupo pioneiro na Ufologia de Minas Gerais, o CICOANI de Belo Horizonte, dirigido pelo ufologista mineiro Húlvio Brant Aleixo. Em seu currículo profissional, é Técnico em Assuntos Educacionais do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Graduou-se em Licenciatura em Física. Além disto, tem habilitações como radialista, artista (diretor, iluminador e cenógrafo) e técnico em espetáculos (operador de luz, sonoplasta e diretor de produção). Estudou Belas Artes na Escola Guignard, tendo sido aluno de Herculano, Yara Tupynambá, Inimá de Paula, Alberto de Castro e Lisete Meinberg, entre outros. Como artista plástico, ilustrou e recompôs diversos casos clássicos da Ufologia brasileira, tendo pesquisado a fundo os meandros de muitos deles. Prepara agora, um inédito trabalho sobre a FAB e os os OVNIs o que inclui uma visão diferenciada da Operação Prato, no qual pretende mostrar novos dados, incluindo seu estudo sobre algumas fotos da citada operação que se encontram em seu poder (claro, as cópias!). Muito mais que um simples ufologista, Do Carmo já escreveu vários artigos sobre temáticas diversificadas para distintas publicações, a nível nacional e internacional. Como radialista produziu programas sobre MPB, dos quais participou a nata da música popular brasileira. Eventualmente, em Brasília, ainda atua como co-entrevistador convidado. Do Carmo acompanha a Ufologia brasileira há cerca de 5 décadas, teve trabalhos publicados em veículos nacionais e internacionais, além de participações em tevê, jornais e Internet.
Tudo isso lhe trouxe diversos amigos, mas também desafetos. Metódico, seu trabalho, seja na ilustração como literatura tem como marca registrada o denodo e a naturalidade. Foi um dos mais dedicados colaboradores do jornal Ufo-lógico, veículo editado em Belo Horizonte pela equipe da AMPEU e colaboradores, o qual foi precursor de um formato de informação ufológica que ainda vigora até os dias de hoje no Brasil. Fascinado por aviação, além de uma verdadeira aula de Ufologia brasileira, ele nos fala um pouco do belo trabalho da Embraer que tem emplacado os aviões brasileiros em diversos países. Nesta entrevista concedida com exclusividade a UFOVIA, via e-mail, o intrépido Alberto do Carmo se mostra muito bem consigo mesmo e com a Ufologia atual. Sagaz, desprendido, educado, - mas como sempre, sem muitas papas na língua -, ele nos dá mostra de refinado bom humor e bom senso. Através do espaço cibernético Brasília-Itaúna, nos chegaram muitas de suas convicções: quanto à sua militância na Ufologia; os trabalhos pioneiros do CICOANI; a fantástica noite de 24/11/70, quando BH se viu rodeada de discos voadores; o SIOANI; a Operação Prato; a morte de Hollanda; Caso da Gávea; a arte na Ufologia, além de fazer suas considerações da Ufologia brasileira contemporânea, dentre outras. Como todo bom mineiro, o Do Carmo é bom de causos e sabe de muitos casos... Espirituoso, chega a nos levar às literais gargalhadas numa de suas narrações, como também nos faz rir bastante noutras. Porém, antes de tudo, ele é mestre na arte de falar das coisas sérias; sabe fazer rir, sim, mas sabe também nos fazer refletir e até concluir, em muitas das vezes, o óbvio!
UFOVIA: Alberto, para começar a típica pergunta: onde e quando a Ufologia entrou para a sua vida? Alberto do Carmo: Eu diria que a Ufologia veio a mim. Eu tinha 12 anos, já sabia o que era avião (era aeromodelista) e disco-voador. Estávamos na “onda” de 1954 e eu acompanhava até um programa da Rádio Guarani, de Belo Horizonte, que se chamava Mistérios do Firmamento. O Dr. Heros Campos Jardim, apresentava o programa e nele soube pela primeira vez da existência de Húlvio Brant Aleixo, na época ex-aviador. E soube que ele fundara o CICOANI. Aí o inesperado. Certa noite (tenho essa data, mas nunca lembro) eu estava decorando Latim para uma prova, usando um quarto dos fundos do apartamento de meus pais. Meus pais haviam saído e estávamos eu e uma empregada, esta lá para dentro, escutando novelas no rádio. Eu fui para o quarto dos fundos para evitar o barulho da novela em ondas curtas, que chiava horrivelmente. À certa altura fiz uma pausa. Cheguei à porta do quarto e dei aquela espreguiçada, pensando em tomar um pouco de água, garganta seca devido a ficar falando as declinações em voz alta. Quando levantei a cabeça, vi contra o céu estrelado uma bolinha amarela, muito pequena, mas sem lampejos. Já de espírito prevenido, pensei: testemunha! E gritei pela empregada que já chegou com o objeto amarelado deslocando-se alto perpendicular à avenida Santos Dumont. Parou sobre o Colégio Batista a uns 30° acima do horizonte. Ficou vermelho-cereja mas em seguida, iniciou uma trajetória reta e rápida para a direita e fez um looping em velocidade alucinante e disparou no rumo da Serra do Curral. Eu fiquei estupefato, pois avião nenhum, de 1954 a hoje em dia, não conseguiria nem poderia fazer isto. Acrobacias assim, à noite, são proibidas, até hoje. Ademais, qualquer avião do mundo, seja ele qual for tem de ter as famosas luzes padrão, verde (asa direita) vermelha (asa esquerda), além das luzes de navegação. Todo amarelo e todo vermelho, nem ontem nem hoje, nunca! Foi meu batismo de fogo. Chamei o Húlvio. Ele veio e tomou meu depoimento e da empregada. Foi o começo de uma longa associação. Éramos um bando de entusiastas.
Na equipe do CICOANI produziu principalmente retratos falados. Depois de estudar um famoso caso de contatados,que chamou atenção até J.Allen Hynek, interessou-se vivamente pela questão. Decifrou o famoso enigma "Wolf 424" do caso UMMO e acha que todo contatado deveria ser assistido (além de ser interrogado seguido pelo famoso "é ou não é") para não se dar mal na vida.
Fonte sugerida pelo autor:
http://www.viafanzine.yan.com.br/site_vf/ufovia/entrevistas7.htm

ALBERTO ROMERO

Alberto Romero é um argentino radicado no Brasil desde 1963 e há 40 anos residindo na Bahia. Publicitário, artista plástico e jornalista, dedica mais de 50 anos de sua vida ao estudo e pesquisa da Ufologia. Colaborou durante vários anos com a revista argentina 4ª Dimensión. Em 1970, fundou o Grupo de Pesquisas Aeroespaciais Zênite (G-PAZ). De 1968 a 1978 escreveu uma página semanal aos domingos no Jornal da Bahia, onde publicou diversas séries de matérias sobre Ufologia. Em 1972, criou um programa de tevê sobre Ufologia na emissora TV Itapoã, de Salvador, com o nome Vamos Analisar?, onde contava com a presença de pesquisadores locais e convidados. O programa sofreu censura e foi tirado do ar por abordar assuntos que incomodavam as autoridades eclesiásticas. Em 1975, organizou a 1° Expo UFO no Teatro Castro Alves, de Salvador, trazendo como convidado de honra o general Alfredo Moacyr Uchôa. Em 1978, realizou o 1° Seminário sobre Vida no Universo, com a participação de Húlvio Brant Aleixo e professores da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desde o início de sua carreira ufológica tem sido um dos mais freqüentes conferencistas ufológicos do país. Fez palestra para o grupo de elite da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, em 1968, e para o 6° Batalhão da Polícia Militar, em 1990, além de ser convidado pelo Governo Estadual baiano para fazer uma exposição e ministrar palestras no Museu de Ciência e Tecnologia do Estado, em 1980. No ano de 1979, foi convidado a palestrar no 1° Congresso Internacional de Ufologia (CIUFO), em Brasília. O grande momento de sua prestigiada carreira deu-se ao participar, em 1997, do 1° Fórum Internacional de Ufologia, em Brasília.
A partir do ano 2000 houve a fusão entre o G-PAZ e a SEULF (Sociedade de Estudos Ufológicos de Lauro de Freitas), nascendo assim o UFO BAHIA, grupo presidido por Alberto Romero. Em 2005 realizou uma palestra na Universidade Federal da Bahia (UFBA) para um grupo de pós-graduação em Psicologia. Em todos esses anos realizou também palestras para inúmeras outras faculdades entre elas, UNEB, UCSAL, UNIFACS e UEFS, de Feira de Santana.
Verdades que Incomodam, sua primeira obra, é um livro de rara clareza e discernimento: direto, preciso e contundente. É direto porque o autor, o veterano ufólogo Alberto Romero, trata da questão ufológica sem reservas ou restrições, atacando os principais pontos da presença extraterrestre em nosso planeta e deixando claro que os objetivos de nossos visitantes – ainda que desconhecidos em toda sua extensão – não são tão interessantes aos terrestres quanto a eles próprios. O livro é preciso porque o autor tem um conhecimento incomum da temática ufológica, após estudar os discos voadores há mais de quatro décadas, incluindo várias experiências com UFOs. E o livro é contundente pois o autor diz tudo o que tem para ser dito, sem medo ou receio. Ao abordar temas como acobertamento militar dos UFOs, por exemplo, Romero não poupa governos nem autoridades envolvidas no processo. Ao tratar das mutilações de animais por extraterrestres, o autor é ainda mais contundente, deixando claro que os extraterrestres interagem com nosso meio ambiente planetário e fazem aqui o que bem entendem. É nesse aspecto que a obra tem seu ponto alto: quando apresenta a realidade das visitas e explorações que nossos visitantes fazem em nosso mundo de maneira profunda e lúcida, sem rodeios e com responsabilidade. Atualmente Romero está programando seu segundo livro e a reedição do primeiro está prevista para 2008.

ALDO NOVAK

Nasceu em 10 de novembro de 1962, em São Roque, SP. Terra do vinho.
É o editor e fundador do Relatório Alfa. Ele é jornalista e conferencista premiado, especializado em tecnologia e divulgação científica.
Aldo Novak já foi capa da Revista da Folha, duas vezes entrevistado por Jô Soares, vencedor do prêmio Cindacta 2000, na categoria de melhor conferencista do ano e passou por revistas, jornais, emissoras de rádio e televisão.
Apesar de nunca ter visto um Óvni, ele é membro do Conselho Editorial da revista UFO. É também conhecido por seus interesses na área de ficção científica e já foi tema de dezenas de reportagens sobre isso.
Aldo Novak (pronuncia-se Nôvak) nasceu na cidade de São Roque, SP (Brasil) e começou no jornalismo como correspondente do jornal Space Daily e do newsletter Space Calendar Weekly, em 1989, ambos de Santa Bárbara, Califórnia (EUA). Durante alguns anos Novak foi um dos únicos jornalistas brasileiros especializado em atividades espaciais, tendo sido autor, em 1991, do dossiê Lançamentos Espaciais Soviéticos, onde descrevia em detalhes os satélites e veículos lançados pelos países que compunham a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. O estudo surpreendeu até mesmo os especialistas americanos, dado o grau de acerto das informações -- na época proibidas pela ditadura existente na Europa Oriental e na Ásia.No Brasil, Novak escreveu uma coluna chamada Espaço, durante um ano, para a revista Flap Internacional, especializada em assuntos aeroespaciais. Em seguida foi contratado como editor assistente da versão brasileira da revista Mecânica Popular, publicação especializada em novas invenções, sistemas de energia, novos modelos de veículos terrestres e tecnologia de ponta. Nos Estados Unidos, a edição americana (Popular Mechanics) tem mais de 100 anos. Aldo foi também responsável, na revista, pelos testes de novos automóveis lançados pelas montadoras e pela cobertura de lançamentos dos foguetes brasileiros da série Sonda, na Barreira do Inferno (Natal, RN), bem como os lançamentos de novos aviões da Embraer.Em seguida Aldo Novak foi editor do jornal Aeroespaço Urgente, durante dois anos, quando (antes da existência da internet) divulgava em primeira mão no Brasil os satélites lançados em todos os países do mundo, com sua carga, peso e resultados. Foi correspondente do Satellite Today, do Reino Unido, nessa época.A maior parte dos assinantes do Aeroespaço Urgente se concentrava no INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e CTA (Centro Técnico Aeroespacial) e ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), todos em São José dos Campos, SP (Brasil).Mais tarde Aldo Novak estreou na mídia eletrônica, como repórter da TV Metropolitana UHF (a primeira emissora em UHF da Grande São Paulo, pouco antes da MTV), além de atuar como repórter ao vivo para a Rádio Líder FM, do grupo Metropolitana.Além de repórter do Jornal da Metropolitana, por mais de dois anos, Novak foi apresentador do mesmo telejornal e produtor de programas especiais para a televisão. Por mais de um ano foi produtor e âncora do programa diário Duvidas & Soluções, no qual entrevistava médicos, advogados e personalidades sobre assuntos e dúvidas enviadas pelos telespectadores.Em seguida, Aldo Novak foi comentarista de cinema & vídeo do programa semanal Destaque, uma revista eletrônica que ia ao ar aos domingos, a partir das 20:00, apresentado por Vanda Martins. Novak foi, e ainda é, locutor e apresentador de comerciais de rádio e TV, além de vídeos institucionais.Depois disso, durante quase dois anos, foi editor de um jornal do município de Guarulhos, o Jornal de Gopoúva. O jornal, que fazia clara oposição aos desmandos administrativos da cidade, sofreu um atentado criminoso e foi destruído completamente durante um incêndio que chamou a atenção das maiores emissoras do país. Os responsáveis jamais foram encontrados. Ninguém se feriu, mas o jornal não agüentou o baque e fechou.Em seguida Novak trabalhou como assessor e chefe de gabinete para o vereador Gilmar Lopes, passando pelo PMDB, PV e, por fim, PSDB. Foi, nesta época, responsável pela Comunicação Social do vereador e pela produção de jornais e boletins políticos. Aldo chegou a ser filiado do PV e do PSDB, participando da primeira campanha do governador Mário Covas, mas hoje não faz parte de nenhum partido e não é ligado a nenhum candidato ou político.Como correspondente, escreveu por mais de dois anos para o jornal americano Folha do Brasil (ligado ao El País) como colunista político, durante o governo Collor. Sua coluna levava aos imigrantes brasileiros em Nova York, Boston e toda a região da Nova Inglaterra (EUA) os principais fatos do Brasil e as conseqüências do governo do então presidente Fernando Collor de Melo.Na época sua coluna foi acusada, por simpatizantes do presidente Collor vivendo nos Estados Unidos, de promover ataques ao Banco do Brasil em Washington -- um absurdo, mas como sua coluna fornecia as principais informações dos desdobramentos políticos do governo federal, sem censura, partidários do governo não gostavam do que era publicado.Já naquela época Novak publicava o que não queriam que os leitores soubessem, um bordão usado hoje pelo Relatório Alfa. A Folha do Brasil tinha como editor o jornalista Sérgio Cesário, hoje apresentador da Bloomberg Television, de Nova York, e na época o jornalista Paulo Francis, que morava na cidade, chegou a afirmar: "O único jornal daqui, feito por brasileiros, que eu não deixo de ler é a Folha do Brasil". Tendo como mentor o jornalista Saulo Gomes, Novak lançou o primeiro programa de rádio do Brasil para tratar somente de ficção científica: o Diário de Bordo. O programa semanal, com duração de uma hora, foi transmitido para mais de 200 estações de rádio em todo o Brasil, via satélite, pela AmericanSat, por mais de um ano. Entre os destaques, foi o primeiro programa do país a entrevistar, ao vivo, um ator do seriado Jornada nas Estrelas: George Takei, o tenente Sulu da nave Enterprise. Takei estava na Califórnia e respondeu a perguntas feitas por Aldo Novak, do estúdio, e do público. Durante todo o tempo do programa, Saulo Gomes foi uma inspiração e um mestre, tendo sido somente nesta ocasião que Aldo passou a dominar as apresentações ao vivo, para rádio.

ALCIONE GIACOMITTI

Produtor de TV e radialista, o autor vem desde a adolescência pesquisando assuntos relacionados à área da Ciência e da Espiritualidade. Isto o possibilitou viajar e manter contato com alguns dos principais expoentes destas áreas em todo o mundo.Em 1996 criou na Rádio Eldorado do Paraná, em Curitiba, o Programa UFO que permaneceu quase quatro anos no ar e foi destaque na imprensa do país.Nesta mesma época iniciou a produção de uma série de reportagens especiais abordando temas destas mesmas áreas e que foram ao ar em diversos programas da televisão brasileira.Em outubro de 2000 participou como um dos coordenadores do I Fórum Mundial Espírito e Ciência, realizado pela LBV, no Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica, em Brasília.Um cidadão do mundo, reside em Curitiba. Escritor, organizador de eventos, pesquisador de antigas tradições indígenas, tem atuado no campo da integração entre ciência e espiritualidade. Autor do livro - Os Pilares da Sabedoria de Um Novo Mundo - que conta com a participação de grandes lideranças científicas e religiosas de todo o mundo.

Foto Mario Rangel

ALEXANDRE GUTIERREZ

Jornalista e radialista, interessou-se pela Ufologia em meados do ano de 1986. Durante todos esses anos estudou o fenômeno com curiosidade, resolvendo então, no ano de 2001, criar o serviço de notícias ufológicas Rastreador News (http://www.rastreadornews.com/). Ao acessar o Rastreador News, o interessado no assunto pode conhecer as principais notícias do fenômeno, que não são publicadas em praticamente nenhum meio de comunicação do Brasil. Paralelamente, criou o Informe Rastreador News, onde o assinante é notificado quando algum fato ufológico ocorre em qualquer parte do globo. Também em 2001 foi convidado - pelo Ufólogo e Jornalista A. J. Gevaerd -, a participar e desenvolver a coluna de notícias da Revista UFO, a única publicação brasileira dedicada ao assunto.Graças a esta oportunidade, em dezembro de 2003 passou a ser Membro do Conselho Editorial, sendo o Coordenador da área de notícias da publicação.



ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHOA - In Memoriam
(General Professor)

Nasceu em 21 de Abril de 1906, na cidade de Murici, Estado de Alagoas, e faleceu em 5 de março de 1996 em Brasília. Tem seu nome ligado á ufologia de longa data, tendo escrito três obras de valor reconhecido: “Além da Parapsicologia- 5ª e 6ª Dimensões da Realidade” (1968); “A Parapsicologia e os Discos Voadores- O Caso Alexânia” (1974) e “Mergulho no Hiperespaço – Dimensões Esotéricas na Pesquisa dos Discos Voadores” (1975). Em março de 1979, presidiu o 1º Congresso Brasileiro de Ufologia realizado em São Paulo. Foi Engenheiro Geógrafo e Civil, Oficial de Engenharia do Exército Brasileiro e Professor-Adjunto de Noções de Cálculo Vetorial e Mecânica Racional da antiga escola Militar do Realengo. Foi Professor Catedrático de Mecânica Racional na Academia Militar das Agulhas Negras (Resende). Criou em Brasília o Centro Nacional de Estudos Ufológicos (CENEU). Foi promotor do 1o Congresso Internacional de Ufologia na cidade de Brasília. Foi um homem com grande conhecimento e enorme bagagem científica, um cargo respeitável e demonstrou ser muito lúcido. Sobretudo, teve a coragem de assumir sua posição em plena Ditadura Militar. O resultado de suas pesquisas ultrapassou as fronteiras brasileiras. Sérgio Alagemovits, um dos antigos estudiosos de discos voadores do Planalto Central, foi integrante do grupo de pesquisas do general Uchôa e diretor do Departamento de Ufologia da Associação Brasiliense de Pesquisa e Cultura – ABPC.

ANTONIO DE PADUA FARONI

Acompanho, estudo e pesquiso Ufologia desde o ano de l970, exatamente pelo que menciono a seguir:
No mês de Junho desse ano me dirigia com minha família numa viagem de ônibus por uma estrada que liga o Km.275 da Via Anhanguera à cidade de Santa Rosa do Viterbo-SP., minha terra natal. Por volta de 23:00hs. o ônibus trafegava por uma região totalmente desabitada e num determinado momento uma luz fortíssima sobre o ônibus fez com que o motorista freasse bruscamente, saindo da pista. Todos que estavam acordados, inclusive eu, ficaram perplexos e sem resposta para aquilo, pois segundo o motorista não havia absolutamente nada que pudesse emitir um facho de luz tão forte, não tendo cruzado com nenhum veículo ou avistado nenhuma aeronave ou coisa semelhante. Demos seqüência na viagem e chegando no destino, após + ou - 40 minutos do local da ocorrência, cumprimentamos parentes e amigos e fomos nos recolher. Na manhã seguinte logo cedo, constatei grupos de pessoas na rua em frente à casa em que eu estava hospedado e a curiosidade me fez perguntar para um tio, dono da casa, o que essas pessoas faziam ali. Segundo ele, essas pessoas estavam desde o fim da noite anterior na rua pois testemunharam um fortíssimo clarão sobre a cidade e não havia uma explicação lógica para isso, pois o tempo estava totalmente sem nuvens com uma lua bem brilhante e não se ouviu nenhum estrondo que precedesse essa luz. Isso me intrigou e daí nasceu meu interesse pela Ufologia.

Retornando à biografia, nesse mesmo ano me filiei à extinta APEX - Associação de Pesquisas Exológicas, então comanda pelo brilhante Dr. Max Berezovski, ali permanecendo por alguns anos. Devido a questões profissionais, por me deslocar muito em viagens a serviço, acabei me afastando dessa Entidade, porém mantendo o interesse sobre a Ufologia, me mantendo como um pesquisador solitário, porém muito bem informado. Em meados dos anos anos 90, tive o prazer de conhecer o CEPEX - Centro de Estudos e Pesquisas Exológicas, localçizado na cidade de Sumaré-SP., coordenado pelos irmãos Mondini (Eduardo e Oswaldo), com os quais me integrei, passando a fazer parte da Diretoria desse Grupo e me envolvendo totalmente com tudo que ocorria principalmente na região de Campinas, Piracicaba, Americana e cidades vizinhas.Com esse Grupo participei ativamente das pesquisas do Caso Varginha, com ida à essa cidade para andamento das pesquisas.Me considero um pesquisador de campo por natureza, pois aprecio o contato com as testemunhas oculares de ocorrências da casuística ufológica, onde emprego técnicas de entrevistas visando detectar casos fantasiosos, fraudes, má interpretações (maioria dos casos) ou até reais, procurando me aproximar o máximo possível do que efetivamente ocorreu. Prefiro me rotular como sendo a favor de uma linha holística, pois em se tratando de algo que ninguém tem o domínio, temos que estar abertos e preparados para qualquer possibilidade. Me considero antes de mais nada muito racional na forma de tratar a Ufologia, não deixando a paixão pelo assunto dominar meu rumo e objetivo final. Por ser um sagitariano, costumo dizer que encaro a Ufologia com os "04" pés no chão e dentro de uma linha de seriedade e coerência tenho o hábito de dizer que "as provas que invalidam uma hipótese são mais importantes que as evidências que a sustentam".


ALMIRO BARAÚNA - In Memoriam

Especialista em fotos submarinas, foi fotógrafo das Revistas Mundo Ilustrado e Gazeta Esportiva Ilustrada. Convidado a participar da expedição do Ano Geofísico Internacional, estando a bordo do Navio Almirante Saldanha, tirou quatro fotografias de Disco Voador próximo ao Pico do Desejado, na Ilha da Trindade no Espírito Santo. Estas fotos foram reveladas ainda à bordo na presença do capitão-de-corveta Carlos Alberto Bacellar. Trata-se sem dúvida de fotos autênticas, confirmadas pelas 48 testemunhas que estavam no barco, e afirmaram que as imagem que surgiram no negativo conferiam com o que eles tinham visto. Baraúna faleceu em 29/07/2000.
ALONSO VALDI REGIS
Biografia ainda não remetida
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ÁLVARO FERNANDES
(Texto de Mario Rangel)

Parapsicólogo e um dos primeiros hipnólogos em ufologia do mundo. Maçon. Co-autor com Sonia Maria Trigo Alves do livro "Casos de Contatos Sexuais com Ufonautas", 1988, edição particular ilustrada e mimeografada. Presidente e um dos 20 fundadores em 1976 do Instituto de Estudos e Aplicação Parapsicológica de São José do Rio Preto/SP, cidade onde nasceu em 28/10/1931. Suas pesquisas têm sido alvo de atenção de pesquisadores de muitos países, alguns dos quais, dos Estados Unidos e Alemanha foram a Rio Preto colher informações para divulgação em universidades de seus países. Foi orador em vários congessos de parapsicologia e psicotrônica no Brasil. Seu trabalho com hipnose em abduzidos foi amplamente citado no "Livro Branco dos Discos Voadores", 1985, de Guilherme Pereira e Walter Karl Bühler, citado no "Seqüestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose", 2001, de Mário Rangel, em vários livros em inglês, na Internet etc. Hipnotizou, entre outros, os abduzidos Onilson Pátero e Antonio Carlos Ferreira.
ANA SANTOS

Ana Santos integra o Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran CEEAS), que tem por objetivo estudar e divulgar a presença de extraterrestres na Terra e suas mensagens. Ashtar Sheran é considerado um ser extraterrestre que mantém contato com o planeta desde a década de 50, pouco tempo depois da explosão da bomba atômica. Em 1969, ele fez contato com o baiano Paulo Fernandes, então com 21 anos, que posteriormente fundou esse centro de estudos e morreu em 1981. De acordo com integrantes do CEEAS, Sheran é líder das civilizações extraplanetárias e é um dos colaboradores encarregados de zelar pelo planeta e amparar a transição do chamado mundo de expiação e provas, para o da regeneração.


ANTONIO JORGE THOR

Professor de matemática da Universidade Federal do Pará (em Belém), autor de 4 livros sobre discos voadores e extraterrestres, é um contumaz vencedor: classificado em 1o lugar no I Encontro Nacional de Teses Ufológicas, realizado no Rio de Janeiro, voltou a conquistar o primeiro prêmio em São Paulo, com sua tese Probabilidade Isógona de uma Intervenção Extraterrestre.
Analisando detidamente todos os aspectos de casuística ufológica, incursionando pelo fantástico mundo da matemática e aliando tudo a um apurado senso de profundidade, Thor chegou à conclusão que está iminente uma tomada decisiva de posição por parte dos tripulantes dos discos voadores, na forma de uma intensa manifestação a nível mundial e de uma onda de aterrissagens em larga escala.
Um trabalho de tirar o fôlego, e, um merecido primeiro lugar.
Já publicou Os Extraterrestres na Amazônia, Meus Contatos Extraterrestres na Amazônia e Amazônia, Enigmas e Astronautas e O Livro Proibido dos OVNI’s.

ANTÔNIO PEDRO DA SILVA FALEIRO

Mineiro Natural da cidade de Passa Tempo nascido a 24 de abril de 1941, casado , tem dois filhos e dedica-se ao estudo dos UFOS desde 1952, dando continuidade ao trabalho de seu pai que por toda sua vida foi um admirador do fenômeno. Em 1970 foi investigador deste fenômeno para a aeronáutica brasileira, compondo o quadro do sistema de investigação dos objetos aéreos não identificados ( SIOANI ), órgão criado pela FAB em 1969 para investigar objetos voadores não identificados. Desde 1969, tem participado de inúmeros eventos ufológicos, entre eles o 2o Congresso Internacional de Ufologia, 2o Congresso Brasileiro de Ufologia, 1o Fórum Mundial de Ufologia (1997) todos realizados em Brasília. Em julho de 1979 classificou-se em segundo lugar no Primeiro encontro nacional de teses ufológicas , promovido pela organização ARCA , do Rio de Janeiro. Já participou como conferencista em quase todos os eventos ufológicos do Brasil, sempre com grande destaque.Faleiro já escreveu quatro obras sobre o assunto, entre elas o livro "Meus contatos com Os Ovnis" , onde relata suas experiências pessoais com o fenômeno , "Discos Voadores e Seres Extraterrestres no Folclore Brasileiro"- Um belíssimo trabalho onde é feita a comparação de todos os mitos de nosso folclore com as aparições de Ovnis , "Aparições Divinas ou Ovnis"- da mesma forma fazendo um comparativo das aparições marianas, aparições divinas de nosso passado com o fenômeno UFO- , "Ets no Brasil" - Onde encontramos uma classificação completa dos contatos de terceiro grau ocorridos em todo o territórioabrasileiro.É também uma criação sua o Cd Rom Ets no Brasil e Discos Voadores no Folclore Brasileiro sendo o primeiro CD Rom totalmente nacional sobre o assunto , um trabalho de altíssimo nível e indispensável para qualquer pesquisador do fenômeno UFO. Lançado agora também de sua autoria o CD Rom Contatos em Passa Tempo, outro trabalho indispensável para a pesquisa ufológica. Era o editor do boletim Cosmonig , que era distribuído gratuitamente para todos os grupos de pesquisas do Brasil e do exterior. Faleiro também é consultor da Revista Ufo desde sua fundação e um dos representantes estaduais do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV) . Construiu o primeiro observatório ufológico da América Latina - também na Cidade de Passa Tempo - MG onde são realizadas constantes vigílias noturnas e estudos sobre a rica casuística da cidade.Colabora com artigos para revistas especializadas em ufologia de vários paises do mundo.
ANTONIO ROSSI

Reside no Estado do Rio de Janeiro.
Em seu livro “Num disco Voador visitei outro Planeta” da Editora Nova Era Ltda. O General Levino Cornélio Wischral fez o Prefácio em São Paulo, 12 de Abril de 1957.
O autor na época dos fatos vivia na pacata cidade de Paraibuna, no Vale do Paraíba.
Rossi, pessoa bastante simples, foi metalúrgico na cidade de São Paulo.
No seu livro narra de forma bastante simples o seu contato ocorrido quando pescava.
Espantoso relato de uma viagem feita a outro Planeta num Disco Voador. Evolução e Progresso de uma humanidade avançada que ultrapassa a tudo quanto se possa conceber. Seres descritos como de diferente compleição física , nus e desprovidos de órgãos sexuais, muito altos pensando cerca de 120 kg, tinham somente dois dedos em cada mão e um nos pés. Desprovidos de cabelos. Seu contato se deu com um ser denominado Dr. Jânsle.
O autor deu entrevista no programa de Jô Soares.


ARISMARIS BARALDI DIAS (In Memoriam)

Nasceu na cidade de São Paulo em 6 de janeiro de 1925 e faleceu em São Paulo na madrugada de 2 de Abril de 2009. Estudioso de Astronomia, Psicotrônica e Ciências Ocultas, Manifestações Dévicas e Desenvolvimento Mental. Admite que o principal sentido da vida é a evolução, portanto na existência de outras civilizações mais evoluídas e menos evoluídas que a da Terra e que se pode às mais evoluídas também pela reencarnação, e que os seres Extraterrestres vêm de outros sistemas estelares, da nossa ou de outras galáxias. Estuda e pesquisa ufologia há mais de 40 anos. Um dos primeiros articuladores do movimento científico-espiritualista na área da Ufologia. Administrador de Empresa; elaborou o Código de Ética do Ufólogo; Consultor de vários grupos ufológicos; representante do movimento holístico na Ufologia brasileira.


ATAIDE FERREIRA DA SILVA NETO

Ataide Ferreira da Silva Neto é Psicólogo, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas, estudioso da mente humana, ênfase nos mistérios do Psiquismo / Parapsicologia, profundo conhecedor e incontestável especialista em Parapsicologia, ex-representante Estadual da Mutual UFO Network – MUFON, Chefe de Recursos Humanos de uma conceituada empresa mato-grossense no cargo de Psicólogo, conferencista nacional dos temas: Potencial Mental, Psicologia, Parapsicologia, UFO´s e o Psi, Motivação, Mistérios e Incógnitas Psíquicas. Conhecedor das casuísticas e estranhezas ufológicas mato-grossense.
E-mail: ataide_ferreira@yahoo.com.br

AURÉLIO ZALUAR

Ele chegou a escrever alguns artigos sobre ufos para vários jornais do Rio. Editou a Revista Ano Zero e também escreveu para a revista OVNI Documento de Irene Granchi, quando recebeu e acompanhou Jacques Vallé ao Morro do Vintém na década de 80, que buscava maiores informações sobre o caso das Máscaras de Chumbo para seu livro "Confrontos". Faleceu de cancer em Julho de 2005 no Rio de Janeiro.


AURIPHEBO BERRANCE SIMÕES -In Memoriam
(Comandante)

Foi piloto de uma das mais antigas e tradicionais empresas de aviação do País. Formou-se pela Universidade de Pardue, dos Estados Unidos, sendo, ainda aerologista , membro da Associação dos Amadores de Astronomia de São Paulo e durante muito tempo correspondente da revista norte-americana “Time”, em São Paulo. Com o advento da atual “era dos Discos Voadores” empolgou-se vivamente pelas muitas incógnitas que o problema sugeria, participando ativamente, de pesquisas, debates e estudos. Em 1956 com outros interessados na solução do mistério fundou o Centro de Pesquisas dos Discos Voadores (CPDV). Escreveu o livro “Os Discos Voadores (Fantasia e Realidade)” Ed. Edart. (1959) 1ª e 2ª Edição, 390 páginas. Participou do programa “O Céu é o Limite” que era apresentado em São Paulo por Aurélio Campos, respondendo perguntas sobre o tema “Discos Voadores”, na TV Tupi e TV Cultura. Auriphebo teve programa de televisão na TV PAULISTA CANAL 5 – SP, diariamente procurava informações adicionais sobre os extraterrestres e perguntava aos seus ouvintes por novidades sobre Discos Voadores. Segundo o pesquisador Paulo Coelho Neto, o maior disco voador já visto no Brasil teve como testemunha, na manhã de 6 de abril de 1955, em São Paulo, o comandante Auriphebo Berrance Simões. O objeto avistado tinha aproximadamente 300 metros de comprimento e estava ladeado de outros três OVNIs menores.

Disco Voador Explode em Ubatuba

Alguns destes fragmentos foram enviados por um veranista a Ibrahim Sued, em O GLOBO, e, foram ter às mãos do Comandante Auriphebo Berrance Simões, estudioso no assunto, que providenciou vários exames e análises do material recolhido em Ubatuba. (Dr. Olavo também) Falando a O GLOBO no dia 6 de Maio de 1958, o Comandante Auriphebo fez importante revelação, dizendo que os fragmentos que lhe foram remetidos são de magnésio de uma pureza não conhecida na Terra. Quer os exames químico-metalúrgicos, quer as diferentes análises procedidas confirmaram tratar-se de metal não utilizado em nosso planeta, pela pureza, bem entendido. Há no “bureau” de padrões nos Estados Unidos uma outra amostra do mesmo metal, que se considera a mais pura até agora encontrada. Os fragmentos recolhidos em Ubatuba, segundo os resultados de análises e exames, entretanto em confronto com a amostra existente nos Estados Unidos, são ainda mais puros, constituindo , portanto uma raridade de extraordinário interesse científico, principalmente para os estudos dos chamados “objetos voadores não identificados”.
Fonte: “Os Discos Voadores- Fantasia e Realidade” “Livro Branco dos Discos Voadores” Guilherme Pereira e Walter Karl Bühler.
“O Enigma dos Discos Voadores”Hugo Rocha pág. 314
BASÍLIO BARANOFF - In Memoriam

Um dos grandes nomes da Ufologia Brasileira é o de Basílio Baranoff, Capitão de Reserva da Aeronáutica reformado e ex-integrante do Instituto de Aeronáutica e Espaço do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) (São José dos Campos - SP)-,atuou ativamente na equipe brasileira de Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) Natal-RN, participando do primeiro lançamento de foguete no Brasil. Atuou nas áreas de Eletrônica, Ensino, Setor Espacial. Autor de um profundo estudo sobre o famoso caso FAB de 1986. A convite, visitou as instalações espaciais russas e a Cidade das Estrelas (Stars City). Realizou palestras sobre as comprovações científicas e paracientíficas da existência de vida inteligente no espaço.
Faleceu em 21 de Setembro de 2008.
Foto Mario Rangel
BOB PRATT - In Memoriam

Bob certamente causará espanto a muitos por estar figurando entre os ufólogos brasileiros, mas justifico, trabalhou como poucos o fizeram, pesquisando inúmeros casos no Brasil, principalmente na região norte. Ele fez quatro viagens para o Brasil como um repórter para o Enquirer Nacional, olhando relatórios de ÓVNI, entre 1978 e 1981. Durante aquele tempo ele ouviu falar de seqüestros, levitações, danos e até mesmo mortes, coisas que raramente aconteceram em outro lugar. Esteve com nomes importantes da nossa ufologia, tais como Uirangê Holanda, Daniel Rebisso Giese, Silvio Lago, isso no ano de 1976. Ficou vários meses custeando do seu próprio bolso a ida de Silvio Lago a Manaus, que fez hipnose em várias pessoas, muitas vezes coletivamente. Está sendo lançado no Brasil seu livro pelo nosso querido amigo Gevaerd da Revista UFO. Neste livro há muitos relatos inéditos pesquisados por Bob Pratt. Nunca viu um ufo, mas com certeza foi convencido pelos sinceros depoimentos que recebeu de pelo menos duas mil de pessoas que passaram por esta experiência.
Por mais de cinqüenta anos, Brasil foi um dos principais países do mundo com aparições de ÓVNIS . Há milhares, talvez centenas de milhares, de encontros ocorridos. Um número pequeno mas significativo deles foi prejudicial, causou danos e até mesmo mortes. O que aconteceu a algumas vítimas é recontado neste livro que foi publicado em 1996. São contados resumos breves de alguns destes encontros com Óvnis Perigosos"no Brasil". Alguns incidentes os quais são descritos aconteceram em 1977 e 1978 em uma onda de ÓVNI extraordinária que nunca foi investigada completamente.


CARLOS AIRTON ALBUQUERQUE DA SILVA

NASC: 17/09/1965 LOCAL: Fortaleza - Ceará
PROF: Contabilista
EST. CIVIL: Casado
GRUPOS AOS QUAIS ESTÁ VINCULADO: CPU - Centro de Pesquisas Ufologicas do Ceará
ND UFO - Nucleo de Divulgação Ufologica


CARLOS ALBERTO MACHADO

É pesquisador de Ufologia há 30 anos. Nasceu em 5 de dezembro de 1961, na cidade de Curitiba, onde reside. Fundador e presidente do Centro de Investigação e Pesquisa Exobiológica (CIPEX), criado em 1981, órgão que investiga o fenômeno ufológico em todas as suas nuanças, nos estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. Representante e co-fundador da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil (ANUB), participou como conferencista em inúmeros eventos ufológicos nacionais e internacionais realizados em território brasileiro. Seu conhecimento nas áreas Humanas e Parapsicologia, auxiliaram sobremaneira seu interesse em realizar pesquisas no campo do insólito, mormente, no que tange ao fenômeno instigante, denominado popularmente de “Chupacabras”. Sobre esse assunto publicou o livro "Olhos de Dragão - reflexões para uma nova realidade", onde explana sua pesquisa com relação ao fenômeno. Prestou depoimento a vários programas documentários nacionais (SBT Repórter, Vitrine - Record, 25ª Hora entre outros) e internacionais (TV Polonesa e Canal Infinito). Faz parte do Conselho Editorial da Revista UFO, onde já publicou vários artigos ufológicos. Por seu trabalho de Pesquisa de Campo, foi homenageado como destaque 2000 pelo Grupo de Estudos de Objetos Não Identificados (GEONI) de São Paulo. Vencedor do Prêmio Cindacta 2001 na categoria de melhor conferencista do ano. É também conhecido na área de ficção científica onde já foi entrevistado várias vezes. Atualmente participa da Confraria de Escritores de Ficção Científica sediada em Curitiba. Mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) Pedagogo especialista em Orientação Educacional pela Universidade Tuiutí do Paraná (UTP). Especialista em Estudos da Consciência, com ênfase em Parapsicologia pelas Faculdades de Ciências Biopsíquicas do Paraná. Especialista em Metodologia do Ensino Superior pelo Instituto Brasileiro de Pós-Graduação e Extensão (IBPEX) - Curitiba (PR). Especialista em Administração de Recursos Humanos pela Faculdade SPEI Curitiba (PR). Trabalhou por dez anos em redes de televisão como editor, produtor e diretor de TV proporcionando dessa forma maturidade e experiência para ser produtor de vídeos ufológicos. Premiado em 2004 como "melhor vídeo documentário ufológico" no Iº Festival Internacional de Vídeos Ufológicos realizado em Vina del Mar no Chile. Ainda em 2004, lançou o projeto "Resgate Histórico da Memória Ufológica Brasileira" que pretende resgatar vários trabalhos clássicos da ufologia, iniciando seu projeto com o lançamento do CD-ROM da "Sociedade Brasileira de Estudos Sobre os Discos Voadores" que conta com 64 boletins com aproximadamente 1.300 páginas em PDF. Luta para que a ufologia se torne séria e dessa forma defende que os Congressos Ufológicos deveriam ser voltados a pesquisadores que devem apresentar seus trabalhos e publicá-los em forma de anais científicos, para então dessa maneira serem finalmente reconhecidos e respeitados pela academia científica.


CARLOS ALBERTO REIS

Nasceu em 30 de maio de 1951 na cidade de São Paulo.
É designer gráfico. No início dos anos 70 , já como ufólogo de renome nacional, interessou-se e começou a estudar espiritualismo, psicologia, parapsicologia, filosofia, biorritmo, mitologia, religião e temas afins.
De 1981 a 1990 foi articulista das revistas Planeta, Cuarta Dimension, (da Argentina), e Jornal de Notícias, (de Portugal), foi consultor das publicações de ufologia Nacional & Internacional, Parapsicologia Hoje e PSI-UFO, que deram origem à atual revista UFO.
Escreveu centenas de textos sobre Ufologia e outras áreas, e prefaciou os livros “Ufologia – O Despertar de Uma Nova Consciência”, do ufólogo Jaime Lauda, e o Ventre do Dragão, de Lúcio Manfredi.
Entre 1978 e 1990 proferiu inúmeras palestras, aulas, e conferências em várias cidades e nas capitais do país, versando sobre Ufologia, psicologia, filosofia e diversas outras disciplinas.
É autor do livro “Os Portais do Santuário”.
Foto Mario Rangel

CHICA GRANCHI

Pesquisadora do Rio de Janeiro, Artista Plástica, coordenadora do Centro de Investigação Sobre a Natureza dos Extraterrestres (CISNE), filha da professora e Ufóloga de renome internacional Irene Granchi. Tem várias ocorrências de natureza ufológica,desde pequena tem acompanhado casos ufológicos.
CID FILGUEIRAS DR.
Texto Mario Rangel

Nasceu em 7/5/1922. Quando piloto, com cerca de 15.000 horas de vôo, viu em 1954 um disco voador em viagem diurna comandando um Douglas DC3 com 30 passageiros a bordo, de São Paulo para o Rio de Janeiro nas proximidades da Ilha São Sebastião. A própósito recordo que em 16/7/1956 o falecido advogado e professor de direito Dr. João de Freitas Guimarães, que depois foi juiz trabalhista e seu nome foi dado ao Fórum Trabalhista de Praia Grande/SP, estava à noite em São Sebastião olhando em direção à Ilhabela, quando saiu do mar um osni/ovni, aterrisou à sua frente, e dois ETs o convidaram telepáticamente para um passeio, o que foi aceito (vide http://www.viafanzine.jor.br/site_vf/ufovia/classicos.htm). O Dr. Cid Filgueiras, como dentista, teve a inscrição RJ-CD-3425 em 1962. Residia no Rio de Janeiro quando ofereceu-se para o ufólogo/autor/médico Dr. Walter Karl Bühler para hipnotizar o operário gaúcho Assis Antonio Caetano de Ávila, abduzido no bairro da COHAB em Pelotas em 10/5/1978. Assis foi ao Rio em companhia do ufólogo gaúcho Luiz Rosário Real e a hipnose muito profunda foi feita na casa do dentista com a presença dos dois ufólogos. Em 18/11/1979 o Dr. Cid Filgueiras relatou o caso no programa de televisão de grande audiência de Flávio Cavalcante. Há transcrição da hipnose no Boletim 132/136 da SBEDV (Sociedade Brasileira de Estudos sobre Discos Voadores), disponível em CD em cipexbr@yahho.com. O Caso da COHAB consta no livro "Casos de Contatos Sexuais com Ufonautas", de Sonia Maria Trigo Alves e do hipnólogo em ufologia Álvaro Fernandes, na revista UFO Documento nº 6/1980, o dr. Cid foi citado no livro "Seqüestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose", de Mário Rangel, em sites na Internet, etc.


CÍCERO BUARK

Escritor, poeta, ecologista, radialista, ufologista e fotógrafo, natural de Lagoinha - SP, tendo vivido por mais de 10 anos em Ilhabela, onde iniciou seus trabalhos como pesquisador da natureza. Atualmente divide seu tempo em Mogi das Cruzes onde reside, e Ilhabela, onde continua seus trabalhos relacionados com a natureza, fotografando e pesquisando a fauna e a flora. Ex-presidente do Rotary Club Mogi das Cruzes - Vila Suissa. Cícero Buark participou de vários congressos, tendo seu nome citado em vários jornais e revistas do Brasil e do exterior e tendo participado de vários programas de rádio e TV, versando também palestras em escolas e universidades.Cícero Buark e Erich Von Daniken em 1977 no Rio de Janeiro. Cícero Buark já participou de vários congressos de ufologia com destaque para 4ª conferência mundial da Ancient Astronaut Society realizada em junho de 1977 no Rio de Janeiro, com participação de renomados pesquisadores entre eles, o escritor Erich Von Daniken autor do famoso livro "Eram os deuses astronautas", do Profº dr. Harry Q. Ruppe catedrático de Engenharia de Vôos cósmicos na Universidade de Munique. Secretário de Von Braun no centro espacial da NASA, antes de se dedicar integralmente em suas atividades de mestre; participou também de outros congressos como do I congresso Internacional de Ufologia do Rio de Janeiro de 1988, do III Congresso Internacional de Ufologia em Abril de 1986 em São Paulo. Cícero Buark é um pioneiro na pesquisa de Ufologia no Brasil, tendo seu nome citado em jornais, revistas, programas de Tv no Brasil e no exterior, autor do livro "O triângulo de Ilhabela e Seus mistérios". Fonte: http://www.netmogi.com.br/buark/
CLAUDEIR COVO
BIOGRAFIA ATUALIZADA EM 14.09.2008
Claudeir Covo nasceu na cidade de São Paulo, SP, Brasil, no bairro do Ipiranga, em 09.06.1950, às 23:00 horas. É Engenheiro Eletricista, Engenheiro de Operação Eletrônica e Engenheiro de Segurança do Trabalho. Profissionalmente, é especializado em ótica, fotometria, colorimetria e fotoelasticidade, na área de dispositivos de iluminação e sinalização veicular. Foi presidente do Comitê de Iluminação Veicular da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), durante 27 anos. Desde os sete anos de idade adorava ir ao Planetário do Ibirapuera (o meu pai me levava), em São Paulo, e ver aquele céu artificial totalmente "estrelado". Em 1966, com 16 anos de idade, acompanhando as conquistas espaciais, começou a se interessar pela Ufologia, quando leu no jornal que alguns astronautas foram seguidos por naves discóides quando estavam em órbita, ao redor da Terra. Desde então se interessou por Ufologia e nunca mais parou. Em 1975 fundou o CEPU (Centro de Estudos e Pesquisas Ufológicas), e até hoje pesquisa o fenômeno UFO, há 42 anos, utilizando uma metodologia científica. Já realizou várias centenas de palestras em vários estados brasileiros e no exterior, já participou de várias centenas de Congressos Ufológicos nacionais e internacionais, também já participou de inúmeros programas de rádio e televisão, e tem feito vários artigos e entrevistas para revistas e jornais. É co-editor e colaborador da Revista UFO desde a sua fundação. Desde 1984 é um especialista em análises fotográficas e videográficas de OVNIs. Atualmente é o representante estadual da MUFON (Mutual UFO Network), em São Paulo. Em 1994 fundou e é presidente do INFA (Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais) - (http://www.infa.com.br) e é também um dos responsáveis pela TV INFA (http://www.tvinfa.com.br).

CLÁUDIO BRASIL LEITÃO JUNIOR

É físico, astrônomo amador, e mestre da tecnologia nuclear.
Entre os apaixonados rastreadores de sinais de vida inteligente extraterrestre está o físico paulista Cláudio Brasil. Fascinado por astronomia desde os 15 anos, conheceu o projeto SETI em 1981, quando ainda estava na faculdade, e assistiu à primeira palestra sobre o assunto. O interesse foi imediato.
É membro e foi Coordenador da Área de Planetas Inferiores (1995 até 2001) da Rede de Astronomia Observacional (REA) e por 10 anos tem estudado o efeito Schroter em Venus [ a discrepância entre a fase observada e teórica do planeta ]. Cláudio tem desenvolvido seu projeto SETI , do qual é seu Coordenador Geral, desde 1995, e construiu (sendo pioneiro) estação Projeto Argus do Brasil a primeira, que consiste neste momento em um prato do diâmetro de 3 medidores, em um computador 486 Dx-2/66, no receptor de Yaesu Frg-9600 e no software de FFTDSP.
Projeto Argus é o projeto mantido por esta entidade que visa a formação de uma rede com 5000 antenas parabólicas rastreando os céus em busca de sinais extraterrestres.
Pertence ao grupo ufológico EBE-ET, tendo entrado para a ufologia no ano de 1995. Teve 3 avistamentos, e, dois deles registrou em vídeo. Estuda a Parapsicologia e dedica-se também
à Transcomunicação Instrumental da qual é aficionado.

(São Paulo - SP)
e-mail: cbrasil@space.com

Fonte: Diversos sites da internet inclusive o de Cláudio Brasil.

CLÁUDIO TSUYOSHI SUENAGA

É paulista, nissei e entusiasta pesquisador, seja de fenômenos inusitados (Exobiologia) ou da Ufologia propriamente dita. Suenaga é formado mestre em História pela Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é consultor das revistas “UFO” e “Sexto Sentido”, ambas de circulação nacional.
Suenaga apresentou com sucesso sua tese De Mito a Realidade Histórica – Um Estudo sobre o Fenômeno dos Ovnis. Como pesquisador, teve a oportunidade de realizar importantes pesquisas de campo, com destaque para reportagem em Sertãozinho/SP, onde há algumas décadas o fazendeiro João Prestes foi vitimado por ‘queimaduras estranhas’ causadas por um pequeno e inexplicável objeto luminoso que adentrou sua residência. O incidente causou sua morte dentro de poucas horas. Esta e outras pesquisas de Cláudio Suenaga vêm resgatar fatos que a princípio, passaram-se desapercebidos perante o olhar de todos. Parecendo ter por método a maneira de tratar as questões abordadas com um clínico olhar histórico muitos de seus reconhecidos trabalhos já foram publicados pela revista “UFO” ao longo dos últimos anos. Todo deste material se tornou um grande legado para a pesquisa científica dos objetos voadores não identificados no Brasil e em vários países do mundo.
Em maio de 1997, Suenaga foi destaque no jornal Folha de S. Paulo, na ocasião, teceu comentário sobre documentos encontrados, naquela época, os quais comprovavam a investigação por parte da polícia política brasileira acerca de trabalhos de pesquisas desenvolvidos por ufólogos no país. Sobre isso disse à reportagem da Folha: “Já havia ouvido, em reuniões de ufólogos, que muitos tinham sido investigados pela ditadura. Mas podia ser mais uma paranóia de ufólogo”. Os documentos encontrados provaram que não era paranóia: os ufólogos brasileiros tinham, realmente, seus trabalhos acompanhados de perto pelo serviço de inteligência da ditadura.
Ainda em 1997 Suenaga foi entrevistado pelo Jornal Paulista, que destacou sua tese sobre ovnis. Em abril de 1999 Cláudio Suenaga foi destaque no jornal Voz da Terra, de Assis/SP, novamente abordando sua nova tese: A Dialética do Real e do Imaginário: Uma proposta do Fenômeno Ovni. Na ocasião, Suenaga afirmou sobre a conclusão de seu novo trabalho: “...em vários momentos tentaram impedir a continuidade do projeto, fosse através da restrição ao acesso a certos arquivos e documentos ou através de golpes desferidos contra um planejamento”.
A partir do ano 2000 Cláudio Tsuyoshi Suenaga se torna colaborador periódico de Via Fanzine, trazendo trabalhos inéditos e exclusivos aos nossos leitores, seja através de suas enigmáticas séries especializadas ou de seus ricos trabalhos de natureza diversa. Apesar de não conhecer Itaúna pessoalmente, Suenaga tem profundo carinho pela cidade, com a qual colabora de alguma forma, através de seu substancioso trabalho lido por vários itaunenses há quatro anos.
Com uma farta cultura, aguçado grau de curiosidade e intrépido raciocínio, o jovem Cláudio Suenaga é daqueles talentos natos que, cientificamente, tem o costume de transportar colocações e conclusões – tal como um camaleão – do imaginário para a realidade, em questão de segundos. Seu denotado trabalho de pesquisa procura, em síntese, propor novas situações às diversas questões pendentes em estudo – dentro e fora - da ufologia científica tradicional.
Apesar de ser conhecido nacionalmente como ufólogo, a participação de Cláudio Suenaga em nosso jornal comprova que, como autor ele vai bem mais além do que um simples pesquisador que estuda os discos voadores e os seres alienígenas. Isso poderá ser comprovado nesta pequena fração aqui compilada de seu trabalho, para o deleite dos curiosos e apreço de sérios pesquisadores de todo o mundo
* * *


Canais de Marte – agora comprovados como leitos secos de imensos rios
que existiram no passado daquele planeta. Mars Observer/Arquivo Via Fanzine.
NOSSO VIZINHO - Os antigos romanos associaram o planeta a Marte, deus da guerra, filho de Júpiter e Juno, justamente por causa de sua cor avermelhada. Os israelitas o chamavam “abrasado”. Os índios, de Angaraka e Lohintaga, que significam “carvão ardente” e “corpo vermelho”. A cultura popular e parte da comunidade científica dos séculos XIX e XX atribuíram a Marte formas de vida primitiva e até civilizações tecnológicas superdesenvolvidas.
O semiólogo francês Roland Barthes (1915-1980) incluiu em Mitologias – reunião de textos escritos entre 1954 e 1956 dedicados a desconstrução dos mitos contemporâneos – uma análise acerca dos “marcianos”: “O mistério dos discos voadores começou por ser bem terrestre; supunha-se que os discos voadores vinham do desconhecido soviético, desse mundo tão privado de intenções claras quanto qualquer outro planeta. Essa forma do mito continha já, em germe, o seu desenvolvimento planetário; se o disco se transformou tão facilmente, de engenho soviético em engenho marciano, foi porque, de fato, a mitologia ocidental atribui ao mundo comunista a própria alteridade de um planeta: a URSS é um mundo intermediário entre a Terra e Marte. Simplesmente, o maravilhoso, no seu devir, mudou de sentido; passou-se do mito do combate ao do julgamento. Com efeito, até nova ordem, Marte é imparcial: os marcianos vêm a Terra para julgá-la; mas antes de condenar, quer observar e ouvir. A grande contestação URSS-EUA é assim considerada doravante como um estado culpável, porque não existe aqui medida comum entre o perigo e os direitos recíprocos: daí, o apelo místico a um olhar celeste suficientemente potente para intimidar as duas facções. Os analistas do futuro poderão explicar os elementos figurativos deste poder, os temas oníricos que o compõem: a redondeza do engenho, o caráter liso e unido do metal que o constitui: o estado superlativo do mundo que seria uma matéria sem costuras; ao contrário, entendemos melhor tudo o que, no nosso campo perceptivo, participa do tema do mal; os ângulos, os planos irregulares, o barulho, o descontínuo das superfícies. Tudo isso já foi apontado minuciosamente nos romances de antecipação, em cujas descrições se inspira literalmente a psicose marciana.
LIGAÇÕES HISTÓRICAS - O fato de Marte ser implicitamente dotado de um determinismo histórico calcado sobre a Terra é o que há de mais significativo. Se os discos voadores são veículos de geógrafos marcianos que vêm observar a configuração da Terra – conforme declarou em alto e bom som não sei que cientista americano, e como sem dúvida muitos ainda pensam, é que a história de Marte se desenvolveu ao mesmo ritmo da história do nosso mundo, e produziu geógrafos no mesmo século em que descobrimos a geografia e a fotografia aérea. O único avanço sobre nós é o próprio veículo, de forma que Marte é assim apenas uma Terra sonhada, dotada de asas perfeitas como em todos os sonhos de idealização. Provavelmente, se um dia desembarcássemos em Marte tal como o construímos, não encontraríamos senão a própria Terra, e perante esses dois produtos de uma mesma história não saberíamos reconhecer o nosso. Pois, para que Marte tenha alcançado o saber geográfico, é preciso que tenha tido também o seu Estrabão, o seu Michelet, o seu Vidal de la Blache e, por conseguinte, também, as mesmas nações, as mesmas guerras, os mesmos cientistas e os mesmos homens que nós. A lógica obriga-a a possuir também as mesmas religiões e, singularmente, é claro, a nossa: a religião do povo francês. Os marcianos - declarou O Progreso de Lyon - tiveram necessariamente um Cristo; portanto, têm certamente também um papa (eis aberto, aliás, um cisma): sem o qual não se poderiam ter civilizado a ponto de inventarem a nave interplanetária. Assim, para esse jornal, já que a religião e o progresso técnico são igualmente bens preciosos da civilização, não se pode conceber um sem o outro. É inconcebível, lê-se nesse jornal, que seres, com tal grau de civilização, que podem vir até nós pelos seus próprios meios, sejam ‘pagãos’. Devem ser deístas reconhecendo a existência de um Deus e tendo a sua própria religião. Assim, toda essa psicose é baseada no mito do idêntico, ou seja, do sósia. Mas aqui, como sempre, o sósia vai à frente, o sósia é o juiz. O confronto Leste-Oeste já não é o puro combate entre o bem e o mal, é uma espécie de briga maniqueísta que se desenrola sob um terceiro olhar; postula a existência de uma sobre-natureza no céu, porque é no céu que está o terror: o céu passou a ser assim, sem metáfora, o campo de aparição da morte atômica. O juiz nasce no mesmo lugar em que o carrasco ameaça. Ademais, esse juiz – ou antes esse vigia – vemo-lo, cuidadosamente reinvestido pela espiritualidade comum, diferir bem pouco de uma pura projeção terrestre. Esta incapacidade de imaginar o outro é um dos traços constantes de toda a mitologia pequeno-burguesa. A alteridade é o conceito mais desagradável ao ‘bom senso’. Todo o mito tende fatalmente para um antropomorfismo estreito e, o que é pior, para um antropomorfismo de classe. Marte não é apenas a Terra, é a Terra pequeno-burguesa, é o pequeno domínio de mentalidade cultivado (ou expresso) pela imprensa ilustrada. Marte foi assim alinhado pela mais forte das apropriações, a da identidade”[1].
OBSERVANDO MARTE - As primeiras dezoito fotografias do relevo marciano foram obtidas em julho de 1965 pela sonda Mariner 4, seguida pelas Mariner 6 (1967), Mariner 7 (1967), Mariner 9 (1971), Viking 1 (1976) e Viking 2 (1976), todas norte-americanas, e Mars 5 (1973), soviética. Os dados coletados não forneceram nenhum indício de vida inteligente.
Contudo, pesquisadores independentes pretenderam ver em uma das fotos enviadas pela Viking a escultura de um gigantesco rosto humano de 1,5 km de comprimento por 600 m de largura próxima a quatro pirâmides alinhadas em espantosa simetria. Os cientistas descartaram qualquer ação inteligente, explicando a singular imagem como um acaso resultante da geomorfologia do planeta ou da combinação de luz e sombras. Convencidos de que a NASA acobertava provas da existência de civilizações extraterrenas, os ufólogos prosseguiram examinando as mais de cinqüenta e cinco mil fotos das Vikings.
Na década de 1980, o norte-americano Raymond Boisvert e o austríaco Walter Hain discerniram outras estranhas configurações, ressuscitando o interesse do público. Em 1985, trinta cientistas da Universidade da Califórnia ousaram discordar.
Foto Mario Rangel


DALTON CORAZZARI DE SANTI

Nasceu em 12 de janeiro de 1968, na cidade de São Paulo, no Bairro da Moóca. É filho do jornalista Antônio de Santi, falecido em 1981, e Eclair Corazzari, e que desde o falecimento passou a residir na cidade natal de minha mãe, no município de Vinhedo. Realizei o 1º Congresso Internacional de Campinas, com a participação de palestrantes nacionais e internacionais. Responsável pelas primeiras fotos do objeto de Campinas no ano de 2001, que hoje ostentam a página do site Vigília, do Jefferson Martinho. Escreveu uma matéria sobre o estudo de Zecharia Sitchin que pode ser conferido no site http://www.sitchin.hpg.com.br/subindex/htm e que já coloco à sua disposição para seu site. Realizei uma pesquisa pessoal com relação ao depoimento da cantora Elba Ramalho, tendo gravado entrevistas com o físico da Universidade Federal de São Carlos, com as pessoas das quais foram retirados os implantes, submetendo os laudos realizados naquela universidade à apreciação de peritos na área de minerologia e metalurgia, e também junto ao hipnólogo e ufológo Mário de Oliveira Rangel, chegando à conclusões que desabonam por completo as afirmações levantadas pela Elba Ramalho e pela sua guru "Fraelly". Pesquisa juntamente com o Sr. Mário Rangel, de regressão hipnótica que indicou uma abdução com riqueza de detalhes, cuja divulgação se encontra prejudicada por falta de autorização da paciente.Atualmente está trabalhando no levantamento de um dos primeiros casos de abdução (se não for o primeiro) de que se teve notícia no Brasil e que envolveu um senhor nascido aqui na cidade de Vinhedo.
DANIEL C. CARNEIRO

Nascido em Salvador (BA) em 14 de dezembro de 1982, é acadêmico do curso de Direito na Faculdade Ruy Barbosa. Ingressou na Ufologia já em 1996, participando de investigações e pesquisas no interior do estado. Participou em 1997 do IV Congresso Nacional sobre Discos Voadores, I Encontro Latino-Americano sobre Pesquisas Ufológicas e I UFO School, realizados no então Hotel Meridien (atual Pestana) de Salvador. Posteriormente, esteve na I e II Jornada de Exobiologia, realizadas também em Salvador. Em julho de 2006, a convite, concedeu entrevista sobre Ufologia e extraterrestres à Universidade Federal da Bahia (UFBA). É pesquisador dos fenômenos ufológicos que incidem na caatinga baiana. Foi autor de fotografias e filmes ufológicos que estão entre os de melhor qualidade já obtidos na Bahia. Alguns trabalhos seus tiveram repercussão na imprensa local, além da mídia especializada no assunto. Integrou importantes grupos civis de pesquisas ufológicas que existiram no Estado.


DANIEL REBISSO GIESE

Boliviano de nascimento, é biomédico e funcionário do Governo do Pará, na área da saúde, o que lhe propiciou encontrar-se várias vezes, como profissional, com dezenas de testemunhas e vítimas de ocorrências ufológicas, algumas com quadros clínicos até graves. É autor do livro “Vampiros Extraterrestres na Amazônia” edição do próprio autor., Belém (PA) 1991. Nascido sob a influência da estrela dos peregrinos. Passou sua infância dividida em quatro nações: Bolívia, Itália, Alemanha e Brasil. Graduou-se em Biomédica pela Universidade Federal do Pará. No mesmo ano, Curitiba marcaria o seu encontro definitivo com os OVNIS.Conferencista e palestrante de inúmeros cursos e congressos de Ufologia, Daniel foi colaborador dos jornais O Estado do Paraná e Diário do Pará.Possui artigos publicados nas revistas UFO, Planeta, e Cuarta Dimension (Argentina).

Entidade pioneira no norte, contou com o apoio do renomado Prof. Flávio Augusto Pereira, cujo Estatuto foi aprovado na Assembléia Geral de 23/12/67, em Manaus. Abandonou a ufologia há aproximadamente 20 anos.

DANILO DU SILVAN

Um dos pioneiros na pesquisa ufológica na Amazônia, em seu livro Mistificadores da Ufologia, uma das primeiras observações de naves extraterrestres na região foi registrada na cidade de Manaus, em 1957, quando várias pessoas avistaram num fim de tarde, na Ponte Cabral, um objeto voador não identificado.
Foi Presidente do Clube de Estudos dos Objetos Aéreos Não-Identificados (CEOANI). Entidade pioneira no norte, contou com o apoio do renomado Prof. Flávio Augusto Pereira, cujo Estatuto foi aprovado na Assembléia Geral de 23/12/67, em Manaus.
Abandonou a ufologia há aproximadamente 20 anos.

A Notícia – 1956 – Data de fundação: 7 de abril de 1956. Periodicidade semanal. Tiragem média: 500 exemplares. Fundador e primeiro diretor: Danilo Du Silvan. Linha editorial: particular e independente. Atualmente está extinto.
Entre outras coisas, a NOTÍCIA publicou: 1 - O início da exportação do manganês da região de Serra do Navio pela Icomi (Indústria e Comércio de Minérios), para os Estados Unidos, através do Porto de Santana (NA 12.Ol.1957); 2 - Instalação oficial do município de Calçoene, criado em 22 de dezembro de 1956. (NA 25.01.1957); 3 - Chegada das religiosas da Congregação de Nossa Senhora Menina, para o Hospital Geral de Macapá; 4 - Chegada da carnavalesca Alice Gorda (a Rainha Moma do Carnaval Amapaense), aos 25 anos de idade, trazida pelo empresário Orlando Ventura, proprietário do Hotel Coelho, em Belém, a quem o Macapá Hotel estava arrendado.
DINO NASCIMENTO
Foto Cortesia Mario Rangel

49 anos- 01/janeiro/1959
Professor-musico -Endereço Rua Antonio Cavazzan n° 183
Casa Verde - SP cep 02534-001
Fone: 011-3857-4906 cel: 011- 9546-3253
Leciono aulas de Geografia no Curso Pionneiro (Objetivo). - Geógrafo formado pela USP, com pós em Geografia Física- Geomorfologia.- Vários cursos optativos e de extensão universitária no IAGUSP,IOUSP e IBUSP- Astronomo amador - muito aprendi com o prof.Jean Nicolini.- Participei da tentiva de intalar o projeto SETI, liderado pelo Matsuda, mas por falta de verbas...dançamos.- Curso teórico de PP pela EWM-SP e com 8 horas de vôo em Embraer Tupi- Eroclube de SP- CAmpo de Marte. Não solei ainda.....rs...faltam umas 22 horas de vôo, alem do exame médico.- Músico- Bandas IRA!, Anarco-Tráfico e Vultos - trabalhos em estudio com outros musicos.
Quanto à Ufologia: Despertou me o interesse com meus pais e irmãos, pois sempre foi tema na mesa do almoço, etc. Em 1974, junto com uns amigos começamos a ler e guardar os casos que saiam nas revistas e jornais da época. Participei das reuniões que ocorriam no Museu da Aeronáutica no Ibirapuera, promovido se não me engano pela Ada Rogato, onde conheci Arismaris Baraldi Dias, Claudeir Covo, entre outros, que mais ainda incentivaram ao estudo e pesquisa ufológica. Em 1979 conheci Ademar Eugenio de Melo, numa palestra sobre o calendário Maia e este me convidou a participar do grupo por ele montado para pesquisar temas ufológicos, onde as reuniões eram realizadas na casa da Sra Suzy Hegminton - a amizadade com o n:.i:. Ademar foi-me de grande valia na formação e incentivo para pesquisar ufologia.Em 1980 - participei do grupo RAMA, liderado pela Sra. Sueli - mas deixei de participar pois não concordava com seus objetivos. Hoje pelo que sei estão com uma comunidade em Barra do Garças, proximo a Serra do Roncador. De 1981 ate 1994, continuei com a ufologia como segundo plano, pois estava muito envolvido com musica. Formei a banda IRA!, e também a Banda Vultos. Desde de 1984 - quando sobrava um tempo por aqui em SP, eu comecei a participar do Grupo GEONI - onde em 199?..fizemos algumas pesquisas na região de Ibiúna -SP- e nas regiões de Rafard, Tiête e junto com o AQUI e AGORA, fomos até Aparecida do Norte-SP, pesquisar os avistamentos e contatos que estavam ocorrendo na época. Em 2000, junto com o grande irmão Marcos Silva, formamos o EXO-X, onde nosso foco de pesquisas iniciou-se em Ibiúna, mas fundamentalmente foi a região de Peruibe. Nesta região fomos várias vezes coletar e pesquisar casos ufológicos, pois é hotspot ufológico brasileiro. Começamos também a realizar reuniões publicas apoiadas pela prefeitura de Peruibe, onde convidamos vários amigos ufólogos para expor suas pesquisas e divulgar a casuistica da região.Participei de vários programas de radio, revistas, TV, além de palestras, jornais,etc. Atualmente, faço parte do Grupo Ufológico Giordano Bruno, onde alem de analisar casos que nos chegam atraves dos ouvintes do programa de radio do Luiz Ricardo - FENÔMENO UFO- radio Boa Nova, também a cada uma vez ao mes realizamos encontros Ufológicos, sempre com o objetivo de informar o publico sobre o que há real dentro da ufologia. Vários amigos ufologos já nos brindaram com sua participação nestas reuniões, entre eles Salvadore de Salvo; Nelson Granado; Carlos A. MAchado,Wallacy entre outros. O Grupo Giordano Bruno possui um espaço na Santa Cecília, e é composto por: Eu,Dra Paula - Empresária- biomédica e Doutora em direito.Dr Walter- Médico ( Medicina do trabalho e Legista). Luiz Ricardo - Radialista e professor. Dra Andrea- Médica Pediatra. Jaime - Cartorario.
A partir de 2008, além do programa de radio do Luiz Ricardo - Radio Boa Nova SP-, estamos também com 2 programas ao vivo pela TV.- ao vivo e com reprise em vários horários alternativos, muito fácil de ser acessado, atraves dé:
- Fenômeno UFO -
www.tvmundomaior.com.br - todas 2ªf. a partir dás 20:00h - com Luiz Ricardo Geddo.
- Sucesso ao seu Alcance -
www.tvorkut.com - todos os sábados a partir das 20:00h - com Dr Walter de Almeida.
Ambos os programas em breve estrão também sendo vinculados pelo TV Comunitária SP - canal 14 UHF .

EDENILTON LAMPIÃO

Foi editor da Revista Planeta por 3 anos, quando abriu suas portas para uma maior divulgação do Fenômeno Ufológico, seja como conferencista descontraído, sempre abordando temas intrigantes, sem nunca deixar de lado uma colorida camiseta de Bob Dylan.
Sempre com seu jeito alegre, informal era muito ativo. Foi um grande incentivador da Ufologia brasileira. Entrou na Revista Planeta em 1980 substituindo Luis Pellegrini (abrindo espaço para Edenilton Lampião). Três anos depois, foi a vez de Lampião partir.
Faleceu vítima de um atropelamento em abril de 1985.
Edenilton Lampião, quando atuava como editor da revista Planeta, escreveu um artigo antológico publicado na edição de 10 de setembro de 1984 do jornal Folha da Tarde, no qual já alertava para a sofisticação dos métodos e da linguagem das seitas no Brasil, que surgiam semanalmente. Lampião classificou-as em três tipos: as profundamente místicas (de inspiração cristã, em que Jesus surge como comandante de frotas de naves-mãe em trânsito pelas galáxias), aquelas que falam em nome de uma nova "consciência cósmica" (em que um líder serve de mediador com os ETs, aos quais, claro, só ele e mais uns poucos privilegiados têm acesso) e as mais traiçoeiras de todas, a corrente de seitas esotérico-científicas que se adaptam ao gosto do linguajar moderno dos meios de comunicação.
Destacava Lampião que em Barra do Garças, à 500 km de Cuiabá (MT), entre brigas de posseiros, grileiros, jagunços, latifundiários e as pregações de dom Pedro Casaldáliga, da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), havia o Monastério do Roncador. O templo era liderado por Udo Oscar Luckner, que se intitulava o Grande Hierofante: "Numa área de mais de 100 mil m², construiu até discoporto e, garante, o vaivém de naves é freqüente. Só em torno da Serra do Roncador, perto de Barra do Garças, existem 21 correntes, entre elas a Sociedade Brasileira de Eubiose, que afirma ser o local uma entrada e saída de discos voadores, com uma passagem submarina para o Egito dos faraós", explicou Lampião.
Na sexta feira , dia 20 de março de 1981 , Paulo Coelho e Edenilton Lampião (então editor da Revista Planeta) estavam promovendo o I encontro da Nova Cultura Brasileira, no Instituto Bennet, no Rio de Janeiro. Eles haviam criado mais uma Ordem Iniciátiva (a Ordem da Estrela Bailarina) e procuravam reorganizar o movimento alternativo no Brasil.

Ordem iniciátiva, mística e esotérica era uma forma também alternativa de reunir pessoas com novas idéias. Juntas , elas passavam - e passam - a geram um campo de energia. Não é por acaso que o segundo LP da carreira de Raul Seixas se chama Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das Dez, lançado pela CBS em 1971.

Fonte: Revista Ufologia 5/85 e Revista Ufo artigo Cláudio T. Suenaga
EDISON BOAVENTURA JÚNIOR
Foto Cortesia Mario Rangel

Nasceu em Santos – SP, Brasil, no dia 12 de dezembro de 1966. Atualmente (2007) é Gerente no Banco do Brasil S/A. Pesquisa o tema Ufologia desde 1981 e é fundador e atual presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá (criado em 04 de agosto de 1985).

Possui diversos trabalhos publicados em revistas, jornais e periódicos de vários países. Realizou e participou de vários congressos nacionais e internacionais, inclusive no “Primer Congreso Oviniológico Chileno Internacional”, em Santiago, de 21 a 23 de Junho de 1996.

Participou de vários programas de televisão e rádio. Como pesquisador adota a linha científica de investigação, tendo investigado centenas de casos de abdução, pousos e contatos com OVNIS, principalmente no Litoral Paulista.

Em 05 de novembro de 1996 foi convidado pelo Cel. Marco Aurélio da Gama, comandante da Base Aérea de Santos para ministrar palestra sobre o tema.

Realizou 17 eventos no Guarujá levando Cultura e por vezes realizando eventos sociais com a coleta de alimentos não perecíveis para o fundo social do Município de Guarujá.

No dia 09 de maio de 2000, recebeu homenagem (moção n° 023/2000) da Prefeitura Municipal de Guarujá, pelos serviços prestados à população no esclarecimento do tema Ufologia e pelos importantes estudos e pesquisas em prol do desenvolvimento da Ufologia brasileira.

Participou intensamente da investigação do “Caso Varginha” (Janeiro de 1996), em Minas Gerais, Brasil.

Viajou para vários países para investigar o Fenômeno OVNI, como por exemplo, Egito, Grécia, Turquia, Inglaterra, França, Peru, Chile e Argentina.

Atualmente vem desenvolvendo levantamentos sobre a atuação de militares brasileiros em pesquisas relacionadas com o Fenômeno Disco Voador. É o pesquisador brasileiro que possui a maior quantidade de documentos oficiais sobre o assunto.

Endereço para contato: boaventura_gug@hotmail.com ou pelo telefone 11-8424-6925.


ELAINE VILLELA

EMANUEL PARANHOS

Professor, Funcionário Público, Secretário de Cultura de Lauro de Freitas, Presidente do Centro de Pesquisas Ufológicas UFOS – Bahia – Setor metropolitano. Reside na Bahia, há 32 anos desenvolve pesquisas ufológicas, é membro do Conselho editorial da Revista UFO, co-editor do jornal Nave – casuística ufológica e científica. É presidente da Sociedade de Estudos Ufológicos de Lauro de Freitas (SEULF).
Fonte: http://www.arquivoufo.hpg.ig.com.br/agenda.html

ERNESTO BONO

Nascido na Itália em 19/07/1934, residente no Brasil, em Porto Alegre, desde março de 1947. Naturalizado brasileiro. Solicitou sua naturalidade italiana original de volta, para poder assim ficar com duas nacionalidades, mas lhe foi negada. O Brasil é minha pátria de adoção e ao Brasil devo tudo. Formação escolar primária, na Itália. Formação secundária, no Brasil, Colégio Estadual Júlio de Castilho, Porto Alegre. Formação universitária: Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Experiência psiquiátrica, Hospital Psiquiátrico São Pedro, Porto Alegre, onde trabalhou durante 23 anos. Atividades, medicina interna, psiquiatria, psicoterapia, medicina do trabalho. Fora isso é também escritor, conferencista, palestrante, comunicador. Em 1967 introduziu a visão antipsiquiátrica no Brasil, com um enfoque do tema totalmente próprio, e que hoje poderia ser chamada de Psiquiatria Transcendental, isto se a psiquiatria acadêmico-oficial permitisse. Inovador da teoria do conhecimento ou da epistemologia e gnoseologia do Ocidente. Crítico do conhecimento científico, filosófico e religioso. Estudioso das filosofias e religiões do Oriente e do Ocidente. Estudioso do Cristianismo, exegeta do Novo e Antigo Testamento. Inovador da Doutrina Cristã. Estudioso do Espiritualismo em geral, do Espiritismo, da Apometria, Parapsicologia, Metapsíquica, Psicobioenergética, Psicotrônica, Holística. Ufólogo há quase 50 anos. Palestrante em diferentes congressos nacionais e internacionais, abordando temas tipo, Yoga, Orientalismo, Budismo, Zenbudismo, Cristianismo, Ufologia, Psicologia Transpessoal, Psiquiatria Transcendente ou Antipsiquiatria, Alternativas Médicas, Educação e Novos Enfoques do Conhecimento. Com Artigos e ensaios publicados em Jornais e revistas de P. Alegre, Brasília, Campo Grande S.Paulo e Rio de Janeiro. Criador da pequena revista contracultural e antipsiquiátrica ORION, com cinco números, em 1972, hoje extinta. Fonte: Este texto foi retirado do site do Autor
ESDRAS MARTINS, EUSTÁQUIO ANDRÉA PATOUNAS E FÁBIO AVOLIO


ESDRAS MARTINS

Natural de Piracicaba (SP), nascido em 08 de abril de 1953, é gaúcho de coração residindo em Passo Fundo-RS. Foi funcionário dos Bancos Nacional e Bradesco. Metalúrgico aposentado da maior multinacional montadora de tratores do mundo onde atuou durante 24 anos na área de Logística. Em 1973 iniciou suas atividades na Ufologia buscando entender um pouco mais da realidade humana. Pesquisador com larga experiência em campo onde obteve a comprovação de suas buscas vivenciando inúmeras experiências do fenômeno ufológico. Estudioso da Parapsicologia e da Radiestesia manteve forte ligação com o saudoso cientista Frei Albino Aresi. Teve significativa atuação na Doutrina Espírita Kardecista onde desempenhou as funções como palestrante, atividades mediúnicas e filantrópicas. No ano de 2001 desligou-se das atividades na Doutrina Espírita e dirigiu seus estudos iniciando as pesquisas sobre os fenômenos da comunicação interdimensional com a prática da TCI -Transcomunicação Instrumental onde obtém resultados surpreendentes principalmente através do computador. Desenvolve as suas pesquisas associando suas experiências da TCI com a Ufologia. Hoje tem aprofundado seus estudos buscando conhecer mais profundamente a Ressonância Magnética. É Reikiano e estudioso da Grande Fraternidade Branca Universal onde tem participação ativa no Centro Terapêutico Cores e Liberdade sendo responsável pelo escritório central Sul em Passo Fundo recebendo orientações dos Mestres e dos interplanetários da Constelação Estelar a respeito de suas vivências como ser cósmico. Trabalhou ativamente na revisão e elaboração dos livros Missionários do Bem e Espectro de Luz, ambos prefaciados por ele.


EUSTÁQUIO ANDRÉA PATOUNAS

Autor de diversos artigos www.socex.net, blogs www.mural_da_ufologia.blogspot.com , 5 livros www.socex.net/porthais/livros.htm e palestrante em dezenas de eventos no Brasil e Exterior www.socex.net http://www.socex.net/photos.htm, desde 1961 estuda os Discos Voadores.

Aos 11 de maio de 1951, em uma clínica particular da praça Omonia, no centro, em Atenas-Grécia, às 15:45hs locais, aportei novamente neste planeta. Não foi a primeira vez que nasci na Grécia, visto que tive uma encarnação na época em que estavam erguendo os monumentos que hoje não passam de ruínas. Eu era filho de agricultores mas tinha a habilidade de esculpir estátuas. Em certa ocasião, dirigi-me à Escola de Artes para aprimorar meu aprendizado, mas lá fui rejeitado pois era filho de gente humilde. Disseram-me que era melhor voltar para a roça, pois lá era meu verdadeiro lugar. Carrego até hoje esta sensação da rejeição, mas sei também que fui o escultor de algumas das estátuas que lá se encontram hoje. Logo após meu nascimento em parto difícil e normal (nasci com 6 quilos e alguns gramas), Dora, minha mãe, acordou à noite e ao olhar para meu berço, viu uma linda mulher vestida com uma túnica azul, com longos cabelos lisos e negros, e que me ninava e acariciava. Julgando ser uma enfermeira da clínica, mesmo que inconvenientemente vestida, voltou a dormir. Pela manhã, quando vieram servir o café, Dora perguntou pela linda enfermeira que havia estado no quarto. A plantonista, que ainda não havia largado seu turno, disse-lhe que não havia mais ninguém além dela, e que não havia entrado no quarto durante a noite. Dora insistiu, descreveu a mulher, mas a enfermeira sustentou que ninguém entrou lá. Logo após a alta, fui levado para casa. Éramos muito abastados financeiramente naquela época e morávamos numa grande casa dentro de um enorme terreno. Meu quarto dava para um jardim e meu berço ficava ao lado de uma das janelas. Certa noite, minha tia Maria que morava conosco acordou e levantou-se para ir ao banheiro. Ao passar pelo nosso quarto, viu a mesma mulher ao lado do meu berço, e ao assustar-se e perguntar quem era ela e o que fazia ali, recebeu silenciosamente um pedido de manter-se calada. Em seguida, a mulher desapareceu! Dias após esta segunda aparição da mulher, uma enorme tempestade caiu sobre o local, com ventos fortíssimos, raios e trovões. Em função disso, a janela junto a qual estava meu berço foi totalmente destroçada, tendo os vidros caído sobre mim juntamente com alguns pedaços de madeira. Não tive sequer um arranhão! Nunca se soube quem era esta mulher, se era deste ou de outro plano, o que fazia ou o que queria. Só sei que ao longo de minha vida neste plano terrestre, sempre fui agraciado por enorme proteção, tendo escapado da morte física por diversas vezes e sempre salvo milagrosamente. Se existe alguma relação, não sei e nem seria bom conjecturar. Vivi na Grécia até junho de 1954, quando meu pai, então executivo de uma grande multinacional americana, resolveu vir ao Brasil para cuidar do patrimônio que meu avô havia deixado em Jacareí (SP) e outras cidades. Durante meus três anos de vida em Atenas, caí dentro de um poço, um riacho, e superei mais uma série de pequenos acidentes sem maiores conseqüências. Em julho de 1954, chegávamos ao porto de Santos (SP), vindos num navio misto argentino chamado “Salta”. Durante a viagem que levou quase um mês, distraí-me e caí na piscina do navio, sendo salvo por um passageiro negro que se encantara comigo. Fomos morar num sítio de propriedade de meu pai, localizado no município de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Tínhamos uma criação de galinhas e o imóvel ficava às margens do Rio Tietê, na ocasião um rio vivo e muito piscoso. Meus pais ali se estabeleceram e eu fui morar com meus tios na capital paulista, pois haviam me matriculado no “Graded School”, uma escola americana onde se falava somente inglês. Dos três aos oito anos, eu só falava grego e inglês, e meu pai queria que eu me formasse na escola em questão. Acontece que naquele tempo o diploma não era reconhecido no Brasil, o que fez com que eu saísse e fosse para uma escola brasileira. Tive um certo grau de dificuldade para aprender a língua portuguesa, mas tudo caminhou na mais perfeita ordem. Passados alguns anos, meus pais se mudaram para a capital e nos instalamos no bairro do Paraíso, a duas quadras do “Graded School”, que posteriormente se mudaria dando lugar à UCBEU-União Cultural Brasil - Estados Unidos que lá está até hoje. Para não perder o domínio da terceira língua, fui matriculado na UCBEU e continuei estudando a língua inglesa até os 14 anos de idade, o que me foi e é de grande valia, não como currículo, mas sim como uma forma de comunicação com irmãos de outros países. Certa noite do ano de 1961, eu, um menino com quase 10 anos de idade, não me recordo porquê, saí pela cozinha de nossa casa para ir até a edícula que ficava nos fundos. Ao sair, já era noite escura e não muito tarde, senti um calor vindo acima de minha cabeça. Fui impelido a olhar para o alto, e deparei com uma imagem inesquecível: um objeto arredondado, com diversas luzes multicoloridas e parado sobre minha casa. Tinha o tamanho de uma pizza gigante (não sei precisar a que altitude ele estaria pois minha idade não permitia estes cálculos), e as luzes piscavam alternadamente. Entusiasmado, voltei para dentro de casa e chamei por meus pais para que vissem o que eu estava vendo. Saímos novamente para o quintal e eles puderam testemunhar o belo objeto que lá continuava parado. Chamamos nossos vizinhos que também ficaram observando, e a seguir fomos todos para a rua para observar melhor. O objeto permanecia girando sobre seu próprio eixo e assim permaneceu por longo tempo, até que começou a deslocar-se lentamente rumo ao Parque do Ibirapuera. Acompanhávamos eufóricos este deslocamento, quando de repente, o objeto fez três ou quatro zigue-zagues em velocidade indescritível e desapareceu como uma flecha no horizonte. Neste momento, havia pelo menos duas dezenas de testemunhas que ficaram boquiabertas com o fenômeno que acabavam de presenciar. Este foi, aos 10 anos, meu primeiro avistamento consciente de um objeto voador não identificado. A partir desse dia então, nunca mais parei de pesquisar sobre o acontecido e ficava aquela impressão interior de que havia algo de comum e familiar em tudo aquilo. Eu sabia que era um disco voador! Não sei como, mas aquilo foi natural para mim. Posteriormente, ao longo de minha vida de adulto, acessei que minha experiência e contatos com extraterrestres já vêm de outras vidas. Em algumas delas, desde criança, eu me assustava com a presença de seres que vinham ao meu encontro e me acalmavam dizendo que eu não os temesse. É uma espécie de sentimento familiar que pulsa em meu coração, e um amor indescritível por palavras que também sinto emanado por estes seres, seja lá quem forem. Passados alguns anos, andando de bicicleta com um amigo no Parque do Ibirapuera em São Paulo, final de tarde, eis que elevamos nossos olhos e vemos dois objetos discóides, parecidos com dois pratos sobrepostos, pairando sobre uma estátua deste parque. Certificamo-nos de que não eram balões (sabíamos que não, pois éramos experts em fazer balões e soltá-los) e meu amigo assustou-se com a cena e desandou em fugir com a bicicleta. Em meio ao pânico dele, eu também fiz o mesmo e não pudemos ver o que aconteceu depois. Neste tempo eu já começava a pedir a meu pai que recortasse notícias onde se falava de extraterrestres, discos voadores e coisas do gênero. Assistia a todos os filmes que faziam referência ao assunto repetidas vezes. Uma obsessão pelo tema começava a tomar conta de mim e perdura até hoje. Na minha infância e adolescência sonhava constantemente com discos voadores e extraterrestres. Os seres que apareciam em meus sonhos eram iguais aos humanos. Conversávamos futilidades e eu perguntava sobre planetas, suas origens, seus costumes, tempo de viagem, sociedades, etc. Sempre me respondiam gentilmente mas eu sentia que as respostas eram segundo meu grau de compreensão da época. Sentia também que estes sonhos (vamos tratá-los assim, como sonhos), eram interrompidos após nossas conversas, ou seja, conversávamos sobre muitas coisas e depois eu não me lembrava de mais nada. Quando eu ainda era muito jovem, por volta de 11 ou 12 anos de idade, apareceu em mim uma aversão indescritível por lagartixas. Um horror inexplicável, não sei se era medo, nojo, o corpo transparente ou gelado, ou fosse lá o que fosse. Onde havia uma lagartixa, lá estava eu a metros de distância, chegando a trancar-me no banheiro ou no quarto. Pesquisei posteriormente com meus pais e parentes para verificar se durante minha infância alguma coisa havia ocorrido envolvendo este pequeno sáurio, tal como ele cair sobre meu corpo, alguma brincadeira de mau gosto, etc. Nenhuma resposta que elucidasse esta aversão. Um pouco mais tarde, já por volta dos 14 ou 15 anos, dezenas de vezes eu acordava durante a noite com o meu travesseiro empapado de sangue. Não me recordo de sonhos envolvendo alguma abdução ou algum implante nesta época, e minha mãe dizia que estes sangramentos eram em decorrência do forte sol na cabeça. Só que isso acontecia em dias nublados, chuvosos também! Não era em função de insolação, nem de traumatismos ou outros acidentes. Ocorria naturalmente, e curiosamente somente à noite, altas horas da madrugada. Eu era inexperiente nesta área da Ufologia, e jamais poderia sequer conjecturar que algum extraterrestre estivesse enfiando algo em minhas narinas. Até hoje desconheço a verdadeira razão destes sangramentos que perduraram durante anos. Nem médicos constataram nada de irregular, apesar de nenhum deles haver feito ou solicitado uma radiografia da região paranasal. Como eu tenho nariz grande, creio que se os “aliens” implantavam algo, devem ter tido um enorme prejuízo, pois a matéria prima dos eventuais implantes em mim daria para uma dezena de abduzidos com nariz normal... Éramos ortodoxos gregos, freqüentávamos nossa igreja da coletividade helênica paulistana e paralelamente, meus pais e eu, abríamos nossos horizontes para uma visão mais holística da vida. Meu pai, engenheiro agrônomo precoce (formou-se com apenas 21 anos de idade) interessava-se pela doutrina espírita, cosmologia, exobiologia e ciências afins. Jamais, em momento algum, tentou dirigir ou influenciar minha formação religiosa ou futuro profissional. Tínhamos uma biblioteca muito rica em obras científicas, espíritas, espiritualistas e ufológicas. Meu pai conheceu pessoalmente Alberto San Martin, espanhol que teve uma experiência com um ser extraterrestre louro e que recebeu como presente uma pedra contendo estranhas inscrições, o que deu origem a um livro chamado “A Pedra do Espaço”. Creio ter sido esta a primeira obra que li a respeito de extraterrestres. Entusiasmado com a história passada na Espanha, guardava minha mesada para comprar outros livros de Ufologia, os quais eu devorava tamanho era meu interesse pelo assunto. E assim foi toda a minha adolescência. Pouco aplicado aos estudos no colégio (fui expulso de todas as escolas nas quais estudei, sem exceção), sempre assumi minha condição de estudioso de discos voadores e extraterrestres, fazendo centenas de vigílias sozinho e acompanhado, recortando jornais, submetendo-me às gozações de amigos, perguntando para as pessoas se já haviam visto alguma coisa e colhendo depoimentos incríveis e que jamais foram publicados em lugar nenhum deste planeta. Todas as histórias e fatos que eu ouvi em minha vida, eu sempre registrei na memória, e posso dizer que se fossem escritos ou transcritos, dariam centenas de livros. Mas esta era a minha caminhada. O que eu ouvi e presenciei era para mim. Se fosse para publicar eu o teria feito, mas também estaria fazendo o que a maioria faz: contar a história dos outros, para outros. Meus amigos extraterrestres já me disseram que somente podemos ensinar aos outros aquilo que nós próprios já vivenciamos. Não adianta contar ou ensinar o que você não experienciou ou aprendeu numa experiência pessoal, principalmente na área da evolução e transformação humana. Eu havia constituído um acervo muito grande sobre Ufologia e fazia meus estudos e pesquisas independentes. Era uma busca pessoal. Não participava de grupos de estudos e limitava-me a absorver os conhecimentos auto-adquiridos. Já nesta época, ortodoxia, espiritualismo, espiritismo e exobiologia se misturavam em meu ser. Minha sede de conhecimento excedia os dogmas ou preconceitos. Eu era um jovem que além das delícias que a idade proporcionava, aliava minha rebeldia à frenética busca de algo que estava enraizado no meu ser. Recordo-me como se fosse hoje, quando descobri que existia uma entidade que estudava Ufologia. Chamava-se APEX – Associação de Pesquisas Exológicas, e estava instalada em uma agradável e espaçosa casa no bairro da Lapa em São Paulo. Presidida pelo Dr. Max Berezowsky, médico, foi com uma emoção e alegria indescritíveis que comecei a freqüentar as reuniões aos sábados. Dr. Max era um estudioso que confessava nunca haver visto nada apesar das constantes vigílias, além de estudar experimentos com plantas (media a sensibilidade delas). O grupo era formado por muita gente capacitada, idônea e competente, equipado com filmadora, binóculos e uma vontade ferrenha de pesquisa do fenômeno. As paredes da APEX eram repletas de quadros referentes a discos voadores, e as reuniões transcorriam animadamente nas tardes de sábado. Não me recordo por quanto tempo durou esta alegria, mas as dificuldades financeiras da época fizeram com que tivéssemos que deixar aquele imóvel, o que ocasionou posteriormente a extinção da APEX, pelo menos em nível de associados. Através desta inesquecível entidade, pude participar do Congresso promovido no Teatro Cultura Artística em São Paulo, no ano de 1979, onde tive a grande honra de conhecer, conviver e conversar com os saudosos General Uchôa e Joseph Allen Hynek, além de outras expressões da época como o Prof. Flávio Augusto Pereira. Foi um evento inesquecível que antecedeu ao Congresso Internacional de Brasília. A partir daí comecei a manter contato com outros pesquisadores, trocando conhecimentos e experiências, mas ainda a nível muito reservado. A frustração pela extinção da APEX ainda mexia muito comigo. Os fenômenos ufológicos continuavam presentes na minha vida. Em certa ocasião, um objeto acompanhou por mais de duas horas o ônibus no qual eu viajava entre Curitiba e São Paulo. Sozinho numa das poltronas, eu chorava quieto devido a uma insuportável dor de dente. Tentando distrair-me, já que não conseguia dormir, comecei a notar um objeto no horizonte que parecia nos acompanhar. Não era reflexo das luzes internas do ônibus e nem farol de automóvel, já que nesta época eu tinha conhecimento para discernir e diferenciar fenômenos artificiais e naturais. Sem mais opções para minimizar a terrível dor que me acometia, mentalmente dirigi-me ao objeto e pensei: “se é mesmo um disco voador, que me prove fazendo com que passe minha dor de dente”. Coincidência, força mental, extraterrestres, imaginação ou seja lá o que foi, minhas dores cessaram, consegui adormecer e completei a viagem de forma agradável. Passei 34 anos de militância na Ufologia em completo ostracismo. Não escrevia para revistas, jornais ou similares e procurava entender, aprender e pesquisar sozinho. Durante toda a minha juventude eu fui impelido a escrever. Frases começavam a martelar minha cabeça, e embora eu me esforçasse para que a continuidade fosse dada, nada ocorria até que eu me sentasse em algum lugar tranqüilo e começasse a escrever aquelas “palavras sem som”. Era assim que eu era avisado quando tinha que escrever algo. A primeira frase era repetida centenas de vezes, quase me deixando louco, até que eu começasse a escrever. Assim que eu iniciava este processo, as mensagens vinham em sua íntegra, e eu me emocionava, às vezes chorava e não acreditava que eu as havia escrito. Em outro capítulo, iremos abordar essa questão das mensagens. E esta contumácia se estende até os dias de hoje, num freqüente contato com outros orbes ou planos dimensionais, não quando eu assim o desejo, mas sim quando “eles” o querem. Muitas destas mensagens eram na época de ordem pessoal, incentivando minha busca e esclarecendo sobre questões que estavam enraizadas em minha mente. Todas as vezes que eu perguntei algo, jamais tive resposta. Ela vinha muito mais tarde, no seu devido tempo e no grau de entendimento em que eu me encontrava. Quanto mais ansioso ficava, menos comunicações eu recebia. A quietude era necessária para que minha alma aprendesse a escutar sem os ouvidos físicos, num trabalho incessante e necessário de burilamento interior. Os contatos começaram a ficar mais freqüentes, em sonhos conscientes, em mensagens telepáticas, em fatos mais tarde comprováveis e assim iniciou-se um processo irreversível de busca não só da confirmação da presença extraterrestre, mas também de uma busca de ordem interior onde somente a própria vivência e aprendizado forneceriam as respostas que buscava. Em certa ocasião, estava dormindo quando sonhei que uma nave passava por cima de minha casa e pousava na rua. Nesta época estava casado e já tinha meu primeiro filho, Eduardo. Recordo-me que dentro do sonho, após presenciar o pouso da nave, pedi à minha esposa que fechasse a porta da cozinha que dava para o quintal e que telefonasse para a polícia. Quando minha esposa pegou o telefone para ligar, informou-me que o mesmo estava mudo. Nesse ínterim, um ser vestido com uma roupa prateada entra pela porta da cozinha que eu havia pedido para que fosse fechada. Quando vi este ser adentrando minha sala de visitas, estranhamente disse-lhe em inglês: “I’m not afraid of you” (eu não tenho medo de você). Não tenho a mínima idéia do porque eu ter falado em inglês, já que havia muito tempo que eu não exercitava a conversação na língua em questão. O ser não me respondeu, ficou prostrado na porta entre a sala e a cozinha e foi aí que me dei conta de que havia mais um homem sentado em minha sala acompanhado de duas mulheres. Iniciamos uma conversa onde eu perguntava a eles de onde vinham, no que responderam não poder dizer. Perguntei se no planeta deles havia casamento e eles disseram que sim. Afirmaram também que levavam 4 meses e vinte dias para fazer esta viagem até a Terra, sendo que logo em seguida uma das mulheres retificou a informação dizendo que levavam 4 horas e vinte minutos. A dúvida jamais foi esclarecida. O curioso é que durante muito tempo eu despertava à noite exatamente às 4:20hs da madrugada, isento de sono e sem saber do porquê ou o que fazer. Não me recordo de minha mulher participando da conversa, pois após ela haver tentado ligar para a polícia e o telefone estar mudo, não a vi mais. O ser que estava na porta era o único que se diferenciava dos demais, não somente pelas roupas, mas também porque não falou nada. Quem me respondia toda a pergunta era um senhor de certa idade, vestido como um terráqueo, com alguma intervenção eventual das mulheres que permaneciam de perfil, sentadas e quietas no sofá de minha sala. Não sei precisar quanto tempo conversamos e nem recordo como terminou nosso encontro onírico. Ao acordar na manhã seguinte, fui trabalhar normalmente. Nesta época eu era gerente de um grande banco e tinha por costume ligar para casa antes do fim do expediente, para ver se precisava trazer alguma coisa (pão, leite, etc.). Tentei incessantemente a ligação, mas ninguém atendia ao telefone. O fato causou-me estranheza visto que estávamos com um bebe recém nascido e minha esposa deveria estar em casa. Preocupado, saí da agência que ficava próxima de casa e ao chegar lá, perguntei do porquê não atender ao telefone. Minha esposa informou-me então que o aparelho ficou mudo o dia inteiro e que ela não pôde ligar para a companhia telefônica em virtude do meu filho pequeno. Quando peguei o telefone para ver se ainda estava mudo, eis que ele começa a funcionar normalmente! Para surpresa nossa, o telefone funcionava normalmente. Coincidência? Alguma relação com o sonho? Confirmação de que não havia sido um simples sonho? Jamais obtive a resposta, embora não a necessite. Vinte anos depois deste fato, Budd Hopkins ajudou-me a desvendar algumas coisas que ocorreram nesta noite, submetendo-me a uma regressão consciente. As respostas são de cunho pessoal e não vem ao caso narrá-las aqui, mas serviram para confirmar-me que o que vivenciei naquela noite não havia sido um sonho e sim uma abdução até uma nave, seguida de exames clínicos e recordada sem traumas. Muitas outras coisas e fatos ocorreram no decorrer destes anos todos, porém não é o escopo deste livro. Em minha eterna busca interior consegui que muita coisa aflorasse em minha memória, e procuro repartir este conhecimento no intuito de que as pessoas possam encontrar certa similaridade em seus processos.

FÁBIO AVOLIO

Diretor do Grupo VEGA de São Paulo, atua em Ilhabela e todo litoral norte paulista desde 1995, quando montou um posto avançado para pesquisa de lendas e mistérios associados a fenômenos sobrenaturais que constituem a cultura caiçara local. Testemunhou aparições de Objetos Voadores Não Identificados em vigílias realizadas no Litoral Norte, Interior de São Paulo e Vale do Paraíba; Atualmente seu grupo realiza vigílias noturnas regulares e atua em feiras de ciências visando conscientização de jovens à respeito do fenômeno OVNI.


FELIPE MACHADO CARRION - In Memoriam

Importantíssimo ufólogo brasileiro, era conhecido por sua minúcia na pesquisa ufológica, capaz de faze-lo checar 4.000 referências para escrever um único livro. Felipe Machado Carrion, foi autor de dois livros / Discos Voadores: Imprevisíveis e Conturbadores, / Porto Alegre / 1968 esgotado e atualmente uma raridade, e Discos Voadores Misteriosas Naves do Espaço Faleceu em 1985.Foi presidente do GGIOANI de Porto Alegre (Brasil). (Grupo Gaúcho de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados) “-Em 333 casos observados em todo o mundo, 98% dos tripulantes tinham forma humana e 63% apareciam sem escafandro” Este é um dos dados apresentados por ele em uma conferência sobre “Tripulantes dos Discos Voadores” As aparições noturnas são em maior número, principalmente nas primeiras horas antes da meia noite.
FERNANDO ANTONIO DE NORONHA TEJO
Ufólogo e veterano pesquisador de campo. Preside o Nucleo de Estudos Exobiológicos (NEEXO) em Cruzeiro-SP, aos pés da Serra da Mantiqueira.

FERNANDO DE ARAGÃO RAMALHO

Nasceu em Olinda (PE) e reside em Brasília desde 1972. É geógrafo formado pela Universidade de Brasília, com especialização em Geo-processamento cartográfico. Foi professor de geografia em instituições públicas e privadas do Distrito Federal entre 1990 e 1995, quando entrou para o Congresso Nacional e hoje exerce o cargo de chefe da Seção de Apoio Técnico da Coordenação de Projetos, Departamento Técnico, Câmara dos Deputados, onde desempenha a função de assessoria técnica processual nas áreas de arquitetura, engenharia e cartografia. Em 2000, entrou para a Entidade Brasileira de Estudos Extraterrestres (EBE-ET), onde hoje exerce os cargos de secretário executivo e tesoureiro. Ramalho começou suas atividades na Ufologia em 1978, aos 14 anos, após o primeiro avistamento de um UFO de grandes dimensões que aterrissou numa propriedade da família. Com formação inicialmente religiosa e parentes envolvidos com a A2, o serviço secreto da Aeronáutica, interessou-se em especial pela área de Ufoarqueologia e seus desdobramentos nas diversas religiões, pesquisando, nas principais obras que abordavam o tema, suas relações com as escrituras sagradas, ao mesmo tempo em que tomava conhecimento de material recolhido em operações militares, especialmente daquela que viria a ser posteriormente divulgada como Operação Prato. Entretanto, não divulgou suas pesquisas até que, após dois novos avistamentos ufológicos ocorridos neste início de século, resolveu partir definitivamente para a ativa.
E-mail: fernando.ramalho@ufo.com.br

FERNANDO CLETO NUNES PEREIRA

Nasceu em 9 de Maio de 1924 na cidade de Vitória, Estado do EspÍrito Santo. É um dos pioneiros da ufologia brasileira. No dia 17 de julho de 1948, Fernando viu um UFO na enseada do Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Este fato mudou de certo forma sua vida. Mas não foi propriamente uma mudança radical. Foi a partir daí que ele começou a se interessar pela ufologia. Sem se descuidar de sua vida profissional no Banco do Brasil e no Banco Central, de onde é funcionário aposentado, Fernando Cleto vem desenvolvendo, desde 1954, um sem número de pesquisas em sua incansável busca para decifrar o enígma das intelgências extraterrenas. Em 1975 viu outro ovni na cidade de Guaraparí, no Espírito Santo. Na foto podemos ver Cleto em uma série de 12 programas ufológicos na TV Continental, O Enigma do Espaço. É autor dos livros "A Biblia e os Discos Voadores" (1970); "Sinais Estranhos" (1980); e que Ciência Constrói Discos Voadores? (1994) Fernando Cleto participou como convidado da Conferência do Coronel-Aviador João Adil de Oliveira, Chefe do Serviço de Informações do Estado-Maior da Aeronáutica. Esta Conferência foi sobre "Os Discos Voadores" no auditório da Escola Técnica do Exército no Rio de Janeiro, na manhã do dia 2 de Novembro de 1954.

FERNANDO GROSSMANN

Nasceu em 18 de setembro de 1932, em Campos de Goitacazes, no estado do Rio de Janeiro. Funcionário público aposentado trabalhou como técnico em zoologia e zootecnia. Seu interesse por Ufologia remonta a infância, pois acompanhou pelos jornais casos clássicos como Roswell e Kenneth Arnold. Freqüentou a ABECÊ - Associação Brasileira de Estudos das Civilizações Extraterrestres, fundada em São Paulo em 1.968. Em fins de 1974 participou de uma comissão que extinguiu a ABECÊ, criando em seu lugar uma nova entidade intitulada APEX – A Apex contou com a colaboração de Fernando Grossmann, Max Berezovsky , Silvio Lago e Caetano Vasto Neto. Associação de Pesquisas Exológicas. Foi um de seus diretores mais ativos encarregado da pesquisa de campo, pesquisando casos como o de João Prestes Filho de Araçariguama-SP. Este episódio serviu de ponto de partida para elaboração de hipótese de sua autoria denominada "Hipótese Gótica". Foi secretário do ufólogo suiço Whilhelm Willi Adolf Wirtz durante 4 anos (1973 a 1975). Trabalhou para o Estado na área de Zoologia. Foi o primeiro a relacionar no Brasil, a Criptozoologia com a Ufologia. Conferencista e autor de vários artigos ufológicos em periódicos nacionais e internacionais. Atualmente está aprimorando a "Hipótese Gótica" e preside a Fundação Carpática de Pesquisas Góticas. O zootecnista e entomólogo Fernando Grossmann ministrou um curso sobre criação de abelhas jataí. Segundo Fernando Grossmann, que já trabalhou na Estação Experimental de Apicultura do Instituto de Zootecnia e no Museu de Zoologia, existem mais de 300 espécies de abelhas indígenas, nativas do Brasil, entre as quais a jataí, que se adapta muito bem às condições urbanas. Trata-se de uma espécie extremamente dócil, com ferrão atrofiado, prestando-se muito bem para criação para fins ornamentais e como passatempo. Criptozoologia é uma palavra grega e quer dizer: galerias subterrâneas, labirintos. Todavia ela se refere a uma fauna cuja dispersão geográfica ocorre nos locais menos acessíveis do Planeta: as altas cordilheiras de montanhas, as grandes profundidades marítimas e hipotéticos bolsões subterrâneos. Uma fauna oculta e bizarra cuja existência não é admitida pela Zoologia oficial, nem possui espécimes nas coleções de museus de zoologia, mas que ao longo de séculos e milênios o povo insiste em vê-las. O criador do termo Criptozoologia e da Criptozoologia clássica foi o holandês Bernard Heuwelmann. Todavia Fernando Grossmann procura os fundamentos da Criptozoologia na revisão das hipóteses sobre a origem e evolução da vida em nosso Planeta. Conclui que: - A vida se originou na Terra por "pangenesia".

FLÁVIO AUGUSTO PEREIRA
Foto Cortesia Mario Rangel

Nasceu em 19 de Fevereiro de 1926 na cidade de Batatais SP, graduou-se pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, em 1951
- No ano de 1955 escreveu textos para o Jornal “O Estado de São Paulo” na coluna Filosofia da Astronáutica
- Fundou a Comissão Brasileira de Pesquisas Confidenciais de Objetos não Identificados em 1957, (CBPCOANI) sendo seu Presidente.
- Presidente da IBACE – Instituto Brasileiro de Astronáutica e Ciências Espaciais.
- Diretor da Escola Superior de Ciência de São Paulo.
- Membro Brasileiro do Internatinal Institute of Space Law.
- Membro da Americam Association For The Advancement of Science.
- Assumiu em 1968 a representação brasileira da Aerial Phenomena Research Organization (APRO) durante dez anos. (Após o falecimento do Dr. Olavo Teixeira Fontes.
- Flávio é autor de “O Livro Vermelho dos Discos Voadores” (1966) e de “Introdução à Astrobiologia” A Sociedade Interplanetária Brasileira de São Paulo, editou em 1958 a 1a edição, e a Livraria José Olympio, em 1959, a 2a edição, sob o título “Introdução à Astrobiologia” da qual a presente 3a edição constitui uma revisão atualizada. 3000 exemplares. “A Evolução das Atmosferas Planetárias, Especialmente a Terrestre (1946) “O Problema Jurídico do Espaço Interplanetário (1957) “A Natureza dos Possíveis Organismos Marcianos (1958) “A Internacionalização da Lua” (1959)
- Em 1971 o Ministro da Aeronáutica Brigadeiro José Vaz da Silva convidou o Prof. Flávio Pereira, para participar da comissão militar para realizar estudos da ufologia, usando à metodologia do Livro Vermelho dos Discos Voadores de sua autoria. Estas reuniões eram confidenciais e deram início a uma série de encontros ufológicos semanais. A FAB já realizava na época da ditadura militar seus estudos sobre as aparições de UFOS. Numa dessas reuniões o Prof. Flávio Pereira viu seu livro sobre a mesa com anotações feitas à mão de casos brasileiros, que curiosamente ele não colocara em seu livro.
- Prof. Flávio, pioneiro absoluto da Ufologia no Brasil, merece um particular destaque pela contribuição singular nos anos de pesquisa heróica efetuada por pequeno número de pessoas espalhadas pelo Brasil inteiro. Reunindo 15 estudiosos, efetuou o 1o Colóquio Brasileiro sobre OVNIS em maio de 1958, (ou em novembro de 1954) realizado em São Paulo. Seguiu-se o 2o Colóquio, já com um número bem maior de participantes , em novembro de 1967, também em São Paulo, como os outros (seis ao todo) que se seguiram até o ano de 1975.
- Foi Presidente do 7o Colóquio Brasileiro de Parapsicologia, promovido desde 1973 pela Escola Superior de Ciências, é físico, parapsicólogo e Ufólogo e estudioso da transcomunicação.

Brig José Vaz da Silva

Observação:
Até hoje, o Executivo não reconhece que esse órgão tenha existido em caráter oficial. No entanto, em 15/04/1969, o major-brigadeiro José Vaz da Silva, comandante da IV Zona Aérea (IV COMAR), sediada em São Paulo, pediu ao Ministério da Aeronáutica o envio imediato de um representante do CIOANI para estudar um "fenômeno".de 1969 a 1972, juntamente com pesquisadores civis e variadas outras autoridades, um órgão de pesquisas oficiais sobre o Fenômeno UFO. Era o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (Cioani), que funcionava nas instalações da Força Aérea Brasileira (FAB) É Moreira Lima quem conta: "Eu era amigo do major-brigadeiro José Vaz. Ele sempre acreditou na existência de vida em outros planetas. Era um investigador convicto", afirmou o ex-ministro, que reconheceu também compartilhar da crença em Ets. "Considero uma pretensão achar que estamos sozinhos no Universo!"
Toda a documentação do CIOANI traz o carimbo "CONFIDENCIAL". Gráficos de controles de observação especificavam áreas onde haviam sido avistados supostos discos voadores, discriminando ainda a topografia, horário e temperatura no local. O caso mais intrigante, no entanto, só foi registrado depois da extinção do órgão, quando Moreira Lima chefiava o Ministério da Aeronáutica e já não havia mais censura aos meios de comunicação. Por isso, o País inteiro ficou sabendo que, pouco antes das 20 horas de 19/05/1986, tripulantes e passageiros de um avião comercial que se preparava para pousar em São José dos Campos (SP), avistaram luzes vermelhas, verdes e brancas movimentando-se no horizonte.

BRASIL DISCUTE DISCOS VOADORES

Estudiosos de discos voadores de todo o Brasil se reunirão hoje e amanhã em São Paulo - no Hotel Danubio - para o II Coloquio Sobre Objetos Aereos Não-Identificados.O Instituto Brasileiro de Astronautica e Ciencias Espaciais patrocina o certame, que contará com a presença de civis e militares, e é preparatorio para o Congresso Internacional sobre Discos Voadores, que deveria se realizar no inicio deste ano e foi transferido para 1968, nesta capital.O ponto alto do coloquio será o estabelecimento da "Declaração Brasileira Sobre a Questão dos Discos Voadores". Mas para se chegar a essa fase serão realizadas sessões publicas e secretas - durante o periodo da manhã e da tarde, nos dois dias - para debater os relatorios e teses apresentadas.

Os invisiveis

Segundo o prof. Flavio Pereira - presidente do Instituto - as sessões secretas "são por insistencia dos militares que acham que alguns casos não devem ir a publico, pois são de importancia para a segurança nacional. Todavia, os pesquisadores, tambem não gostam de tratar dos casos mais agudos em publico, para não serem ridicularizados, por quem não conhece o assunto"."No entanto, não é só no Brasil que isso acontece. O dr. J. Allen Hyneck, astrofisico e conselheiro oficial da Força Aerea Norte-Americana para os objetos aereos não identificados, formou um grupo secreto de estudiosos - o "Colegio Invisivel"; em Genebra tambem existe uma sociedade ultra-secreta que trata de discos voadores".O coloquio que será presidido pelo prof. Flavio Pereira e pelo ministro Bento José de Carvalho Jr., tendo como presidente honorario o vice-presidente da Republica, dr. Pedro Aleixo, desenvolverá o seguinte temario: Observações sul-americanas; Teorias sobre logistica dos OANI (objetos aereos não identificados); relatorio sobre a comissão presidencial americana: ação militar contra os OANI; casuistica nacional; estudos sovieticos; problematica das ortotenias; questões semanticas; divulgação de teorias absurdas, capciosas ou infantis; dialetica; jornalismo e discos voadores; possivel conexão entre aeronautica e os OANI, e posição da filosofia do direito e da teologia cristã ecumenica.

Pesquisas sovieticas

Diz o professor Flavio Pereira que no primeiro coloquio - em maio de 1958 - "as conclusões foram que: 1) os discos existem; 2) não têm procedencia terrestre e 3) fosse feita uma recomendação aos cientistas brasileiros para que tomassem conhecimento do assunto. Por essa razão a questão da existencia ou não dos discos voadores, para os estudiosos, já está ultrapassada"."Agora, no II Coloquio - prossegue - o que nos preocupa é o ritmo em os discos são vistos em ondas sucessivas e de localização definida nos continentes. Tambem será visto o aspecto estrategico do problema, isto é, a logistica, as intenções, o eventual plano que há por traz das incursões dos objetos e ainda se são perigosos ou não".O prof. Flavio Pereira, apresentará numa das sessões importante trabalho da Academia de Ciencias da Armenia Sovietica sobre "As civilizações extra-terrestres". Diz que "o trabalho não fala de discos voadores mas comprova que eles possam ser de outro planeta".

Alemães

Disse ainda que "existem muitas opiniões curiosas sobre o assunto. Os teosoficos acham que os discos vêm do centro da terra. Um cidadão alemão afirma que os discos voadores existem e são fabricados em nosso planeta, que não são sovieticos, nem norte-americanos. São alemães e sua base de lançamento está situada num ponto secreto da Antartida, para onde fugiram, no fim da ultima guerra, tecnicos alemães dos quais nunca mais se teve noticia e cuja missão estaria ligada a espionagem internacional. Porem, todas essas historias não têm muito fundamento".

Sexo

"Outro ponto de vista curioso é o do psicologo Carl Gustav Jung que afirma que o elemento sexual - tipico das manifestações inconscientes - é facilmente encontrado em todas historias que são narradas pelos que "vêem" aqueles fenomenos: a forma esferica do disco parece-se com o utero feminino, assim como algumas manifestações tipicas (os "charutos voadores") têm um preciso apelo falico.Quanto aos psicologos, afirma o prof. Flavio Pereira, que "não têm fundamentos muito validos para afirmar que as aparições não são verdadeiras. As ilusões existem mas são casos patologicos. E é bastante dificil que de quatrocentas aparições denunciadas no Rio Grande do Sul, trezentas em Minas Gerais e um numero incontavel em todo o Brasil e no mundo todas sejam ilusorias".Acrescentou, por fim, que "nenhum psicologo ou psiquiatra foi convidado a participar do coloquio. Primeiro por não serem filiados a nenhuma das entidades que estudam o assunto. Segundo por seus estudos não serem cabiveis no estudo de discos voadores.

O nosso homem dos discos

"O pasmo de que se tomou o mundo quando teve conhecimento da bomba atomica vai repetir-se quando estiverem devidamente esclarecidos os rumos e as possibilidades da Astronautica, possivelmente através do contacto com outros mundos" - costuma dizer o prof. Flavio Augusto Pereira, presidente do Instituto Brasileiro de Astronautica e Ciencias Espaciais, que nos ultimos anos se revelou um dos mais apaixonados estudiosos do misterio do disco voador no Brasil e no mundo.Essa dedicação ao fenomeno, contudo, não é um mero passatempo do prof. Flavio Pereira. Por trás dela há toda uma vida de estudo da ciencia astronautica e dos misterios do espaço sideral.Nascido em Batatais, SP, em 1926, Flavio Augusto Pereira, depois de formado em 1950 pela Faculdade de Filosofia da USP, foi professor de varios colegios em São Paulo, chegando a ser Diretor do Curso de Astronautica para Professores do Ensino Secundario de São Paulo.Foi presidente do Conselho Cientifico Internacional da Sociedade Interplanetaria Brasileira (de 1955 a 60) e tambem filiado a diversas sociedades estrangeiras, entre elas a "American Rocket Society", dos Estados Unidos.A convite da Fundação Santos Dumont organizou o Instituto Brasileiro de Astronomia e Cibernetica daquela entidade.Tem varios trabalhos publicados sobre astronautica sendo que um deles, "A natureza dos discos voadores e a questão das heterodoxias cientificas", foi apresentado ao Primeiro Coloquio Instramuros Confidencial sobre os Objetos Aereos não Identificados, em 1958.O professor Flavio Pereira tambem é Presidente da Comissão Brasileira de Pesquisa Confidencial dos Objetos não Identificados.

GENER SILVA

Filiação: Benedito Silva e Yoshiko Sato Silva
Naturalidade: Araçatuba/SP
Data nascimento: 19/abril/1941
Casado com Rosa de Lima Bannwart Silva
Filhos: Erick Bannwart e Silva, Camila Bannwart e Silva e Marcelo Henrique S. Silva
e-mail: gener@terra.com.br Fone/fax 018/6222337
Rua Quinze de novembro, 395, Centro, CEP 16010-030

HABILITAÇÃO – FUNÇÃO – PROFISSÃO

Bacharel pela Faculdade de Direito de Araçatuba-1978-OAB/SP nº 55554.
Licenciado em Pedagogia pela Faculdades Integradas Rui Barbosa -Andradina/SP – 1978.
Licenciado pela Faculdade de Educação Física de Bauru/SP – 1970.
Professor de Matemática de 1º grau pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro/SP – 1969-Reg.MEC nº 175/SP1 – Exame de Suficiência.
Especialista em Educação – Reg. no MEC nº 16015.
Ótico Prático – Habilitação expedida pela SFEP-Secretaria da Saúde/SP 1965.
Técnico em transações Imobiliárias, CRECI nº 32498.
Técnico em Contabilidade – CRC 139.825.
Professor credenciado pelo MEC – Conselho Federal de Educação – Parecer 3.531/75.
Despachante Policial nº 07105-SSP/SP.
Técnico Desportivo em Handebol, Atletismo, Ginástica Olímpica, Basquetebol, Voleibol, Recreação, Natação e Futebol, pela Faculdade de Ed. Fís. de São Carlos/SP.
Habilitado em Supervisão Escolar pela Fac. De Filosofia de Araçatuba.
Juiz Classista Aposentado da Justiça do Trabalho.
Comerciante – Loja Moda Branca – Relojoaria e Ótica Gilda – Araçatuba.
Presidente do Sindicato do Comércio de Araçatuba.
Rotariano desde 1985 – 17 anos e 11 meses – (100%).
Diretor da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
Diretor Fundador do INAPE – Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais – Araçatuba.
Ufólogo – Lê e pesquisa há mais de 30 anos o assunto.
Diretor fundador do INAPE (http://inape_sp.tripod.com/), Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais, entidade de caráter amador, declarada de Utilidade Pública, ONG, dedicada aos estudos e pesquisas de Astronomia e Ecologia. Também tem finalidade pública e cultural. Possui departamento de estudos e pesquisas na área de Ufologia, com metodologia a mais próxima possível da científica. Realiza mensalmente em todas as primeiras quartas-feiras, palestra alusiva ao tema.
Com o INAPE, SESC, e Secretaria Municipal de Cultura, realizou o 1º Encontro sobre Astronomia e Ufologia em Araçatuba, no período de 17 a 21 de julho/2002. Segundo A.J.Gevaerd, foi a primeira vez no Brasil que ocorreu tal encontro, concomitantemente, palestras de cientistas e ufólogos.

CURSOS, SEMINÁRIOS E CONGRESSOS (NA ÁREA DA PALESTRA)

Epistemologia e Metodologia Científica, realizado pelas Faculdades Salesianas de Araçatuba – 1999.
XIX Congresso Brasileiro de Ufologia Científica e VIII Conferência Internacional de Ufologia – Curitiba – Jun/1999.
Palestra convidado no XXIV Congresso Brasileiro de Ufologia Científica e II Encontro Nacional para Mente Corpo e Espírito – Curitiba – Nov/2001.
XX Congresso Brasileiro de Ufologia Científica e IX Conferência Internacional de Ufologia – São Paulo - Nov/1999.
Parapsicologia pelo Instituto de Pesquisas Psíquicas e Parapsicológicas de São Paulo – Araçatuba-1998.
XVI Congresso Brasileiro de Ufologia Científica, VI Conferência Internacional de Ufologia e IV Encontro Internacional de Abduzidos – Curitiba – Maio/1998.
I Encontro Ufológico Nacional de Contatados – Curitiba – Nov/1998.
I Fórum Mundial de Ufologia – Brasília – Dez/97.
II Congresso de Ufologia e Parapsicologia do Estado do Rio de Janeiro – RJ – Abril/1997.
V Conferência Internacional de Ufologia e I Encontro Internacional de Abduzidos – Curitiba – Maio/1997.
II Encontro Nacional do Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais. – São Paulo – Dez/1996.
XIV Congresso Brasileiro de Ufologia Científica, IV Conferência Internacional de Ufologia e II Encontro Internacional de Contatados. – Curitiba – Jun/1996.


Araçatuba, 13 de Dezembro de 2002

Gener Silva

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O INAPE se dedica ao estudo, pesquisas e divulgação nas áreas de Astronomia, Ufologia e Astronáutica e presta também serviços à comunidade, através de palestras, cursos e demonstrações públicas, todos sem fim lucrativo, procurando sempre incentivar a curiosidade científica e a conscientização ecológica.
Dentro do campo da pesquisa ufológica o INAPE procura atuar com critérios científicos, demonstrando a autenticidade ou não das casuísticas, pelo estudo exaustivo das evidências matérias produzidas, assim como dos registros em filme, vídeo ou radar, em analogia aos fenômenos terrestres conhecidos.
Temos pleno interesse em manter intercâmbio com outros grupos que possuam trabalhos semelhantes e estamos abertos para contato e futura colaboração.
Sinta-se livre para participar enviando suas críticas ou sugestões.
acima de tudo, obrigado pela visita!

O INAPE, foi fundado em 03/03/96, pela fusão de um grupo de Ufologia sob o comandado de Gener Silva , e outro grupo de Astronomia amadora liderado por Wilson Balbo. Também participaram ativamente desta formação Jorge Nery, Léo Benez, Dario Pedrosa e Marco Antônio. O INAPE é uma ONG, declarada pela Lei Municipal nº 5135, de 31/10/97, como entidade de utilidade pública.
São seus principais integrantes:
Gener Silva: Ufólogo com mais de 35 anos de pesquisa na área, idealizador e atualmente presidente do INAPE.
Wilson Balbo: Astrônomo amador com larga experiência em ministrar palestras e cursos de astronomia na região.
Jorge Nery: Ufólogo, especialista em telecomunicações, vídeo e pesquisa de campo.
Léo Benez: Especialista em fotografia, computação gráfica, eletrônica e equipamentos óticos.
Marco Antônio: Ufólogo e administrador da parte institucional do INAPE e grande incentivador da conscientização ecológica.
Dario Pedrosa: jornalista e pesquisador de ufologia, contribui com sua experiência na área da comunicação jornalística.
Marcos Ferreira: Ufólogo, fotógrafo, câmera man e apoio à pesquisa de campo.
Não posso esquecer de citar as nossas queridas esposas que tanto contribuem ao INAPE com a paciência e tolerância, necessárias para que astrônomos e ufólogos possam praticar suas atividades predominantemente noturnas.
inape@terra.com.br
fone: (18) 622-2337


GILDA MOURA

Nascida no Rio de Janeiro, graduou-se em psicologia pela Universidade Gama Filho e começou a exercer a profissão em consultório particular. Aprofundou seu estudos com treinamento em outras técnicas, principalmente em relação aos Estados Alterados da Consciência, e especializou-se em Hipnose, Regressão de Idade e em Vivências Passadas para tratar situações traumáticas e experiências extraordinárias.
A partir de 1980, iniciou os estudos do fenômeno da abdução por alienígenas, do qual se tornou especialista no tratamento e orientação de pessoas que passaram por experiências extraordinárias. Organizou então grupos de suporte e apoio e trabalhou como consultora de Kairos Foundation, em Chicago, para assuntos ufológicos e paranormais. Foi co-editora com a Kairo Foundation em um estudo de seis anos sobre Estados Alterados da Consciência e Mapeamento Cerebral, pesquisando quatro grupos no Brasil: contatados/abduzidos, cirurgiões paranormais, médiuns e integrantes da Igreja do Santo Daime.
Os resultados desta pesquisa estão sendo publicados em forma de trabalhos científicos no exterior. No Brasil lançou em 1993 o livro Ufo: contato alienígena pela editora Atheneu Cultura (RJ); esta mesma obra foi editada em 1996 com uma tiragem maior pelo selo Nova Era da Editora Record (RJ), sob o título Transformadores da consciência.
É conferencista internacional, atualmente mora seis meses no Rio de Janeiro e seis meses em Portugal.

Fonte: O Rio Subterrâneo A História de um Caminho, obra da autora.

O meu contato com fenômenos paranormais se iniciou em 1972, após o avistamento de uma nave que pousou próximo à entrada do sítio de meu pai. Nas minhas memórias de infância, o único fato paranormal que eu recordo é o de constantemente os relógios de pulso pararem quando eu os usava.
Essas ocorrências tiveram uma profunda influência no meu ser. A partir dessa época, passei a viver cercada de sincronicidades, que foram direcionando a minha busca e me levando a fazer grandes transformações na minha vida, até culminar com o encontro insólito com um ser especial. O impacto na minha consciência a partir daí foi tão profundo que entender os fenômenos e poder auxiliar outras pessoas envolvidas passou a ser prioridade na minha vida.
Fonte: http://www.terra.com.br/planetanaweb/flash/area51/ufologia/entrevista.htm
GUILHERME PEREIRA

Carioca, Engenheiro Mecânico. Seu interesse pela ufologia vem desde os tempos de ginásio foi integrante da Diretoria da SBEBV.
Suas pesquisas foram feitas com honestidade, ao longo dos anos, com chuva ou sol, perto ou longe de sua residência. Como pesquisador de campo de natureza objetiva, que tem o propósito da coleta de dados e indícios, às vezes de caráter concreto com referência à estada dos extraterrestres em nosso planeta. Foi Vice-Presidente, acumulando as funções de 1º e 2º Secretários no ano de 1976.
GUSTAVO DOURADO
Texto Mario Rangel

Nasceu em Ibititá, Chapada Diamantina, Bahia e reside há mais de 30 anos em Brasília onde é professor. Seu pseudônimo artistico é Armagedom. Prestou enorme e inédita homenagem aos ufólogos ao compor o Grande Cordel da Ufologia Brasileira - De Anchieta ao ET de Varginha, disponível na Internet e que pode ser baixado gratuitamente para impressão em 56 páginas A-4 (http://www.gustavodourado.com.br, http://www.viafanzine.yan.com.br etc.). Pertence a uma família de intelectuais. Em abril de 2005 projetou fotos de ufólogos e declamou durante mais de uma hora o Grande Cordel, com mais de 250 estrofes de seis linhas (sextilhas), homenageando cerca de 500 pessoas ligadas à ufologia, durante o I Congresso Brasileiro de Ufologia e Espiritualidade em Itauna/MG tendo sido muito aplaudido pelo enorme público. Grande parte dos biografados neste blog são mencionados nos versos. O Grande Cordel foi oferecido ao general Alfredo Moacyr Uchoa, Irene Granchi e todos os ufólogos, hipnólogos, jornalistas e pesquisadores.

GUILHERME WILLY WIRTZ - In Memoriam

Professor de línguas e História Natural, nasceu na suíça. Pesquisou o Caso Prestes, ocorrido na cidade de Araçariguama. Foi secretário geral da ABECE - Associação Brasileira de Estudo das Civilizações Extraterrestres. Foi um dos pesquisadores do Caso Prestes (João Prestes Filho) ocorrido em 5 de março de 1946, na localidade de Araçariguama. Convém salientar que este caso foi pesquisado 30 anos após o ocorrido, pela APEX (Associação de Pesquisas Exológicas, por Max Berezovsky, Willy Wirtz e João Evangelista Ferraz. Guilherme Wirtz considera que o termo Disco Voador não é o mais indicado para caracterizar o s OVNI, já que nem todos ele têm forma achatada. Ele diz que a forma mais comum é a ovóide, a esferóide e a “tipo Saturno”, com um anel luminoso ao seu redor. O charuto é raro e, geralmente , não é luminoso.

Saturday, April 08, 2006

HERNÁN EMMANUEL NEVES MOSTAJO

Gaúcho, especialista em exobiologia construiu por sua conta e risco um museu sobre ETs e discos voadores. A casa está localizada em Itaara, a 320 quilômetros de Porto Alegre. Abriga uma coleção de vídeos, esculturas, revistas e fotografias dos supostos alienígenas e seus estranhos meios de transporte. O investimento é de R$ 200 mil, incluindo-se os honorários de um escultor que está moldando 30 bustos e dois manequins de ETs. O primeiro boneco já está pronto. Inspira-se na imagem atribuída ao famoso alienígena que, segundo a lenda, foi autopsiado em Roswell, Novo México. Mostajo, presidente da Associação Brasileira de Pesquisas Ufológicas, quer transformar o museu num parque temático. A idéia é conseguir patrocínio e construir uma torre de observação, dotada de telescópios, para procurar discos voadores. Esta iniciativa que integra o projeto The Search for Extraterrestrial Intelligence, da Nasa (agência espacial dos EUA). O Museu Internacional de Ufologia Victor Mostajo, que tem o cantor e compositor nordestino Zé Ramalho como padrinho.Associação Brasileira de Pesquisas Ufológicas (ABPU)Endereço: Rua Andradas 1675/06, 97010-300 Santa Maria (RS)Presidente: Hernán MostajoCEP: 97010-300 Fone: (55) 222-7669 / 223-6215 / 9984-1788 (Santa Maria - RS)
HULVIO BRANT ALEIXO -In Memoriam

Nasceu em 5 de setembro de 1926 na cidade de Belo Horizonte -MG, onde faleceu em 23 de hunho de 2006. Fez curso de piloto combatente pela FAB em 1948, oficial da Reserva da FAB. Graduou-se como psicólogo em 1967 pela Universidade Federal de Minas Gerais, professor da Faculdade Municipal de Ciências Econômicas de Belo Horizonte. Fundou e foi presidente, e encabeçou como psicólogo e professor universitário no ano de 1954, o Centro de Investigação Civil dos Objetos Aéreos Não Identificados (CICOANI) grupo pioneiro na América Latina. No Brasil o pioneirismo coube ao Centro de Investigação Civil dos Objetos Aéreos Não-Identificados (CICOANI). As ufologias militar e civil proliferaram por todo o planeta, porem com raríssimos momentos de trabalho conjunto. A primeira, mais antiga, melhor aparelhada e mais organizada, especialmente nos países desenvolvidos, costuma desdobrar-se secreta e hermeticamente, não permitindo o acesso de estudiosos civis, exceto em ocasiões muito particulares. A segunda, carente de recursos de toda ordem (financeiros, humanos, técnicos, metodológicos etc.) desde o seu surgimento, tem padecido em função de máculas causadas por um grande contingente de pesquisadores despreparados. Em seus esporádicos confrontos com a secreta ufologia militar, foi alvo de muitas estratégias de desinformação e de grandes distorções geradas por embusteiros e mistificadores. Foi colaborador da Revista Ufológica da Associação Mineira de Pesquisas Ufológicas (AMPEU) em Dezembro de 1987 com 46 páginas, um marco na ufologia brasileira.
Obras: Aleixo, Hulvio Brant. 1969. Humanoids Encountered at La Baleia. Flying Saucer Review. Pt. 1, 14(6): 8-11, 20. Pt. 2, 15(1): 12-14.
Aleixo, Hulvio Brant. 1973. Abduction at Bebedouro. Flying Saucer Review 19(6): 6-14.
Aleixo, Hulvio Brant. 1975. Bebedouro II: The Little Men Return for the Soldier. Flying Saucer Review 21(3&4): 32-35. Aleixo, Hulvio Brant. 1985. UFOs, Jinns and Poltergeistry at Joaquim Murtinho. Flying Saucer Review 30(6): 17-19. Fonte: Livro Branco dos Discos Voadores de Guilherme Pereira e Walter Karl Bühler e pesquisa na internet.

IRENE MASLOUM GRANCHI

Nasceu na Alemanha em 26 de novembro de 1913. Teve formação inglesa, estudou e morou em Milão e logo depois de casar-se com Marco Granchi, veio para o Brasil. Naturalizada brasileira, ufóloga de prestígio internacional, é presidente-fundadora do C.I.S.N.E, com sede no Rio de Janeiro. Estava no quintal de sua casa quando viu um ovni na cidade de Vassouras-Rio de Janeiro, com a forma de uma “tampa de panela”. Este fato despertou o interesse de Irene pela ufologia. Teve outro avistamento quando visitava um amigo, no bairro do Leblon. Retornava para sua casa, esperando um ônibus por volta das 21:15h no dia 17 de agosto de 1968. Poliglota e professora de inglês, escreveu diversos artigos e relata alguns avistamentos de UFOS que ela verificou pessoalmente e que considera importantes. Foi redatora-chefe da revista UFO-OVNI Documento. É autora do livro UFOS e abduções no Brasil.

JAIME LAUDA VEIGA

Nascido na Espanha em 1942 , teve seu interesse voltado para os Discos Voadores em meados de 1964. A partir desta data acompanhou a evolução da temática. Conferencista desde 1979, ministrou inúmeras palestras de cunho científico em várias universidades, colégios, participando de simpósios, congressos, por diversas capitais. Vive no Brasil desde 1965, tendo se especializado no enfoque sociológico do fenômeno UFO. Escritor ativo, publicou dezenas de artigos sobre ufologia em muitas revistas no Brasil e exterior, entre as quais: Planeta, PSI-UFO e Cuarta Dimension. É autor do livro “Ufologia O Despertar de Uma Nova Consciência. Os Discos Voadores constituem na atualidade, um fenômeno de interesse sociológico inigualável na história da humanidade. Nesta obra, o autor examina dois inquietantes mistérios que têm desafiado a ciência : o enigma dos objetos voadores não identificados e a fascinação que os mesmos provocam na consciência humana. Em linguagem sóbria, tenta esclarecer e ampliar o significado desta recente e apaixonante disciplina chamada ufologia. O rigor e a seriedade da análise dos fatos, fazem deste livro um precioso legado que, certamente, enriquecerá a inteligência do leitor e o transportará a um mundo novo repleto de indagações, respostas e conclusões. Foi correspondente da ONIFE (Organización de Fenómenos Nacional Investigativa Espaciales), além do G-PAZ (Grupo de Pesquisas Aerospaciais Zenith-Bahia), ICCS (Irmandade Cósmica Cruz do Sul)-Alegrete) e PARC (Posto Avançado de Relações Cósmicas-Esteio)
Foto Mario Rangel
JAMIL VILA NOVA

Jamil Vila Nova é desenhista profissional, atualmente está trabalhando em agência de publicidade onde atua nas áreas de criação e design. Jamil faz parte do quadro da diretoria do INFA. Como nosso ilustrador oficial, a Revista UFO também recebe uma farta colaboração deste nosso grande amigo e excelente pesquisador. Jamil Vila Nova começou na ufologia bem cedo, tinha 5 anos de idade, quando avistou um ser que trajava roupa metálica. Este fato insólito deu-se na praia de Boiçucanga, litoral norte de São Paulo. Teve a oportunidade de ver e fotografar ufos em Iporanga, Aparecida do Norte. Traz sempre consigo sua máquina fotográfica. Conhece bem astronomia, pois é astrônomo amador. Contribuiu com várias ilustrações sobre o famoso Caso Varginha (Janeiro de 1996).

JAN VAL ELLAM

Jan Val Ellam é o pseudônimo de Rogério de Almeida Freitas, Nascido em Natal (RN). A escolha do pseudônimo deve-se a nomes que expressam páginas do passado espiritual do autor terreno das obras ou, como ele mesmo se descreve, "um simples escrevente, um homem menor da Terra que está sendo utilizado para falar de coisas do céu". A partir do ano de 1978, alguns fatos incomuns começaram a ocorrer ao seu redor. Posteriormente, percebeu que eles tinham como objetivo principal "chamar a sua atenção para os aspectos espirituais da vida". Pessoas que jamais havia conhecido, em encontros aparentemente casuais, dirigiam-se a ele transmitindo-lhe algumas mensagens da Espiritualidade. O conteúdo dessas mensagens era sempre no sentido de que "se preparasse pois estava atrasado com o compromisso espiritual que teria assumido antes de nascer". Das mais variadas formas esses fatos ocorreram dos seus dezenove aos vinte e sete anos. A partir de então - por volta do início do ano de 1986 - começaram a ocorrer percepções quanto a outras realidades que cercam a existência terrena como também visões de seres que, de outros ambientes existenciais, solicitavam o seu concurso pessoal pois precisavam pôr em prática o que fora planejado antes. E, para esse mister, seria necessário utilizá-lo como aparelho terreno ou médium. Houve muita relutância e receio de sua parte em deixar se envolver com tais fatos. De 1986 até 1989 foi envolvido por entidades que, com toda "paciência cósmica possível", suportavam - segundo a própria opinião do autor - a sua postura relutante e temerosa de assumir tal compromisso. Após perceber essas entidades como "seres que somente ajudavam e propagavam ensinamentos nobilitantes" - pôde vê-los em ação em determinadas ocasiões em que cumpriam trabalho caridoso junto aos necessitados, fosse em meio aos indigentes em hospitais, crianças doentes ou em outros momentos - decidiu por fim perguntar-lhes o que desejavam que fizesse: a reposta foi "que teria que escrever". Por jamais ter apresentado qualquer tendência ou inclinação para as letras, pensou haver algum equívoco e continuou hesitante durante algum tempo. A fim de dar-lhe mais segurança, a espiritualidade decidiu então, com a sua concordância, liberar nos "centros memoriais da alma" - como eles chamaram - algumas vidas passadas para que pudesse traçar uma relação inteligente de causa e efeito entre o passado e o presente. Assim fizeram e a primeira reencarnação que lhe foi liberada dizia exatamente das lembranças junto com algumas sensações de ter sido o centurião romano que comandou a crucificação de Jesus. Este fato e outros da mesma espécie sensibilizaram-lhe o espírito levando-o a ficar à disposição dos seres que lhe solicitavam o concurso para realizar o trabalho pretendido. Por viver uma rotina atribulada, como a maior parte dos homens modernos, Val Ellam dispunha para escrever apenas do horário normalmente reservado ao repouso; desta forma, dedicou o intervalo compreendido entre 23h30min e 3h00min para a sua atividade de escritor. Começou a escrever 37 livros ao mesmo tempo - hoje essa quantidade é bem maior. Por que 37 livros e não 20 ou 70? Por um motivo nada glamuroso: simplesmente porque dirigiu-se à uma livraria para comprar cadernos onde pudesse lançar suas idéias (ainda não vivíamos o "boom"dos computadores) e a quantidade que encontrou disponível - em uma dada liquidação - foi esta. Para sua surpresa, os "amigos do outro lado" solicitaram que numerasse a capa de cada um dos cadernos; depois deram um nome para cada caderno; solicitaram, também que as páginas fossem numeradas e, por fim, a cada noite de trabalho orientavam para que tomasse um dos cadernos e começasse a escrever, por exemplo, da página 90. Questionava esta metodologia, mas obedecia. Ao mesmo tempo, outros livros eram desenvolvidos no sentido normal, ou seja, do início para o fim. Em 1994, um desses cadernos por fim completou-se e foi então ler o que havia escrito. Assim foi a história desses trinta e sete livros. Muitos outros também foram escritos de forma não seqüenciada e vários ainda estão sendo desenvolvidos da mesma maneira. Decidira, portanto, escrever. Mas, não queria publicar. Contudo, novos "fatos estranhos" começaram a acontecer no sentido dos livros serem publicados. Em 1996, levado por certas circunstâncias semelhantes às do início do seu envolvimento com os mentores do conjunto da obra, decide então começar a publicar. Em fase de suas atividades profissionais e da preocupação em expor-se publicamente, resolveu adotar um pseudônimo. Cerca de seis meses após a publicação do primeiro livro, inexoravelmente, terminou por expor a sua pessoa como o autor dos livros. Diante do inevitável, parou de fugir das entrevistas da imprensa. Não foi fácil - como não está sendo - para ele ser, segundo suas próprias palavras, um "profissional aparentemente sério mas que conversa com espíritos e Ets". Durante uma entrevista, perguntaram-lhe por que não dizia ser ele mesmo o autor de seus livros? Resposta: "poderia dizer simplesmente que sou eu mesmo o real autor disso tudo, mas, estaria faltando com a verdade. Na hora em que tento explicá-la, complico mais ainda a história pois tenho que me referir aos reais autores intelectuais ou seja espíritos desencarnados e extraterrestres, o que me deixa em situação desconfortável tanto com os espíritas quanto com os ufologistas, além daqueles que não admitem qualquer tipo intercâmbio mediúnico" Jan Val Ellam não se considera um escritor e nem vive desse ofício pois é formado em administração de empresas, foi professor, trabalhou 15 anos na Caixa Econômica Federal, onde ocupou várias funções gerenciais, e da qual se afastou recentemente, aproveitando o Programa de Apoio à Demissão Voluntária. Atualmente, entre outras atividades, presta serviços de consultoria a um grupo empresarial.Por ter uma obra composta de grande volume de livros, a possível renda que dela obtenha será administrada com vistas a ser empregada em obras sociais e fraternas realizadas pela Sociedade Beneficente Atlan. Fonte: http://www.edconhecimento.com.br/Galeria_de_autores/Jan_Val_Ellam/Jan_Val_Ellam.htm
Foto Mário Rangel
JEFFERSON MARTINHO

Jornalista e editor da revista eletrônica VIGÍLIA, (http://www.vigilia.com.br/), um dos grandes meios de divulgação ufológica na Internet. Jeferson Martinho é seu criador e um dos grandes nomes da ufologia e também pioneiro neste tipo de divulgação ufológica, atua também como conferencista. Participou de evento ufológico na cidade de Campinas. Em Curitiba, na lista dos novos palestrantes estava também a Revista Vigília, através de seu editor, Jeferson Martinho.
JONAS MARCELO AUGUSTO COELHO E JOÃO OLIVEIRA

JONAS MARCELO AUGUSTO COELHO

Nasceu em 8 de Novembro de 1966 em São Paulo, Capital.
É Protético Dentário, Artista Plástico, auto-didata em Astronomia ( Astrônomo Amador ), Psicologia Social, Fenômenos Atmosféricos, Parapsicologia, Ufólogo e pesquisador de TCI ( Trans Comunicação Instrumental ).
Professor de escultura e desenho ( onde a maioria de seus trabalhos, são voltados para o tema Ufológico ) , também é ilustrador de livros e Desenhista Técnico.
Tendo passado pela Pan-Americana de Artes- ABRA ( Academia Brasileira de Artes )- Museu Lasar Segall- Sérgio Tastaldi- SENAC ( Prótese Dentária )- Mens Sana ( Hipnose e graduado no Método Silva de Controle Mental ), onde aprofundou seus conhecimentos à ampliar e enriquecer seus processos de clarividência e níveis de regressão, favorecedores de perdão, autoconhecimento e realização espiritual.
Se interessa pelo tema Ufológico dez de criança, onde teve experiências marcantes em sua infância.
Sua carreira na Ufologia começou em 1982, é o fundador de um centro que se chama " CICNEFAE " ( Centro de Investigação Cientifica Nacional de Estudos dos Fenômenos Aéreo-Espaciais ).
É membro do grupo " GEONI " ( Grupo de Estudos de Objetos Não Identificados ), onde teve participação em diversos casos de avistamentos e pesquisas esclarecedoras ao grupo, onde todo ultimo domingo do mês, a partir das 16 horas, realizam reuniões Ufológicas na sede principal, que fica na Vila Mariana- SP- cep : 04127-110, Rua Eva Block, n-14.
Ajudou a levantar o "Observatório Ufoastronômico " GEONI "- Rua Fagundes Varela s/n- lote 7- quadra 13- Estância Oriental- Bairro da Cachoeirinha- Ibiúna- Estado de São Paulo- SP.
Em 1986 fazendo pesquisas em Minas Gerais, teve seu primeiro avistamento de sondas Ufológicas ( C I- 0 ).
Em 1988 fazendo pesquisas sobre os potenciais da mente humana ( onde conseguia mover objetos de isopor, fio de cabelo e chama de vela, com o poder da mente ),
teve o prazer de conseguir atrair uma sonda ufológica na janela de seu quarto, em São Paulo, Santo Amaro ( CI-0 ).
1989 em Minas Gerais, através de intuição e precognição, encontrou três ninhadas onde as analisou e investigou o caso ( C I- 2 ).
Sempre fazendo trabalhos investigativos, avistando diversos aparelhos de natureza desconhecida, também em 1989, incentivado pelas experiências bem sucedidas, conseguiu novamente que um OVNI ( disco voador )
aparecesse a mais ou menos 100 metros de distancia ( C I- 1 ), onde acredita ter atraído o aparelho através da telepatia.
Entrevistou inúmeras pessoas, onde realizou diversos trabalhos investigativos.
Viajou para diversos estados, onde procurou fazer trabalhos de campo.
2002 participou do evento de Águas da Prata, onde palestrou sobre o presidente do grupo GEONI ( o falecido Marco Antonio R. Silva ).
Em 2003, nas regiões do Sul de Minas Gerais, procurou fazer investigações de Ufos em dias chuvosos.
2005 promoveu um evento na câmara dos Vereadores da cidade de Alfenas, Sul de Minas.
Fez reportagens em TV e jornais, pesquisa UFO`s usando a capacidade de comunicação telepática, na maioria dos casos investigados por ele, teve sucesso em avistamentos ufológicos.
Sua maior paixão é a pesquisa de campo.
Acredita que materiais fotoráficos, vídeográficos, testemunhas e vestígios físicos deixados por UFO`s e seus tripulantes, são a maior prova da existência dos visitantes de outros planetas, onde em seu segundo livro ( não publicado ), onde chama-se " Vestígios Físicos dos Homens do Espaço ", explana a questão.
" A idéia de que CONSCIÊNCIA E VIDA são um todo que contém o Universo tem outro lado realmente surpreendente.
Assim como cada parte de um holograma contém a imagem do todo, cada parte do Universo contém o TODO.
Portanto, se aprendemos a entrar em harmonia com a realidade, poderemos descobrir a Galáxia de Andrômeda na unha do nosso polegar esquerdo... todo o passado e as informações para o futuro estão contidos em cada pequena região do espaço e do tempo.
Cada célula do nosso corpo contém todo o Cosmos... "
Michael Talbot.
Jonas Marcelo A. Coelho
jmacoelho@terra.com.br
Grupo GEONI e
CICNEFAE
centralcicnefae@terra.com.br



JOÃO OLIVEIRA
JOSÉ JÚLIO DE LEMOS RODRIGUES - In memoriam

Nasceu na cidade de Campanha/MG em 4 de julho de 1922. Funcionário da Secretaria da Fazenda do Estado, chegou ao cargo de Exator Chefe. Músico, compositor e arranjador, era violinista no estilo clássico. Como hipnólogo ministrou cursos para médicos e odontólogos. Aprendeu essa técnica com o famoso psicanalista e autor Karl Weissmann. Fundador do extinto CEVAPPA Centro Varginhense de Pesquisas Parapsicológicas. Conduziu aplicações hipnóticas durante investigações de fenômenos ufológicos, dentre eles o caso de abdução de Geraldo Simão Bichara. José Júlio faleceu em 8 de fevereiro de 1996. Citado, com foto, no livro "Seqüestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose", 2001, de Mário Rangel. Pai do ufólogo Dr. Ubirajara Franco Rodrigues.







JOSÉ ESTEVÃO DE MORAIS LIMA

José Estevão de Morais Lima – Pesquisador do fenômeno Ufo a mais de 18 anos, sendo que em 1996 criou e ainda hoje preside a Aspet - Associação de Pesquisas Extraterrestres – entidade civil sem fins lucrativos destinada ao estudo e pesquisa dos fenômenos ufológicos sediada em Belo Horizonte – MG.
Natural de Passa Tempo – MG, terra do Ufólogo Antônio Faleiro, iniciou sua pesquisa seguindo os passos do Mestre, tendo juntamente com este, já realizado centenas de vigílias ufológicas em sua cidade e região. Realizou também, juntamente com Faleiro no ano de 2000 o “I Encontro Ufológico de Passa Tempo” e em 2001 o “ II Encontro Ufológicos de Passa Tempo”. Já se apresentou em inúmeros programas de televisão e rádio, sendo em destaque o Programa G. Total da TV Gazeta – Minas, onde numa série de programas consecutivos apresentou o fenômeno ufológico ao vivo com a interação do público através de perguntas por telefone. Já escreveu matérias sobre ufologia em diversas revistas. Participou de vários congressos ufológicos como palestrante, sendo o principal o “I Ufominas”, ocorrido em 2004 na cidade de Varginha - MG
Em janeiro de 2006 realizou como editor convidado a revista Ufo Especial N. 40 – dedicada ao tema Ufoarqueologia. Foi um dos idealizadores na cidade Mineira de Passa Tempo da sala de Ufologia “Antônio Faleiro”, dentro da casa de Cultura e Museu Histórico desta cidade.
Atualmente tem se especializado no tema Ufoarqueologia, tema principal de suas palestras, e sobre o qual está produzindo um CD Room e escrevendo um livro intitulado: “A Presença Extraterrestre em Nosso Passado e em Nossa História”.

José Estevão de Morais Lima
Av. Artur Bernardes N. 58 / 304
Bairro: São Bento – BH – MG
Cep: 30350.310
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Tel: 0XX31- 32975192

JOSÉ GERALDO CHAVES
(Pepe Chaves)

É natural de Itaúna-MG, nascido em 16/10/1964. Desde sua infância mostrou tendências para a prática das artes, dentre elas a literatura. Passou grande parte de sua infância criando jornaizinhos e revistinhas manuais, onde desenhava também as tirinhas. Artista plástico e gráfico, desenhista, músico, compositor e escritor, Pepe Chaves é editor e redator do jornal Via Fanzine em Itaúna, desde sua fundação. No final dos anos 80 foi integrante e co-fundador do grupo musical Elfos, quando trabalhou como técnico em gravação e sonorização.Em abril de 1994 fundou o jornal Via Fanzine, juntamente com o artista gráfico e músico Adilson Rodrigues Nogueira, com a proposta de se criar um canal de difusão e incentivo exclusivo às artes e à cultura itaunense. Em 1997 publicou seu primeiro livro “O Menino dos Horizontes”, um conto infanto-juvenil de teor ecológico. Em 1998 organizou e produziu a “1ª Coletânea da Música Itaunense”, coletânea musical reunindo vários músicos e bandas locais em Compact Disk (CD). Em 1999 produziu mais uma CD coletânea com músicos locais intitulado “O que é que Itaúna tem?”. Como escritor, assinou diversos artigos e crônicas em jornais e revistas locais e publicou em 2000, o informativo “Ufomania”, especializado em estudos ufológicos. Em 2001 produziu outro CD coletânea reunindo músicos itaunenses, intitulado “Acordes do Centenário”, patrocinado pela Universidade de Itaúna. Ainda neste ano, foi agraciado pela Prefeitura Municipal de Itaúna com o troféu “A Arte Agradece”, em reconhecimento ao incentivo que seu trabalho propiciou às artes locais. Promoveu, organizou e participou, ao lado de seu filho Ícaro Chaves, em 2001, da “1ª Mostra de Artes Gráficas de Itaúna”, exposição de trabalhos gráficos na Galeria Ahmés de Paula Machado, no Espaço Cultural de Itaúna. Em 2002 publicou seu segundo livro “Fama Real”, obra de ficção baseada na lenda homônima itaunense e em dados históricos de Sant’Ana do São João Acima, antiga Itaúna, destacado em matéria da revista “Sexto Sentido”, nº 51. Em 2004, lançou seu terceiro livro “Memórias de uma rua”, resgatando memórias que abordam a época em que foi residente da rua Godofredo Gonçalves, no centro de Itaúna. Como artista plástico participou de várias mostras individuais e coletivas em Itaúna. Pintou série a óleo, intitulada “Paisagens de Naqüata”, retratando paisagens interplanetárias. Um dos quadros desta série se encontra em exposição constante no Museu Municipal “Francisco Manoel Franco”, em Itaúna.Pepe Chaves não é filiado a nenhum partido político. É fundador da entidade ambientalista “Anjos da Natureza”; fundador do Grupo de Estudos Ufológicos de Itaúna (GEÚNA), colaborador da revista UFO, editou em 200o o informativo UFOMANIA. Se interessa por ufologia desde 1969, quando aos 5 anos presenciou a passagem de ufo constatado por milhares de mineiros de várias cidades. Integrou a “Comissão do Centenário”, junta oficial que organizou as comemorações dos 100 anos de emancipação político-administrativa do município de Itaúna, em setembro de 2001. É webmaster e editor dos portais http://www.viafanzine.yan.com.br/ e www.viafanzine.yan.com.br/ufovia.htm

JOSÉ LUIS LANHOSO MARTINS FILHO

É engenheiro civil e empresário. Nasceu em São Paulo em 1953 e vive, atualmente, em Belém do Pará, onde exerce suas atividades empresariais e dirige o Núcleo de Expansão da Consciência, entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo acompanhar desenvolver pessoas que possam por experiências de contatos com seres extraterrestres. Estamos sozinhos no universo? Será que nascemos por obra do acaso ou existe uma finalidade maior para estarmos aqui neste exato momento? Com a humanidade se preparando para enfrentar o terceiro milênio, através de seu livro Conexão Cósmica, nos faz um cuidadoso relato sobre sua trajetória de encontros com seres extraterrestres, que teve início em 1989, e de seu processo de conscientização da existência de um plano superior de reintegração do ser humano com o cosmo, o qual deu um significado especial á sua vida neste planeta. O livro conta, de uma forma envolvente, as diversas “coincidências”que permeiam sua vida, suas reações aos primeiros contatos e, principalmente, as viagens em naves, feitas em estado alterado de consciência.

JOSÉ RICARDO QUINTELLA DUTRA

FILIAÇÃO: Derly José do Prado Dutra e Maria Arthemizia Quintella Dutra NASC: 31/07/1967 - na cidade de Três Rios, RJ LOCAL ONDE RESIDE: Barbacena, MG (desde os meus seis meses de idade) PROFISSÃO: Administrador de Empresas EST. CIVIL: Solteiro GRUPO: GEUB (Grupo de Estudos Ufológicos de Barbacena) no qual sou presidente. ENDEREÇO: Rua Silva Jardim, 519 - Bairro Boa Morte CEP.: 36201 - 004 - Barbacena - MG TEL.: (0xx32) 9983 - 1552 ; Está na ufologia desde os 12 anos, quando teve seu primeiro avistamento na cidade onde reside. Depois disso, começou a fazer vigílias e pesquisas de campo por toda a Zona da Mata Mineira e tendo catalogados muitos casos, dentre eles, alguns filmados ( de dia e de noite ). Fundou o GEUB em 1993. Participou de vários congressos, em BH, Passa Tempo, Rio de Janeiro, São Paulo, Varginha (UFOMINAS), dentre outros.

JOSÉ VICTOR SOARES

Natural dos Açores, diretor da Irmandade Cósmica da Cruz do Sul (ICCS) de Gravataí, RS, fundada no dia 20 de agosto de 1967, sendo portando uma das mais antigas do país. Casado com Éster e tem como filho Marcos. É responsável por mais de 600 investigações de campo que realizou, mais de 100 publicações de suas pesquisas.
Alguns casos foram estudados pelo pioneiro ufólogo José Victor Soares, que há mais de 40 anos fundou a Irmandade Cósmica Cruz do Sul (ICCS). Ele agrupou diversos relatos e fotos provenientes de mais de 70 países. “Estudo discos voadores desde 1943, quando ainda não se falava nesse assunto abertamente”, lembra o ufólogo. Victor conta que um dos casos que mais o impressionou na casuística de Porto Alegre ocorreu com um militar da Força Aérea Brasileira (FAB). Era um dia chuvoso e o rapaz voltava para sua casa de moto quando, de repente, percebeu um raio de luz branca proveniente do céu em sua direção. Em poucos instantes, sentiu seu corpo adormecer e perdeu a consciência. Ao acordar, algumas horas depois, estava na cidade de Novo Hamburgo dirigindo sua moto, sem se lembrar do que ocorrera naquele ínterim.
JÚLIO CÉSAR GOUDARD
Foto cortesia Mario Rangel

Nascido em Curitiba, Paraná, Brasil, em 24 de Dezembro de 1976. Graduou-se em Administração de Empresas no ano 2000 na Faculdade Paranaense de administração. Pós-graduado em Marketing e Negócios Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER-IBPEX). Atualmente trabalha como gerente administrativo de uma Indústria Metalúrgica em São José dos Pinhais. Atleta amador de Triatlhon e Duatlhon. Interessou-se por ufologia em 1994, desde quando começou a realizar pesquisas, nos estados do Paraná e Santa Catarina. Devido a seus serviços prestados em prol da ufologia, em 1999 foi convidado por Carlos Alberto Machado a ingressar no CIPEX (Centro de Investigação e Pesquisa Exobiológica) e em 2001 tornou-se Vice-Presidente. Também se interessa por pesquisas do insólito. É consultor da revista UFO, onde já publicou artigo. Atualmente vem desenvolvendo trabalhos inéditos na linha de marketing ufológico, obtendo nota conceito A na monografia de Pós graduação com o tema "A Temática Extraterrestre como Instrumento de Marketing". Também está escrevendo um livro sobre Ufos e Mistérios no Sul do Brasil.

LAÉRCIO BENEDITO DA FONSECA

É professor, físico e especializado em astrofísica. Acaba de concluir seu mais recente livro sobre ufologia: FÍSICA QUÂNTICA E UFOLOGIA. Essa obra contém uma análise extremamente científica do fenômeno ufo e das manifestações dos seres extraterrestres em nosso planeta.
Utilizando as mais modernas teorias científicas da atualidade o professor desenvolve modelos, capaz de explicar com clareza esses fenômenos, bem como a presença extraterrestre em nosso planeta. Temos a certeza que esse livro curso trará para todos uma nova vertente de pesquisa e estudo bem como levando esses assuntos, pela primeira vez, a um status científico dessa natureza.
O professor Laércio pretende demonstrar quantitativamente todas essas questões e abrir um campo, pela primeira vez, de se discutir ufologia dentro de parâmetros altamente técnicos e dentro de modelos científicos aceitáveis a toda ciência atual. Queremos inaugurar, com isso, uma nova fase da ufologia mundial que está sendo batizada de NOVA UFOLOGIA. Essa Nova Ufologia está fundamentada em uma corrente científica nos meios da física denominada NOVA FÍSICA. A Nova Física é uma vertente dentro da física atual que leva em consideração a consciência como parte integrante das teorias físicas, ou seja, é imprescindível que a vida, a consciência integre daqui para frente qualquer modelo científico para explicar qualquer fenômeno no universo.

LAURA ELIAS

Formada em Economia com vários anos de atuação na área de comércio exterior,e consultoria técnica na área de importações industriais.Tradutora técnica e acadêmica do idioma inglês.
No campo da Ufologia é pesquisadora independente há 30 anos, sendo que há 10 anos dedica-se à pesquisa dos aspectos antropológicos e sócio-culturais do Fenômeno UFO.
Palestrante, colaboradora em alguns sites de Ufologia e consultora da Revista UFO.
LEONARDO ALBUQUERQUE MALTA

Nasceu em Aquidauana no dia 08 de julho de 1979. Seu interesse por Ufologia começou em dezembro de 95, após ler a revista Ufo n.º 41, participar de uma reunião do GEUB (Grupo de Estudos Ufológicos de Barbacena-MG), quando estava de férias na cidade mineira e hospedado na casa do primo Marcelo Orempuller que era presidente do grupo na época.
Em 24 de setembro de 1996, fundou o GUM (Grupo Ufológico de Miranda). Desde esta data até o ano de 2000, procurou juntar materiais, conversar com pessoas do meio (dos quais os vizinhos: A.J. Gevaerd e Lúcio V. Barbosa e ufólogos mineiros) e estudar o fenômeno antes de realizar suas pesquisas, entre outras tarefas, nas quais abrir os olhos das pessoas para o fenômeno. Em 2001, o grupo GUM, participa da 1º FECIR (Feira Ecológica e Cultural da Cidade de Miranda-MS), esclarecendo para a população local as características do fenômeno, as fraudes, as pesquisas e a história da Ufologia.
No Arquivo do GUM já existem casos registrados e alguns fatos interessantes que preenchem o acervo deste grupo.
Hoje, juntamente com os 5 integrantes do grupo, realiza pesquisas em Miranda e região, fazendo vigílias no pantanal; contata os colegas ufólogos através de e-mails e telefonemas; e ajuda na luta da campanha “Ufos: Liberdade de informação já”. É registrado no CBPDV, IC nº 002618.
Atualmente se encontra em Campo Grande-MS, no telefone (67) 8112 8339 ou (67) 326 0493.
E-mail: leogum@zipmail.com.br e x_ufoman@hotmail.com

LEONARDO RIZZO PIPOLO

LUCIANO STANCKA E SILVA

CREMESP 54.718 Nasceu em 27/01/1958 em São Paulo. ufólogo desde 1973 iniciei como membro da APEX representante do grupo cisne da d.Irene Granchi em São Paulo membro da diretoria do infa fui pesquisador de campo especialista na área comportamental médico formado pela unesp, universidade estadual paulista psicanalista e psicoterapeuta formado pela faculdade de ciências biopsiquicas e sociais são paulo homeopata membro da associação paulista de homeopatia acupunturista com prática clínica há vinte anos,tendo participado de grupos de controle da dor professor e conferencista nas áreas de parapsicologia, efeitos dos campos eletromagnéticos hipnose,controle mental,participando de vários congressos nacionais e internacionais pesquisador e conferencista na área da aura humana e fotografia kirlian e ufologia.estudioso e pesquisador da área de ufologia, e parapsicologia tendo apresentado trabalhos em congressos nacionais e internacionais participação em vários programas de televisão, globo, record,bandeirantes,manchete,cultura, falando de vários assuntos na área médica , parapsicologica e ufológica colaborador de revistas e jornais nestas áreas tendo artigos publicados planeta, psi-ufo, parapsicologia, vida, visão etc... assessor parlamentar do deputado estadual Milton Vieira.
Fonte: texto enviado pelo autor

LÚCIO JORGE PINA MANFREDI

Profissão: autor-roteirista - São Paulo, SP Assuntos: psicologia analítica, psicanálise lacaniana, filosofia, literatura, cinema, quadrinhos, artes plásticas, alquimia, sonhos, ficção científica, budismo, teatro, televisão. Escritor e roteirista da Rede Globo, autor do livro e O Ventre do Dragão, ainda inédito, do estudioso Lúcio Manfredi. Foi articulista da Revista Realismo Fantástico editada pelo NPU de Rafael Cury. Artigo “Os OVNI Invisíveis”. Começou cedo na Ufologia, em 1983 com apenas 13 anos de idade, foi sensação no Congresso de Brasília. Descoberto pelo CEEX-SP, foi convidado por Paulo Kronemberger, para figurar na lista dos oradores do II Ciufo. O tema desenvolvido por Lúcio “Ufos e Gigantes na Guerra da Atlântida”. Foi convidado por J. Silvestre para participar do seu programa, na TV Bandeirantes. Deixou de pesquisar ufologia há mais de dez anos. Após o grande sucesso com roteirista da série Global "A casa das sete mulheres”,Lúcio volta agora com um novo sucesso...Ele é o escritor da nova série da Globo "Um só coração". Os óvnis de Dali, vale a pena ler, está na internet http://luciojpm.sites.uol.com.br/metaxy.html
· O Simulacro, de Lúcio Manfredi: Uma leitura gnóstica da cultura de massa. · O Boitatá com Olhos de Césio, de Lúcio Manfredi: Coletânea de artigos sobre literatura e ficção científica publicados em fanzines, revistas e sites nos últimos dez anos. · A Mulher-Mônada, de Lúcio Manfredi: Um estudo sobre a essência feminina do real à luz do gnosticismo, da psicanálise e da mitologia. · Os OVNI de Dalí, de Lúcio Manfredi: O que a arte tem a dizer sobre os discos voadores. Fonte: Internet e Revista Planeta 130A pg. 30
LUIS AUGUSTO SANDE RAMOS

Luis Augusto Sande Ramos nasceu em Salvador (BA), em 20 de Março de 1965. Na década de 70, Luis teve a oportunidade de avistar um UFO junto com sua mãe na cidade de Dias D´Ávila (BA). Logo depois pôde conhecer os ufólogos Paulo Fernandes (fundador do Centro de Estudos Exobiológicos Asthar Sheran – CEEAS) e Alberto Romero do extinto Grupo de Pesquisas Aeroespaciais Zênite (G-PAZ) que o convidou a participar de algumas reuniões. Em 1991, reencontrou o CEEAS aonde permaneceu participando de suas atividades por cerca de 8 anos. Luis participou de diversos congressos promovidos pelo grupo, ocasiões em que conheceu o ufólogo Profº Emanuel Paranhos, passando então a freqüentar as reuniões da extinta Sociedade de Estudos Ufológicos de Lauro de Freitas (SEULF). Envolvido com Ufologia, Luis pôde participar de diversas investigações junto aos ufólogos Paranhos, Romero, Valmir, Pedro, Daniel, Osvaldo nas regiões do recôncavo, Chapada Diamantina, Feira de Santana, Riachão do Jacuípe, São Félix, Conceição do Almeida, Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Maiquinique, Igaporã entre outras localidades da Bahia. Luis atualmente reside em Salvador e pode ser contatado pelos e-mails: luis.om@ig.com.br , lasr.om@bol.com.br ou fogonoceu_om@hotmail.com. Celular: (71) 8142-4384.



LUIZ GONZAGA SCORTECCI DE PAULA

Mineiro natural de Uberaba, onde nasceu aos 18 de outubro de 1950, vem sistematizando ensinamentos, revelações e mensagens de natureza meta-psíquica que, espontaneamente, embora de formação católica, começou a acessar a partir de seus sete anos de idade, quando vivia com os seus pais e avós maternos numa fazenda no município de Dois Córregos, interior do Estado de São Paulo (Brasil). Entre 1965 e 1971, aproximadamente, essas experiências sofreram uma descontinuidade para voltarem, com toda força, a partir de 1972, quando LUIZ GONZAGA já estava cursando universidade, morando na capital paulista, de onde mudou-se em 1973 para residir em Brasília (DF), cidade onde formou-se Arquiteto pela Universidade de Brasília, constituiu família e entrou para o serviço público. Ao todo, veio a trabalhar 15 anos para os governos Federal (CNPU / IPEA - SEPLAN-PR e CNDU / MINTER) e do Distrito Federal (ITADF, ICT/DF, CAUMA e outros), onde chegou a ser Presidente do Instituto de Tecnologia Alternativa e, mais tarde, Superintendente do Instituto de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal. Em 1975 escreveu o "Projeto Alvorada", uma proposta inspirada em seus estudos e que viria depois a se tornar nacionalmente conhecido, especialmente a partir de fins 1979 e início de 1980, quando foi efetivamente tornado público. A proposta previa a implantação de doze "Estações Celestes", núcleos agro-ecológicos auto-determinados, auto-suficientes e auto-subsistentes, planejados para abrigar uma comunidade dedicada a estudos para-científicos em geral e em particular às experiências de contato físico e extra-físico com inteligências espaciais, interplanetárias e hiper-físicas. Por diversas razões, entre as quais o sensacionalismo que a idéia conquistou na mídia, dentre muitas outras dificuldades, o Projeto Alvorada teve suas atividades encerradas em fins de 1984, juntamente com sua base institucional, a CONTATO - Associação Brasileira de Ufologia Avançada, sediada em Brasília (DF). LUIZ GONZAGA, então, volta a concentrar sua dedicação à sistematização de suas canalizações e à difusão de seus conteúdos através de modelos didáticos por ele mesmo desenvolvidos. Viaja por todo o País ensinando e difundindo o que de início foi chamado de "Ufologia Avançada" e depois, sucessivamente, de Ufologia Esotérica, Iniciática, Arcana e, por fim, VIMANOSOFIA, onde situou sua particular forma de abordagem sob a denominação de AMASOFIA.
É Arquiteto e intelectual tendo criado um dos maiores movimentos ligados à Ufologia no Brasil, o Projeto Alvorada, idealizado a partir de recepções mediúnicas que teve. Proferiu conferências em todas as capitais e maiores cidades do país e foi co-editor da revista Ufologia. Arquiteto formado pela Universidade de Brasília , e com passagem pelo Instituto do Planejamento Econômico e Social (IPEA), da Secretaria de Planejamento da Presidência da República e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Urbano, do Ministério do Interior. Luiz Gonzaga Scortecci de Paula. Esse mineiro nascido em Uberaba, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília, começou seus contatos com os seres espaciais muito cedo com a idade aproximada de 8 anos. Em 1972, além das imagens que via começou a receber mensagens via mediunidade intuitiva. Após o recebimento de grande quantidade de informações, desenvolveu o Projeto Alvorada em 1979 e a seguir, iniciou a codificação do que ele denomina VIMANOSOFIA (Ufologia Esotérica). Seus trabalhos foram sempre muito bem recebidos pela mídia brasileira, além de artigos em periódicos estrangeiros. Participa ativamente de congressos, simpósios, palestras e ministra cursos por todo o Brasil. É autor de diversos livros como MENSAGEM EXTRATERRESTRE, A HERANÇA DE ELISA sendo seu último livro CONTAGEM REGRESSIVA o tema de sua palestra. O estado de alerta é geral, todos estão sabendo das dificuldades planetárias e precisam se inteirar, para poder tomar suas próprias providências. Scortecci discorreu longamente sobre a situação do Sistema Solar e toda a interdependência de um planeta com o outro. Não estamos sós! O público vibrou com tudo o que foi dito neste dia 7 de fevereiro de 1999. Se você não conseguiu comparecer não tem importância, no próximo dia 27 de junho, teremos outro encontro, com a presença de vários palestrantes para que todos possam estar se conscientizando do momento único que nosso planeta atravessa e que se repetirá somente daqui há 25.000 anos!

LUIZ MÁRCIO MOURÃO MARTINS

Data de Nascimento 7/2/1937 Natural de São Paulo – Capital
Experiência Profissional
Membro Fundador e orientador do “PROJETO EVOLUÇÃO” - O CONHECIMENTO DA VIDA, uma reengenharia da consciência. Centro de reengenharia humana aplicada - cursos de motivação empresarial Diretor do Studio de Danças Orientais “Nandhara Kaaran” Psicoterapeuta na área da holística – Terapia do III Milênio Membro integrante da ordem Rosacruz – Amorc (grande loja do Brasil) Membro integrante da ordem civil e militar dos cavaleiros do templo - Templários Fundador e orientador do Centro paulista de pesquisas exobiológicas e ensinamentos cósmicos “CEPPEC” Conferencista e palestrista nas áreas da exobiologia e no desenvolvimento conscencial.

LUIZ PETRY

Quando cheguei à redação do programa Fantástico na tarde de 30 de janeiro de 1996, encontrei uma mensagem na tela do computador: a pesquisadora Irene Granchi, a maior especialista brasileira do Fenômeno UFO, telefonara para informar o aparecimento de duas estranhas criaturas na cidade de Varginha, no sul de Minas Gerais.

Na área de Ufologia, dona Irene representa aquilo que os jornalistas chamam de fonte quente. Bem informada, dinâmica, investigadora experiente, ela por diversas vezes me colocara na trilha de boas reportagens. Isso sem falar do encanto pessoal. Quando eu precisava de uma orientação, uma sugestão de entrevistado, um comentário sobre algum novo caso relacionado aos chamados discos voadores, a primeira idéia que me ocorria era ligar para dona Irene. E foi a primeira coisa que fiz naquela tarde, depois de ler a mensagem na tela.

A história que ela me contou era extraordinária: três moças tinham visto um ser bizarro. Outra criatura semelhante, capturada por militares, teria passado por um hospital da cidade. O caso fora abafado pelas autoridades. O relato tinha todos os contornos das teorias conspiratórias que inspiram filmes como os da série Arquivo X.

Mas dona Irene apostou: “Quem me passou a história foi o advogado Ubirajara Rodrigues. Ligue para ele com urgência. Ubirajara é um pesquisador muito sério. Confio nele”.
Eu lembrava de ter visto Ubirajara numa edição especial do Globo Repórter, exibida em setembro de 1993. Naquele programa, ele apresentou o chamado Caso Baependi; a fascinante experiência vivida em 1979 pelo fazendeiro Arlindo Gabriel dos Santos, que durante uma caçada assistiu ao pouso de quatro objetos voadores, viu tripulantes humanóides e, ainda segundo seu relato, viajou numa dessas naves. O grupo de ufólogos comandado por Ubirajara examinou o local do incidente e encontrou o embornal de Arlindo misteriosamente coberto por caracteres indecifráveis. Ubirajara teve o cuidado de confeccionar um molde em gesso de uma das marcas do pouso daquela que seria a nave maior.

A impressão que guardei dele, ao ver aquela reportagem, foi a de um investigador meticuloso, articulado e lúcido. Mais tarde, ao conhecê-lo e acompanhá-lo na pesquisa do que consagrou-se como Caso Varginha, aquela impressão se confirmaria. Liguei para Ubirajara logo depois de conversar com Irene Granchi. Em poucos minutos, ele relatou as descobertas que fizera sobre o avistamento e a captura das duas criaturas aparentemente extraterrenas. Combinamos um encontro em Varginha. Na manhã seguinte, bem cedo, peguei a estrada com uma equipe de reportagem do Fantástico.

Não poderia saber, mas eu estava prestes a presenciar o desenrolar de uma história que viria a ser conhecida no mundo inteiro. E que, até hoje, por vezes me tira algumas horas de sono; eu estive lá. Vi. E ouvi o necessário para me convencer da magnitude daqueles acontecimentos. Em Varginha, Ubirajara me levou à casa de Liliane e Valquíria. Onze dias depois do fato, elas ainda se mostravam muito impressionadas. Repetiam toda a história, com riqueza de detalhes, sem cair em qualquer contradição.

Era evidente que não estavam mentindo. Elas viram aquela criatura agachada perto de um muro, registraram com precisão os olhos grandes, vermelhos, as protuberâncias na cabeça, o corpo de um marrom escuro, a pela lustrosa, “como se estivesse coberta de graxa”. Kátia, a terceira testemunha, chegou minutos depois. Sugeri que fôssemos todos ao local do avistamento para gravar as entrevistas. Liliane se recusava a voltar àquele lugar. Chorou, ficou nitidamente assustada, mas foi convencida pela mãe, dona Luíza, que insistiu: “Minha filha, você tem que superar isso”.

Chegamos ao terreno no Jardim Andere onde o fato se deu e filmamos os depoimentos das três. Elas contaram a mesma história, sempre idêntica, inclusive nos detalhes que não tinham sido percebidos, como o nariz, ou a boca da estranha criatura. Estas eram coisas que elas não tiveram tempo de registrar no intervalo de poucos segundos entre o momento em que puseram os olhos naquele monstro e a fuga, em desespero.

Àquela altura eu já estava contaminado pelo Caso Varginha. Depois viriam outros testemunhos. Médicos e funcionários dos hospitais por onde ao menos uma das criaturas teria passado relatavam estranhas movimentações por aqueles dias. Moradores da cidade afirmavam ter visto caminhões militares passando pelas ruas. Controladores de vôo diziam que a região fora visitada por objetos aéreos não identificados; e isso era corroborado por testemunhas, várias delas.
Lembro-me de um médico, que não quis se identificar para as câmeras do Fantástico, declarar ter visto, enquanto dirigia numa estrada, “uma estrutura imensa, metálica, com luzes vermelhas, brancas e amarelas”.

Questionado sobre a natureza do que viu, o médico completou, sem hesitar: “Eu vi uma nave. Posso afirmar isso, era uma nave”.
Apareceram informações seguras de que essa movimentação anormal no espaço aéreo estava sendo cuidadosamente monitorada por radares. Soube-se também que, antes do caso estourar nos jornais, a Escola de Sargento das Armas (EsSA) ─ a unidade militar mais próxima a Varginha, na vizinha cidade de Três Corações, para onde uma das criaturas teria sido levada ; fazia varreduras noturnas com holofotes, como se procurasse algo no céu. Um informante garantiu ter visto destroços metálicos na carroceria de um caminhão, estacionado dentro da tal escola, sugerindo que alguma coisa muito estranha (uma nave acidentada, como em Roswell?) fora recolhida numa operação sigilosa.

E o que diziam as autoridades sobre tudo isso? Negavam, naturalmente! Às vezes, com argumentos contraditórios. O comando da EsSA atribuiu a grande movimentação do dia 20 de janeiro à cerimônia de recepção dos novos calouros daquela unidade militar. A alegação seria perfeita, exceto por um detalhe: a tal recepção ocorreu uma semana depois, no dia 26 de janeiro!

Essa não foi a única contradição do Caso Varginha. Houve muitas outras, a confundir uma história quase mitológica, mas evito aqui roubar do leitor o prazer de descobri-las no minucioso relato que tem agora em mãos. O leitor vai desvendar nestas páginas muitos elementos aparentemente bizarros: a misteriosa morte de um agente policial envolvido na captura de um dos seres. O piloto de ultraleve que conta ter visto soldados do Exército recolhendo destroços metálicos num terreno perto da estrada que liga Varginha a Três Corações.

Vai ler o relato de uma dona de casa que afirma ter observado uma criatura semelhante àquela descrita por Kátia, Valquíria e Liliane. A autoridade civil que incentiva os pesquisadores a prosseguir, porque “o caso aconteceu mesmo”, como alegam seus porta-vozes. O casal que observou uma nave, segundo eles, “do tamanho de um micro-ônibus”, movendo-se lentamente a baixa altitude, expelindo uma espécie de fumaça, “como se estivesse em dificuldades”.

Conheci muitos dos personagens que aparecem nesta obra. Mas minha experiência mais espantosa, seguramente, foi ouvir aqueles que, a meu ver, são os personagens maiores do Caso Varginha: os militares que afirmam ter participado da captura e posterior transferência das criaturas daquela cidade por determinadas instalações militares. Muitos questionaram os investigadores deste caso por não admitir o silêncio em torno da identidade dessas testemunhas. Levantaram-se dúvidas até mesmo sobre a existência delas. O que eu posso afirmar é que elas existem, sim. Apresentaram-nos suas credenciais e só aceitaram contar o que sabiam desde que seu anonimato fosse preservado. Manter o sigilo de uma fonte, nesses casos, é uma lei para qualquer investigador decente.

As testemunhas militares do Caso Varginha confiaram nos pesquisadores e correram riscos ao detalhar a seqüência dos fatos; citando inclusive os nomes dos oficiais que teriam comandado as operações e ordenado o sigilo em torno destas. Nada tinham a ganhar com essa atitude. Prestaram suas declarações unicamente por acreditar que um fato de tamanha importância não deveria ser ocultado da opinião pública. Estive diante de duas dessas testemunhas e assisti ao depoimento gravado em vídeo de uma terceira. As informações são detalhadas, se completam, se encaixam perfeitamente na cronologia estabelecida por Ubirajara e por outros pesquisadores que a ele se uniram depois que o caso estourou.

O Caso Varginha, apesar do esforço empregado até agora em sua elucidação, está longe de ser um caso perfeito, concluído. Onde estão as fotos das supostas criaturas? Não existiriam vídeos? Seria possível acobertar com tanta eficácia um acontecimento que teria envolvido um tão grande número de pessoas? É possível dar crédito a tamanho absurdo? Onde estão as provas?

Bom, meu caro leitor, se você me permite, deixo uma sugestão: leia as linhas que se seguem, experimente a aventura que autor viveu, acompanhe de forma imparcial o fluxo dos acontecimentos que se sucederam em Varginha. Depois responda: se fosse você o investigador, abandonaria esse caso?
Para mim, como jornalista, a oportunidade de ter acompanhado as investigações de Ubirajara Franco Rodrigues; que hoje considero um amigo leal e fraterno ; foi uma lição de honestidade e competência. Este livro revela que ele soube apurar, pesar e confrontar as informações, dando-lhes o valor exato, sem cair no erro de divulgar versões como fatos consumados, muito freqüente na pesquisa ufológica.

A rigor, ele nem mesmo afirma categoricamente que os acontecimentos de Varginha tenham origem ufológica, por mais indícios que tenha encontrado disso. Ubirajara, com sólida formação acadêmica e possuidor (como bom advogado que é) de um raciocínio lógico, ordenado, afiado, nos concede finalmente o relato definitivo daquilo que, até o presente momento, pode ser conhecido a respeito de um caso que correu o mundo e que ainda pode apresentar desdobramentos de alcance inimaginável.

Quando estive pela primeira vez em Varginha, assisti, na emissora coligada à Rede Globo no sul de Minas Gerais, a EPTV, a uma entrevista em que o autor dizia, textualmente, o seguinte: “Nós não vamos abandonar o caso. Todas as informações são bem-vindas”. Se eu conheço Ubirajara, ele não vai parar por aqui.
Luiz Petry é jornalista e editor do Programa Fantástico da Rede Globo.

LUIS RICARDO GEDDO

Nasceu em 10 de janeiro de 1956 em São Paulo. É economista e tem um programa de rádio “Fenômeno UFO”: Uma janela para o cosmos transmitido pela Rede Boa Nova de Rádio, (1450 AM) todos os sábados às 14:00 h. O programa apresenta entrevistas e atende aos ouvintes que participam, fazendo perguntas sobre o fenômeno UFO e sobre Espiritismo. O apresentador também recebe fotos com negativo para análise. Luiz Ricardo pesquisa esses fenômenos há 34 anos. Seu interesse começou quando ele teve uma série de avistamentos na segunda metade dos anos 60, no bairro de Santana, zona norte de São Paulo, presenciou a materialização e desmaterialização de uma nave de forma cilíndrica. Sua avó também testemunhou este fato. Conversando com professores de Ciências, ele não obteve resposta para suas dúvidas. Chegou a ver “luzes que faziam manobras no céu a grande altura e altíssima velocidade”. Acabou descobrindo um livro do seu avô chamado “Os Discos Voadores”, que explica em parte aquilo que ele havia visto. E a partir daí começou a se interessar mais, a procurar outras obras, tornando-se hoje um pesquisador.
MANOEL GILSON MITOSO
MÁRCIO VICENTE TEIXEIRA
MARCO ANTONIO PETIT DE CASTRO
Foto Mario Rangel

Marco Antonio Petit de Castro nasceu em 27 de maio de 1957. Começou a pesquisar profundamente o Fenômeno UFO a partir de 1975, apesar de seu interesse pelos discos voadores vir desde sua infância. Ingressou no grupo da pesquisadora Irene Granchi e seu grupo de pesquisas até fundar o seu próprio grupo. No ano de 1979 é premiado no Primeiro Encontro Nacional de Teses Ufológicas, no Rio de Janeiro, ao apresentar um trabalho em que relacionava os discos voadores à origem da Humanidade. Em abril de 1981 funda a Associação Fluminense de Estudos Ufológicos (AFEU), que tem como objetivo dar prioridade e ênfase à séria pesquisa de campo, sendo os fatos investigados e analisados \"in loco\". Em maio de 1982 o autor abandona sua carreira como analista de sistemas para iniciar, juntamente a outros membros da AFEU, incursões à região da Serra da Beleza (RJ) - área de grande incidência ufológica. Petit é uma das poucas figuras nacionais inteiramente dedicadas à pesquisa e divulgação da Ufologia.Em suas investidas, o autor realiza mais de 550 vigílias noturnas na região, inclusive com contatos visuais com UFOs. Petit publica, em 1990, Os Discos Voadores e a Origem da Humanidade, em que apresenta de maneira exímia e detalhada o resultado de suas investigações na Serra. O livro mostra também uma bem fundamentada teoria sobre a origem extraterrestre dos humanos. Considerado um dos mais importantes expoentes da Ufologia Brasileira, Petit é autor de dezenas de artigos em revistas especializadas no assunto. Como co-editor da Revista UFO e diretor estadual da Mutual UFO Network (MUFON), o presidente da AFEU é um dos mais requisitados nomes para proferir palestras sobre o Fenômeno UFO.
Presidente do Grupo ELO Presidente da Associação Fluminense de Estudos Ufológicos Premiado no I Encontro Nacional de Teses Ufológicas Conferencista do II Congresso Internacional de Ufologia. Foi colaborador da revista “Planeta”. Proferiu mais de 200 conferências e participou de mais de 20 programas de televisão nos últimos anos defendendo a realidade do fenômento ufológico.

MARCO TÚLIO NASCIMENTO CHAGAS

MARCOS MALVEZZI LEAL

Paulistano, nascido em 29 de abril de 1961, é professor e tradutor autônomo. Aos 13 anos passou a se interessar por ufologia, tema que o envolve até hoje. Com o passar dos anos, foi pesquisando e estudando também outros temas relacionados, direta ou indiretamente, à presença de seres extraterrestres na Terra, tais como a ufo-arqueologia, parapsicologia, imortalidade física e estudo de religiões. Traduziu para a UFO o livro de Roger K. Leir, “Implantes Alienígenas”. É coordenador de traduções da Revista UFO. Seu primeiro livro, publicado na Inglaterra em 1997 - God of Beauty, obra de ficção ainda sem tradução no Brasil - alcançou grande sucesso na Europa. Marcos vive com sua família em São Paulo, trabalha e estuda em casa, onde encontra oportunidade para aprofundar-se em suas pesquisas dos temas que mais o fascinam: a transcendência do ser humano e seu vínculo com dimensões diversas da realidade.
MARCOS RODRIGUES SILVA - In Memoriam
Foto Cortesia Mario Rangel

Ufólogo nasceu em 11 de julho de 1959, faleceu em 12 de Fevereiro de 2002, foi Presidente do (GEONI) Grupo de Estudos de Objetos não Identificados. Marcão como era conhecido, tinha espírito apaziguador. Bibliotecário, Museólogo e Guia de Turismo Ecológico.Participou ativamente de inúmeros simpósios de ufologia quer como palestrante quer como Coordenador de Eventos.
MÁRIO NOGUEIRA RANGEL

Nasceu em 28/11/1932 em Tabapuã, uma pequena cidade do interior do estado de São Paulo, Brasil, sendo o terceiro de quatro irmãos. Estudou direito até o quarto ano, mas não completou o curso. Trabalhou dos 14 aos 64 anos de idade, quando se aposentou. Trabalhou no antigo IAPC, Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários, desde escriturário até fiscal da previdência, aprovado em dois concursos. Durante os últimos 35 anos de trabalho fez carreira em uma multinacional até ser diretor comercial em 14 países das Américas, que visitava uma ou mais vezes por ano. Além de suas viagens profissionais visitou muitos países em férias totalizando mais de 70. Desde menino leu livros sobre hipnose da biblioteca de seu pai médico, e depois fez cursos com os mais afamados hipnólogos brasileiros. Integrou a Comitiva Panamericana de Amizade Universitária quando viajou durante quatro meses pela Bolívia, Peru, Chile, Argentina e Uruguai, quase sempre dirigindo um veículo, fazendo palestras, divulgando música popular brasileira e projetando filmes documentários sobre o Brasil em faculdades. Pesquisou também arqueologia, visitando os mais importantes sítios e museus desses países. Brevetou-se como piloto civil em Curitiba e foi diretor e presidente de aeroclube. Nessa época foi um dos apresentadores do programa Entre Nuvens e Estrelas, na televisão, e recebeu a condecoração Medalha Santos Dumont, da Força Aérea Brasileira. Além desse hobby e do reflorestamento, dedicou-se à hipnose que praticou sempre gratuitamente e sem finalidade terapêutica. Em 1979 por puro acaso deparou-se com um caso ufológico durante uma hipnose e a seguir surgiram mais dois em rápida sucessão, o terceiro deles muito dramático, envolvendo a abdução de um casal de colegas universitários jovens em uma rodovia. Desde então dedica-se à hipnose em ufologia, tendo acumulado uma enorme bagagem nessa área. Após aposentar-se reuniu algumas de suas pesquisas e escreveu “Seqüestros Alienígenas: Investigando Ufologia com e sem Hipnose”, com 418 páginas, 175 ilustrações, muitas a cores, 69 capítulos incluindo os referentes a mais de 20 casos de abdução no Brasil e um na Argentina, que pode ser adquirido através do http://www.ufo.com.br/, site da revista brasileira UFO, editora da obra. Rangel é estudioso, também, de parapsicologia. Mora em São Paulo. Tem 4 filhas, todas de nível universitário. Rangel é estudioso, também, de parapsicologia. Mora em São Paulo. Tem 4 filhas, todas de nível universitário. Filho de médico e professora, ainda menino mudou-se para a capital do Estado, onde freqüentou excelentes escolas. Quando seu pai adoeceu, mesmo jovem, aos 14 anos, precisou trabalhar, tendo que estudar no período noturno. Um ano depois, ingressou no extinto Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC), onde trabalhou 15 anos, chegando ao cargo de Fiscal da Previdência. Participou da Comitiva Panamericana de Amizade Universitária, quando dirigiu seu próprio carro (O Dragão do Deserto) através de quatro países da América do Sul, durante quatro meses. Nesse período, Rangel fez palestras e expôs fotos e filmes em universidades. Para conhecer mais sobre a cultura dos povos pré-colombianos, visitou museus e sítios arqueológicos, pirâmides em Cuzco, Machu Picchu, Nazca, Ica, Tiahuanaco, Lago Titicaca, etc. Deixou o IAPC para ingressar na Encyclopaedia Britannica, empresa na qual atuou durante 35 anos como distribuidor na região do Paraná e de Santa Catarina. Continuou seus estudos até o quarto ano de Direito. Na ocasião, brevetou-se como piloto civil, tendo mais de mil horas de comando em monomotores, muitas das quais em vôos acrobáticos. Foi diversas vezes mestre de cerimônias em encontros anuais de confraternização internacional, realizados em diferentes países, com a participação de centenas de convidados, quando eram premiados os melhores profissionais da empresa na América Latina. Em Curitiba, foi diretor e presidente do Aeroclube do Paraná e apresentador do programa Entre Nuvens e Estrelas, da TV Paranaense, Canal 12. Por serviços prestados à Aeronáutica e por ter idealizado e promovido o Concurso Documentos Históricos de Santos Dumont, Rangel foi condecorado com a Medalha Santos Dumont, em imponente solenidade militar diante da tropa formada. A serviço da Britannica ou em férias, o autor sempre viajou muito. Conheceu mais de 70 países, incluindo o Egito, onde também visitou museus, sítios arqueológicos e pirâmides. Hoje está aposentado e se dedica ao reflorestamento, hipnose e à pesquisa ufológica. É casado e tem quatro filhas. Seu interesse por hipnose começou por volta dos 10 anos, ao ler Quando Eu Era Vivo, e O Hipnotismo, de Medeiros e Albuquerque (1867-1934), obras da biblioteca de seu pai, que era formado em Farmácia e Medicina e tinha poderes telepáticos especiais. Posteriormente, foi motivado pelo trabalho de excelentes hipnólogos, tais como Leib Leibovitch, Karl Weissmann, frei Albino Arese, Carlos Bicalho Hungria, padres Oscar Quevedo, Edvino A. Friederichs e Miguel Lucas, doutor Geraldo de Paula Barros, Artêmio Longhi, Fábio Puentes e o doutor Max Berezovsky. Seqüestros Alienígenas: Investigando Ufologia com e sem Hipnose é o primeiro livro de Mário Rangel, que já tem material para outros. Seus três irmãos, falecidos, foram jornalistas e escritores. Só faltava esta publicação para poder dizer que pertence a uma família de escritores.
MAX BEREZOWSKY (In Memoriam)
Foto Cortesia Mario Rangel

Nasceu em 25 de fevereiro de 1930 em São Paulo e faleceu em São Paulo em 6 de Julho de 2009. Formou-se em Medicina, pela USP, em 1956. Sempre sentiu grande atração pelo estudo dos fenômenos paranormais e, em 1968, juntamente com outras pessoas interessadas nas investigações desses fatos, fundou a APEX (Associação de Pesquisas Exológicas), da qual foi presidente. Atuou como hipnólogo juntamente com Mário Rangel. Por duas vezes trouxe o famoso Joseph Allen Hynek para São Paulo para participar de Fóruns e Congressos de Ufologia. Teve como colaboradores: Fernando Grossmann, Silvio Lago e Caetano Vasto Neto. Em 1975 criaram o Boletm Informativo APEX.

MILTON ALOÍSIO DE OLIVEIRA

É natural de Pará de Minas (MG), onde nasceu, em 21 de agosto de 1953. Até o ano de 1962 nada sabia ou tinha ouvido falar sobre ÓVNIS. Numa noite de novembro deste citado ano, entretanto, quando contava 9 anos de idade, na companhia de dois primos, presenciou um silencioso e exuberante vôo de um objeto oval, na forma de pratos superpostos, um pouco maior que a lua cheia, e que variava de cores à medida que girava em torno de si mesmo, entre azul, amarelo, verde e vermelho. O fato marcou de forma inusitada a sua vida, ao tempo em que passou a se dedicar apaixonadamente ao assunto, desde então.
Por 21 anos foi funcionário do Banco do Brasil S/A. É casado, advogado, pós-graduado em Direito Processual Civil, bacharel em economia, professor universitário, e sócio-gerente da “Oliveira Galvão e Advogados Associados S/C”.
Tudo pela ufologia, freqüentou dois cursos de controle da mente, como ciência do futuro, no “Silva Method Mind Control” e “ProVida”. Igualmente, estudou Meteorologia, Teoria de Vôo, Navegação Aérea e outras matérias correlatas, na Escola de Pilotos do Aeroclube de Pará de Minas, sendo seu associado e tendo participado de diversas de suas diretorias, contando, inclusive, com mais de 300 horas de vôo em seu curriculum. Na década de 70, muito antes da Internet aparecer como grande meio de comunicação e pesquisa, dedicou-se ativamente ao rádio-amadorismo, quando ia ao ar, diariamente, com sua ESTAÇÃO OVNI, levando a ufologia “via éter” a todos os rincões, conversando e buscando dados com colegas das mais variadas regiões do Brasil, das Américas, Europa e Ásia.
Ainda na década de 70, conheceu o amigo e renomado ufólogo, Dr. Húlvio Brand Aleixo, com quem pôde colocar em prática a pesquisa de campo na região de Pará de Minas e Florestal, assimilando do ilustre professor, a adequada atuação na coleta de dados, a metódica e bem direcionada entrevista, a equilibrada análise da fenomenologia, e, principalmente, a necessária discrição na tratativa do assunto, com o leigo e a imprensa.
Com o mestre, aprendeu a pesquisar os OVNIS sem qualquer interesse especulativo e econômico, pautando sua conduta pelo amor ao debate e à caça de informações úteis e confiáveis, tendo como norma indelével o uso sistemático da metodologia científica como base de estudo.Juntamente com colegas das mais significativas áreas de atuação na região, criou, em 27 de junho de 1.979, o GEO, Grupo de Estudo dos Ovnis (www.geocities.com/geogrupobr), sociedade civil de pesquisas independente, sem fins lucrativos, que procura concorrer para a solução do enigma OVNI, e que foi regulamentado em 04 de maio de 1.984, estando, ainda hoje, devidamente legalizado e com personalidade jurídica própria.

MONDINI
Foto Cortesia Mario Rangel

Os irmãos ufólogos Eduardo e Osvaldo Mondini, do extinto Grupo CEPEX (Sumaré- SP).O CEPEX (Centro de Estudos e Pesquisas Exológicas de Sumaré), um dos responsáveis por esta publicação eletrônica, é uma entidade civil, sem fins comerciais ou interesses políticos, cujo objetivo é pesquisar, divulgar, informar e -tanto quanto possível- esclarecer tudo aquilo que se relaciona com o fenômeno popularmente conhecido como "disco voador" ou OVNI - Objeto Voador Não Identificado. Sua ação é pautada no método científico; a razão e o senso crítico são diretrizes constantes de seu trabalho. Seu acervo conta com diversos livros, boletins e publicações como revistas e jornais, além de cerca de 300 fotos, posters, slides e documentos diversos sobre variados campos do conhecimento, tais como astronomia, astronáutica e aeronáutica. Além da pesquisa de campo e do trabalho de arquivamento de documentação sobre o tema, o CEPEX desenvolve também um trabalho educacional, promovendo e participando de palestras, conferências e seminários por todo o país. Eduardo Mondini (Coordenador/Presidente e fundador) Osvaldo Mondini (Coordenador e fundador) Antonio Faroni (1º Secretário) Vilmar Antônio Francisco (2º Secretário) Ionice Bento Mondini (Tesoureira) A fantasia das telas também estimula a aparição de novos ufólogos. Foi assim com Eduardo e Osvaldo Mondini, gêmeos idênticos, 31 anos. O filme A guerra dos mundos, de 1953, reproduzido em seriado na tevê e mais tarde em vídeo, aguçou a curiosidade dos irmãos que há 17 anos se dedicam ao tema. Eles são os coordenadores do Centro de Estudos e Pesquisas Exológicas, o Cepex, de Sumaré, cidade do interior paulista. A bordo de uma Rural 74, reforçada com tração nas quatro rodas, e armados de bússola mais um walk-talk para comunicação, eles enveredam pelo menos uma vez por semana em vigílias noturnas em busca de contatos com seres de outros planetas. O principal trabalho da dupla, entretanto, é investigar a autenticidade de casos de abdução. A história do agente funerário Edson Roberto Marcelo, 29 anos, ocupa espaço nobre no arquivo do Cepex.

MONICA BORINE

Doutoranda em Avaliação na Saúde Mental em consciência e psicanálise USF e, Mestra em Psicologia da Saúde em Neuropsicofisiologia com pesquisa realizada em psicologia experimental no Instituto de Medicina Psiquiátrica, departamento de Neuropsicologia - USP. Pesquisou com priming, efeitos subliminares, consciência e inconsciente emocional no laboratório de Eletroencefalograma de alta resolução. Pesquisadora da consciência, emoção, cognição, inconsciente. Especializada em Hipnose Clínica desde 1986 pelo Instituto Oswaldo Cruz – USP – SP, Psicóloga clínica há 20 anos e Pedagoga/Educadora há 24 anos. Tem diversas pós-graduações: Psicologia Transpessoal, AnáliseBioenergética, Core Energetics, Psicologia tibetana e yogaterapia realizada na Índia. Nascida em 1958, tem lembranças de relatos de seu pai que avistava “bolas de luz” quando viajava e realizava pescarias no interior de São Paulo. Depois sua irmã e cunhado passaram por experiências com UFOS em 1995. Seu irmão, marido e filhos também vivenciaram experiências anômalas. Teve sua primeira experiência consciente ufológica em 1986, na praia de Peruíbe no litoral Paulista com uma enfermeira que testemunhou o fato: o avistamento de um OVNI na noite de 19 de Novembro de 1986 e sequencialmente durante vários anos, vários avistamentos e situações com diversas testemunhas, inclusive com realização de filmagens e fotos.
“Quero expressar minha gratidão aos amigos e ufólogos Mário Rangel, Arismaris Baraldi como também ao General M. Uchoa e Ademar E. de Melo in memorian, pela amizade e suporte inicial. Aos ufólogos e amigos internacionais: Leo Sprinkle, David Jacobs, Dr. Leir e in memoriam o Dr. John Mack pelo suporte técnico”
.
Realizou diversas palestras desde 1987 sobre UFOS/OVNIS e abduções em diversas instituições e cidades brasileiras. Tem tratado de inúmeros casos de pessoas ditas abduzidas e contatadas principalmente em Stress pós-traumático. Dedicou-se à vida acadêmica e à clínica psicológica atendendo centenas de pacientes e também à docência. Seu interesse sobre a consciência em laboratório em função da necessidade de compreensão de fenômenos anômalos. Proferiu palestra no Primeiro Fórum Mundial de Ufologia Brasília 1999 convidada por conferencista chileno. Desde então, tem sido convidada a proferir entrevistas em revistas como: “Isto É Gente”, em várias rádios e TVs como: Rede Globo que convidou para falar sobre abduções e transtorno do pânico no Programa “Jô soares onze e meia” e o programa “Fantástico” para hipnotizar Ronaldo – o jogador de futebol e Maurício de Souza – o escritor de revistas infantis. Apresentação no SBT, Rede TV, entre outras. Convidada a proferir palestras e trabalhos no exterior como Portugal, Suíça, Israel em ufologia. É congressista nacional e internacional em Psicologia, Consciência, Neuropsicologia e Psicoterapia energética corporal. Investigou pilotos da aviação, militares, e pessoas de renome como o saudoso General Moacir Uchoa, onde trocava idéias em cartas sobre o tema. Criou, organizou e realizou Congressos em Psicologia e hoje dirige três Institutos na cidade de Atibaia - SP: INIC – Instituto Integral da Consciência de Ensino Superior de Extensão (Diversos Cursos de vanguarda de Pós-graduação e Especialização reconhecidas pelo MEC), ICEB Instituto Core Energetics do Brasil e OMEGA Instituto ufológico, fundado em 2002, onde desenvolve palestras, cursos, e tratamentos ligados ao tema. Foi pioneira ao criar a primeira clínica e instituto brasileiros de psicoterapia com o primeiro curso para terapeutas em Abdução em 2002 e pioneira em levar seminário em Congresso oficial de Psicologia com o Tema:UFO/OVNIS, fenômenos anômalos da consciência e abdução em 2005, no I Congresso da Psicologia da Consciência - SP



NEI MATIEL PIRES - In Memoriam

Na época da pesquisa com 48 anos de idade, lecionou Ciências Naturais e Matemática em estabelecimento de ensino secundário na cidade de Mirassol. Desde a adolescência, demonstrou inclinação pela natureza, sua grandeza e seus segredos, especialmente os da astronomia. Com o seu telescópio de 4 polegadas chegou a fotografar manchas solares. Procedia a escavações nos arredores de Mirassol, encontrando na formação “Bauru”, da idade Cretácea, osso de dinossauros e de tartarugas, achado mais tarde, em 1948, confirmado e classificado pelos cientistas ingleses Ivor Pruce e Henry Williams. A partir de 1952 interessou-se pelo maior enigma de nossa época: a presença entre nós dos Discos Voadores, com as suas aterrissagens, e os contatos esporádicos de seus tripulantes com nossas populações. Pesquisou o Caso de Mirassol ocorrido no dia 28 de junho de 1979 pelo Grupo Aura, com a ajuda de duas sessões de regressão hipnótica no abduzido Antonio Carlos Ferreira, conduzidas pelo parapsicólogo Álvaro Fernandes e auxiliada pelo falecido doutor Walter Karl Bühler, ex-presidente da “Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores” (SBEDV), Fonte: Livro Branco dos Discos Voadores.

NELSON VILHENA GRANADO

Nascido em São Vicente, litoral de São Paulo, Nélson Vilhena teve os primeiros avistamentos em Santos, quando tinha 12 anos de idade. Este fato foi decisório para seu despertar espiritual. Cursou a Escola Politécnica e o Instituto de Física na USP. Ao tomar conhecimento dos trabalhos do General Moacir Uchoa, em 73, começou a participar de grupos espiritualistas e ufológicos. Em 1980, mudou-se para Goiás, para formar uma comunidade, lá tendo permanecido por 6 anos, quando participou do Projeto Alvorada idealizado por Luiz Gonzaga Scortecci. Voltou para São Paulo e ingressou na Faculdade de Medicina da USP, onde se graduou em Fisioterapia. Desde 95, participa do grupo Família da Luz-Phisiom. A partir de mensagens recebidas, começou a promover com seu grupo, encontros, eventos e palestras com o objetivo de alcançar a sintonia vibratória que nos permitirá receber o MESTRE DOS MESTRES e que tornará possível a Reintegração Cósmica do planeta Terra. Como pudemos verificar, Nélson Vilhena é alguém dedicado à causa espiritual desde há muito tempo. Professor de Física, cursou a Escola Politécnica e o Instituto de Física da USP, granduando-se na Faculdade de Medicina da USP. A partir dos 12 anos passou a perceber outras realidades existenciais ao avistar Objetos Voadores Não Identificados na cidade de Santos (SP).
Nelson Vilhena Granado - São Vicente (SP) – Nascido em 11 de abril de 1942.
1. Tive as primeiras experiências no campo da “ufologia” quando avistamos diversos fenômenos de luzes e objetos voadores não-identificados, em Santos, com a idade de 11/12 anos. 2. Apesar de ter trilhado vários caminhos, nunca deixei de procurar vivenciar a justiça e a fraternidade, quando participei de militância política estudantil durante o curso de engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (na década de 60) e posteriormente no Instituto de Física da USP (final da década de 60 até 72). Foram estes estudos que me deram formação para lecionar Física, Química, Estatística e Matemática em diversos cursos de São Paulo, Goiás e do Distrito Federal. 3. Ao tomar conhecimento dos trabalhos do General Moacir Uchoa em 1973, comecei uma intensa busca para tentar compreender o fenômeno UFO. Em 1980 mudei-me para Goiás para experienciar a vida em uma comunidade alternativa com preocupações ecológicas e espiritualistas. Fiquei na região de Ceres (GO) durante 6 anos quando participei de projetos ligados a “ufologia” e grupos de estudos relacionados ao crescimento interior. 4. Voltei para São Paulo em 1985, reassumi as aulas de Física, ingressei na Faculdade de Medicina da USP (onde me graduei em 1995) e comecei a organizar grupos que estivessem compromissados com a Reforma Íntima e com Reintegração do homem terrestre ao fraterno convívio com irmãos de outros orbes. 5. De 1995 até 2001, coordenei grupos de estudo que se reuniam na Phisiom, em São Paulo. Esses grupos não apresentavam vínculos com seita, religião, partidos políticos etc, tinham caráter universalista, não-dogmático e profundamente comprometidos com o desenvolvimento do espírito crítico e com o livre pensar. 6. Em minhas palestras e apresentações, tenho discursado sobre Reforma Íntima, Consciência e Cidadania Cósmica, Conexões Interdimensionais, Ciência e Espiritualidade, Astronomia e a Reintegração Cósmica do planeta Terra. 7. Tenho desenvolvido os temas acima em diversas cidades do Brasil e participado em Congressos, Seminários e demais eventos que envolvam os assuntos citados.
OLAVO TEIXEIRA FONTES - In Memoriam

Médico gastroenterologista formado pela Faculdade do Rio de Janeiro, e pioneiro da ufologia no Brasil, nasceu em 9 de junho de 1924, filho do Deputado Armando Fontes. Exerceu a função de chefe de departamento de sua especialidade na Escola Nacional de Medicina , no Rio de Janeiro. Foi médico da Santa Casa de Misericórdia. Casado com D. Tereza P. da Silva. Faleceu em 9 de maio, após curta enfermidade de câncer. Amigo de Aimée Michel famoso ufólogo francês, Dr. Olavo compartilhou suas especulações sobre a “Ortotenia”. Em entrevista à “Voz da América”, em maio de 1967, o Dr Olavo previu a grande onda mundial de UFOS, que realmente se deu, em setembro de 1967. Pesquisou o caso de Antonio Villas Boas e também esteve à frente da explosão de Ubatuba, ocorrida em 1957. Segundo informações, Dr. Olavo recebeu do jornalista Ibrahim Sued o material que foi encaminhado para análise em laboratórios no Brasil e Estados Unidos.
O caso foi investigado pelo ufólogo brasileiro Olavo Teixeira Fontes, que enviou alguns dos fragmentos para serem submetidos àanálise espectográfica no DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL do MINISTÉRIO DE AGRICULTURA.O relatório da análise, datada de 29 de setembro do mesmo ano, indicou que os pedaços de metal, pesando cada um cerca de 0,6 grama, eram feitos de magnésio puro. Só que a produção de estruturas de magnésio sem impurezas era impossível para a tecnologia da época.Os pedaços também foram analisados por técnicos da COMISSÃO DE ENERGIA ATÔMICA da COMPANHIA DOW e pela UNIVERSIDADE DO COLORADO, nos Estados Unidos, que constataram que as amostras foram produzidas a partir de fundições direcionalmente solidificadas. O mais incrível é que esse tipo de fundição ainda nem estava em estudo em 1957.O caso de Ubatuba teve repercussão internacional e é um dos muitos casos que deixaram provas concretas da existência de Discos Voadores.

ORIENTAL LUIZ NORONHA
(Tatá)

Oriental Luiz Noronha, cognominado Tatá, nasceu em 06-04-1938, em Cruzília, M.G., filho de Orphila Athaide Noronha e Benita Alves de Souza Noronha. Seu pai era boiadeiro, percorrendo esses "brasis" afora, ficando meses ausente de casa com as tropas e boiadas. Certa vez seu pai viajou e três dias depois sua mãe faleceu. Depois de quatro ou cinco meses, ao retornar ao seu lar e sabendo da notícia do falecimento de sua mulher, ficou desorientado. Oriental e sua irmã, ficaram desde a morte da mãe, com um casal de índios que era seu vizinho em São Gonçalo do Sapucaí - M.G. Sua tia que era irmã de seu pai, depois de uns sete meses após a tragédia, traz de volta as crianças para Cruzília, onde viveram e tornaram-se adultas. O apelido Tatá, foi dado pelo casal de índios, pois Oriental tinha os cabelos avermelhados ou ruivos, significando fogo, na língua indígena. Foi cantor, compositor, músico e mais tarde escritor desenvolvendo pesquisas sobre São Thomé das Letras. Um dos amigos o chamou de "Indiana Jones" da vida. Conferencista, já deu palestra no Anhembi/ São Paulo; entrevistas para televisões, revistas e jornais, nacionais e internacionais. Oriental vive em São Thomé das Letras a mais de trinta anos, pesquisando inscrições rupestres e estudando fenômenos ufológicos que acontecem com freqüência na região, decifrando enigmas e mistérios. Foi abduzido quando tinha dez anos de idade, e muitos fenômenos tem acontecido com esse Indiana Jones da vida. Sua maior experiência ele agora leva a público, porque segundo ele é chegado a hora. Em seu CD-ROM "O Andrógino" que levou 10 anos para ser escrito, ele mostra São Thomé das Letras e o incrível contato com um Ser de uma outra dimensão de tempo e espaço, que além de um oráculo muitas coisas bonitas o ensinou. Neste CD-ROM o Andrógino, Oriental encontra uma Maria, que se torna sua companheira, lhe ajudando em suas pesquisas diárias e muitos fenômenos acontecem nesta iniciação pelos Caminhos de São Thomé das Letras. Já viu estas paragens naves e objetos estranhos. A primeira vez foi há 14 anos, numa altitude de aproximadamente dois mil metros. No entanto, afirma ter visto nitidamente uma nave muito grande, cinza, dotada de um facho de luz esverdeada em cima, tendo cinco objetos redondos, que ora entravam e ora saiam dela. Levou um grande susto, é claro! Mas só dessa vez. Agora, quando vê objetos estranhos, sente uma energia diferente. Comentários: Acho que o Sr. Oriental Luiz Noronha é um famoso ufólogo, pois lembro de uma reportagem que ele defendia, que os ETs, visitavam São Thomé em busca de substâncias químicas que seus minerais possuem. Quando você for a São Thomé pode conferir essa reportagem fixada na parede dentro da Padaria do Escadão. (Estava lá no carnaval de 2002).




ORLANDINO MARTINS FONSECA, Dr. - In memoriam

Texto de Mário N. Rangel


Nasceu em Soure/Pará em 5/10/1916 e faleceu em 13/4/2005. Médico. Teve 3 filhos que atingiram nível universitário (duas médicas e um advogado). Foi membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (RJ), e outras 5 entidades médicas. Foi professor de Hipnologia, membro e presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose Médica (RJ) e conferencista sobre o tema. Foi colaborador dos Institutos Culturais Brasil-Bolívia, Brasil-Finlândia, Brasil-Peru, Brasil-Uruguai, Brasil-Rússia, entre outros. Foi diretor e presidente do Lions Clube Leblon (RJ). Hipnólogo em ufologia da segunda geração (1970/1989). Hipnotizou o guarda de segurança Almiro Martins de Freitas, de 31 anos, casado, com 3 filhos, que estando em serviço em 30-8-70 disparou por volta das 21h45 três tiros de revolver contra um disco voador visto por várias testemunhas, que baixou em área de segurança nacional sobre a Represa do Funil em Itatiaia/RJ o qual revidou com um raio que o paralisou e cegou temporariamente. O disco voador deixou marca no chão. O caso foi amplamente tratado por jornais do Rio de Janeiro (O Globo, Última Hora, O Dia, Correio da Manhã, Diário de Notícias) e por vários outros do mundo e mereceu detalhada matéria ilustrada no Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos Sobre Discos Voadores nº 74/79 de fevereiro de 1971 (em CD vendido por cipexbr@yahoo.com). Consta nas págs. 125 a 127 do “Livro Branco dos Discos Voadores”, de Guilherme Pereira e Walter Karl Bühler, em capítulo que trata de discos voadores em diferentes usinas hidroelétricas brasileiras e nas páginas 101 a 104 de “UFOs e Abduções no Brasil”, de Irene Granchi. Almiro após receber alta, concedeu entrevista a programa de TV.

Almiro é uma das 217 pessoas atacadas até 1998 por discos voadores relacionadas em http://sapiensweb.free.fr/articles/2-costag-b.htm. Ele sofreu cegueira psicogênica motivada por um choque traumático, esteve internado durante 15 dias no Hospital da Cruz Vermelha (RJ) onde foi atendido por oftalmologista e médicos e curado por 6 a 7 sessões de hipnose feitas pelo Dr. Orlandino, durante as quais Almiro confirmou em estado alterado de consciência o que havia contado em vigília. Há artigo em inglês sobre o caso com ótima foto da represa em http://ufophysical.com/index.php?option=com_content&task=view&id=35. Antes do Dr. Orlandino já tinham utilizado a hipnose em ufologia no Brasil o parapsicólogo e autor Álvaro Fernandes e o médico Dr. Max Berezovski, ambos da primeira geração (hipnoses feitas até 1969), também biografados neste blog junto a vários outros da 2ª e 3ª (1990 a 2009) gerações. O Brasil é o país em 2º lugar em número de hipnólogos em ufologia no mundo, perdendo apenas para os EUA.

OSVALDO ALVES
Texto de Mário Rangel

Nasceu em Araranguá/SC em 1935, onde trabalhou na roça com seus pais analfabetos e frequentou escola rural, depois na cidade e aos 17 anos mudou-se para Porto Alegre onde custeou seus estudos. Formou-se em 1962 na Faculdade de Medicina de Porto Alegre. Em 1980 fundou em Maringá o Centro de Estudos e Pesquisas dos Seres Extraterrestres e despojou-se dos bens materiais para dedicar-se à vida de asceta. Autor de vários livros incluindo "FUNDAMENTOS DA METAFÍSICA, volume 1: Novo Conceito de Extraterrestres", com 51 páginas, e de obras inéditas, todos relacionados em
http://www.fitomedkosmos.com.br.
Presidente da Comunidade Social Cristã Beneficente, que fundou em outubro de 1984 em Mandaguari/PR, filantrópica, sem fim lucrativo. Hipnotizou Juscelino de Mattos, abduzido em Maringá com seu irmão Roberto Carlos cujo Caso Jardim Alvorada mereceu inúmeras citações internacionais e um livro em inglês. Pesquisou também ocorrências ufológicas com a mãe deles, pouco conhecidas. Em 17 de maio de 2008 participou em Salvador/BA do lançamento do MED Movimento Ecumênico Democrático, com finalidades culturais, científicas, políticas e religiosas que, segundo diz, faz parte de um seguimento da ufologia universal.


OSMAR DE FREITAS

Osmar de Freitas nasceu em 02/04/1954 em São Paulo, Capital, é bancário há 29 anos trabalhando no Banco do Brasil. Fundador do ICOVI – Instituto Cientíifico de Objetos Voadores Identificados. Formado em Eletrônica , músico, foi jogador amador de futebol pela Portuguesa da Vila Mariana, e idealizador do Projeto Arborização Urbana no bairro da Vila Mariana cidade de São Paulo. Fundou o GEONI – Grupo de Estudos de Objetos Não Identificados acumula diversas funções no grupo tais como Diretor, 1° Tesoureiro e Coordenador. Ministrou pequenos simpósios, colóquios e palestras. Teve como principal atuante do seu grupo Marcos Rodrigues Silva, recentemente falecido, com o qual apadrinhou diversos grupos ufológicos. Idealizador do Projeto Sede de Campo do Observatório Ufoastronômico Geoni no bairro da Cachoeira em Ibiúna-SP. É um dos fundadores da ANUB (Associação Nacional dos Ufólogos) exercendo o cargo no Conselho Deliberativo.
PALMOR BRANDÃO CARAPEÇOS -In Memoriam
Texto de Mário Rangel

Nasceu em 19/10/1913 e faleceu em 27 de Março de 1992
. Advogado e professor de Ciência da Administração na Faculdade de Economia da Universidade Católica de Pelotas em 10 de março de 1978 fez a primeira regressão hipnótica em José Inácio Álvaro, abduzido nessa cidade no dia 2 desse mesmo mes. O dentista e hipnólogo Pedro Reis Louzada, amigo de do Dr. Palmor, também hipnotizou esse abduzido. Esse evento foi contado nos livros "Casos de Contatos Sexuais com Ufonautas" de Álvaro Fernandes e Sonia Maria Trigo Alves, "O Portal" de José Guilherme Raimundo, mencionado no "Seqüestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose", de Mário Rangel, na revista UFO 70, na UFO Especial 28, consta na Internet etc.


PABLO VILLARUBIA MAUSO

É jornalista internacional e fotógrafo, atualmente mora na Espanha e tem se dedicado nos últimos oito anos a viajar por diversos países da América Latina, norte da África e península Ibérica, sempre em busca de mistérios tão variados quanto os das mais antigas civilizações desaparecidas, fenômenos parapsicológicos, OVNIS, além de abordar questões ecológicas. Colabora com as principais publicações nacionais e internacionais sobre fenômenos enigmáticos. Começou a se interessar pela Ufologia aos 12 anos de idade. Aos 14 formou um grupo de investigações chamado Gifet (Grupo de Investigações de fenômenos extraterrestres, que atuava na Vila Guilherme, com mais ou menos umas 7 ou 8 pessoas participando. Já fazia pesquisas de campo naquela época. Um dos casos que pesquisou foi a queda de um suposto OVNI na Serra da Cantareira, em 1978. Fonte: Livro Mistérios do Brasil, escrito pelo autor em 1997.
Um legítimo caçador de UFOs, ele passa pelo menos três meses por ano viajando em busca informações sobre fenômenos insólitos. Nascido na cidade de São Paulo, mas morando em Madri, na Espanha, tem na família, que ainda vive no Brasil, sua forte ligação com o país. Pablo Villarubia Mauso pode ser considerado um verdadeiro caçador de UFOs. Como repórter das revistas espanholas "Año Cero", "Enigmas de Actualidad" e "Mas Alla de La Ciencia", percorre localidades de língua espanhola e portuguesa investigando e reportando acontecimentos inexplicáveis.
PAOLLA MARIANA PEREIRA ARNONI
Foto Cortesia Mario Rangel

Paolla Mariana Pereira Arnoni, jornalista, 23 anos, apaixonada pelo fenômeno UFO desde a infância, a partir de 2007 começou a pesquisar efetivamente a área. Produziu o livro reportagem Marcas de um Contato - A Relação entre a Imprensa e a Ufologia, como tese de conclusão de curso da faculdade UNIP, expondo as veiculações das mídias com relação ao tema, jornais, fotos, documentos da Força Aérea Brasileira a respeito do acobertamento militar e expõe os graves erros jornalísticos com relação ao tema, critica, explica e pede uma nova e respeitosa iniciativa. Participou ao vivo do programa FENOMENO UFO apresentado por Luis Ricardo Geddo a respeito do livro e de seus interesses ufológicos, teve uma entrevista de 16 laudas (5 páginas) com o Guilherme Raymundo na Revista UFO nº 143, foi capa da revista FolhaTeen da FOLHA DE S. PAULO com o foco da juventude na ufologia. Atualmente trabalha em assessoria de imprensa, reescreve o livro reportagem com novas abordagens e casos para ser publicado e planeja também um documentário sobre o tema.


PAOLA LUCHERINI COVO

Brasileira, casada, natural de São Paulo, capital nascida em 4/5/55. Foi fundadora grupo INPU. É diretora dos grupos INPU e INFA. Participou de várias apresentações na TV, revistas e rádio, sempre divulgando a Ufologia. Participou de várias pesquisas ufológicas, ganhando no ano de 2002 o prêmio Cindacta na categoria da melhor pesquisa ufológica de 2001.Possui uma lista de debates sobre Ufologia, a Ufonewsbr, e dois sites ufológicos à disposição do público na Internet: http://www.inpubr.com.br/ e http://www.ufonewsbr.com.br/. É casada com o ufólogo Claudeir Covo. Fundadora e diretora do grupo INPU, diretora do grupo INFA, colaboradora da Revista Ufo. Fez várias apresentações em TV, revistas e rádio, sempre sobre o tema Ufo. Escreveu vários artigos para a revista Ufo. Em breve o manual do ufólogo (Livro) Participou de várias pesquisas ufológicas, “Dirigível da Goodyear”, filmado pela “Tiazinha” e do Caso Bilings conhecido como Guarapiranga. Ganhou no ano de 2002 o prêmio Cindacta na categoria melhor pesquisa ufológica de 2001. Possui uma lista de debates sobre ufologia, a Ufonewsbr e dois sites à disposição na Internet: http://www.inpubr.com.br/ e http://www.ufonewsbr.com.br
Responsável pela TV INFA (http://www.tvinfa.com.br/).

PAULO ANIBAL GOMES MESQUITA

Biólogo vinc. à Saúde–Gov. do estado de São Paulo,
Nascido na cidade São Paulo em 20 de maio de 1967,
Ufólogo membro do grupo EXO-X de pesquisas ufológicas.
Pesquisador de campo especializado na apuração de evidências físicas e biológicas como marcas de pouso, alterações físico-químicas, conseqüências ambientais, etc. Divulgador da Exobiologia e defensor da teoria da Panspermia. Nos últimos anos também tem realizado pesquisas na área da criptozoologia (chupacabras, mapinguari e outros seres "desconhecidos"). Estuda e lida com a Ufologia desde 1990. Já realizou inúmeras pesquisas de campo em quase todo o território brasileiro, sendo que as mais recentes se referem à região de Peruíbe, Botucatu, São Thomé das letras, interior da Paraíba e Serra do Roncador.
Já participou de inúmeros programas de TV e rádio com o objetivo principal de divulgar a ufologia e os trabalhos do grupo EXO-X.
Colaborador ativo da revista Sexto Sentido, com inúmeros artigos publicados na temática ufológica, tais como: abdução, Pesquisas de Campos (Botucatu, Roncador, Peruíbe, São Thomé das Letras,...), Ufo-arqueologia, Ufo-turismo, Contatos negativos com ETs, etc.
Como Biólogo também é colaborador da revista Eco-Turismo.
É o webmaster do site http://www.universobiologico.hpg.com.br/ e pelos os bloggers : http://www.insetos.blogger.com.br/ , http://www.exobiologia.blogger.com.br/ , http://www.ufologia1.blogger.com.br/ , http://www.mapinguari.blogger.com.br/ e http://www.criptozoologia.blogger.com.br/
E-mails: mailto:pauloanibal@yahoo.com.br
paulo.anibal@ufo.com.br




PAULO HENRIQUE BARAKY WERNER

Presidente do CIPFANI, principal escritor do UFOnews. Desenhista Gráfico (profissão) e Webmaster.
O C.E.U foi fundado em 20/06/1990, inicialmente com a intenção de coletar informações e para ser um ponto de contato entre pessoas interessadas. Depois mudou o nome para CIPFANI e seu modo de trabalho, apostando numa visão mais crítica e científica. Criamos o UFOnews, nosso informativo oficial, que divulga matérias próprias, pesquisas, editoriais, colaborações e etc.
Até hoje, é um informativo respeitado e considerado como um dos melhores do Brasil. Até mesmo a Biblioteca Oficial do Congresso Americano, requisitou as edições do UFOnews. Hoje sua versão on-line é respeitável no Brasil e no exterior.
Vários casos pesquisados pelo CIPFANI servem de base para pesquisas de grupos ufológicos e publicações.

PAULO FERNANDO KRONEMBERGER

Fundador e Presidente da União da Força Objetiva (UFO), de Petrópolis promoveu em março de 1986 o 3o Congresso Internacional de Ufologia. O evento ocorreu em São Paulo. Antes deste evento já realizou mais de 100 eventos em capitais e grandes cidades brasileiras, todos com grande êxito.
A ufo publica a revista “Disco Voador” Figura ativa pitoresca e até mesmo controversa.
Mais que um mero pesquisador, Kronemberger é talvez o ser humano que mais promoveu a ufologia em um só país, sendo responsável direto por mais de 10 mil novos adeptos.
Foi sua a iniciativa de organizar II Congresso Internacional de Ufologia, que trouxe em seu bojo o II Festival para o Homem do 3° Milênio e o II Ciclo de Cursos Especiais para o Desenvolvimento do Corpo Mente e Espírito.
Fonte: Revista Planeta e Ufologia Nacional & Internacional
PEDRO REIS LOUZADA
(Texto de Mário Rangel)

Nasceu em 1920. Cirurgião dentista e professor.
Foi um dos sócios fundadores do Lions Clube Pelotas Norte. Tinha consultório em Pelotas/RS quando ocorreu nessa cidade em 2 de março de 1978 a abdução do estudante José Inácio Álvaro, que teve amnésia (missing time), e que tinha sido hipnotizado pelo Dr. Palmor Brandão Carapeços, também biografado neste blog. Em 28/3/1978 entre 21h30 e 22h30 o Dr. Pedro, que tinha aprendido a técnica em São Paulo, fez uma segunda hipnose no abduzido, com a presença do ufólogo Luiz do Rosário Real, do Diretor da Faculdade de Agonomia, do Vice Reitor da Universidade Federal de Pelotas, de dois professores universitários e outras pessoas. A transcrição da hipnose consta no Boletim 132/135 da Sociedade Brasileira de Estudo dos Discos Voadores e está em 2 CDs com a coleção dos 63 boletins da SBEDV vendidos por cipex@yahoo.com. O caso, conhecido internacionalmente, foi descrito nos livros "Casos de Contatos Sexuais com Ufonautas" do hipnólogo em ufologia Álvaro Fernandes e Sonia Maria Trigo Alves, em "O Portal" de José Guilherme Raimundo, citado em "Seqüestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose", de Mário Rangel etc. e em inúmeros sites na Internet.

PEDRO PAULO CUNHA FILHO

PHILIPPE PIET VAN PUTTEN

Autor da UFO - Enciclopédia de Fenômenos Aeroespaciais Anômalos, uma obra que se propõe a ser uma referência para o assunto Ufologia no Brasil. Organizada pelo pesquisador Philippe Piet van Putten (abp1@uol.com.br), publicitário e presidente da Academia Brasileira de Paraciências (ABP), a UFO-Enciclopédia vem sendo preparada há cerca de 3 anos. O lançamento acontecerá na livraria Saraiva Megastore, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo, Capital, contando com a presença de pesquisadores e interessados no assunto, com direito a noite de autógrafos e coquetel.

Segundo seu organizador, van Putten, "a enciclopédia é um embrião de um projeto. Originalmente chegaria a ter 500 páginas, mas fui obrigado a reduzi-la quase que pela metade para torná-la mais acessível aos potenciais consumidores. O volume original ficaria muito caro e a situação financeira dos ufologistas em geral não é das melhores". O produto final terá capa colorida e miolo em preto e branco, mas van Putten ressalva que, se a primeira edição tiver boa saída, a segunda, provavelmente será aprimorada e ampliada.

A obra é prefaciada pelo professor e pesquisador Flávio Pereira, e contou com a contribuição de diversos especialistas no tema Ufologia, como Carlos Alberto Machado, Edison Boaventura Junior, Wallacy Albino, Hulvio Brant Aleixo, Vitorio Pacaccini, Max Berezowsky, Omar Carline Bueno entre outros.

A colaboração internacional, segundo van Putten, foi maior. "Os colegas do exterior tiveram uma postura mais sincera, ética e profissional quando da eclosão daquela escandalosa perseguição que uma conhecida gangue de marginais encetou contra mim", alfinetou, referindo-se à relação controversa existente entre alguns estudiosos brasileiros e o seu trabalho na área. A polêmica, antiga, já envolveu trocas de acusações e supostas ameaças de morte a defensores do presidente da ABP.

"Sou muito grato aos amigos do exterior que não hesitaram em me apoiar no projeto do livro. Curiosamente, quase todos já tinham por si sós uma imagem muito negativa dos meus perseguidores e me apoiaram quando vários brasileiros hipócritas e interesseiros me viraram as costas", afirmou, com visível ressentimento. Atualmente envolvido em projetos nas mais variadas áreas, Van Putten dedica boa parte de seu tempo à mágica, sendo editor do boletim eletrônico "Artes Mágicas", que circula via e-mail em toda a América Latina. Sendo defensor do que ele próprio define como "científico-espiritualismo", desde a polêmica que o envolveu na comunidade ufológica diz ter se afastado da "Ufologia Civil". Também lida com música, design, consultoria editorial e, no campo das artes e do mentalismo adota o pseudônimo artístico de Mahatma (veja mais em http://members.dencity.com/Felinda/UFOarts.html).

A capa da enciclopédia é criação do próprio van Putten. A qualidade gráfica da obra mantém o padrão de qualidade da Editora Makron Books do Brasil, empresa conhecida pelos produtos no segmento de livros de informática e negócios.

Embora seja um adepto do espiritualismo na abordagem ufológica, o organizador garante que o livro é "referência para quem quer avaliar os fatos ufológicos com sobriedade, sem as costumeiras mistificações e desvirtuamentos que encontramos freqüentemente nas bancas de jornais. Está centrado em LOGIA, distante das correntes esotéricas que até hoje nada adicionaram ao estudo da fenomenologia", conclui.

RAFAEL CURY

Presidente da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil (ANUB), responsável por mais de 1.000 conferências, entrevistas e promoções no campo paracientífico, agraciado com o prêmio Cidade de Curitiba, concedido pela Câmara Municipal de Vereadores de Curitiba, pelos trabalhos desenvolvidos em prol das paraciências. É conferencista e ufólogo há mais de 20 anos. Foi apresentador do programa de rádio Conexão Ufo na cidade de Curitiba, no Paraná. Nos últimos anos desenvolveu intensa pesquisa ufológica no Paraná, coletando e analisando importantes casos e acontecimentos de destaque no cenário Ufológico internacional. É autor do livro “Os OVNI’s pousam no Paraná” Rafael está na ufologia há 22 anos e já realizou 120 congressos entre simpósios e workshops. Rafael Cury· é editor do Jornal Enigmas, sendo colaborador de várias outras publicações nacionais e internacionais, · Radialista, comandou o programa “Conexão UFO”, líder de audiência (Radio Educativa e Radio Independência), · Presidente da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil –ANUB e do NPU, Núcleo de Pesquisas Ufológicas, · Responsável por mais de 1300 entrevistas, eventos e conferências em todo o Brasil, voltados à temática paracientífica · Durante dois anos foi colunista do Jornal o Estado do Paraná, · Participou inúmeras vezes de praticamente todos os programas de televisão em rede Nacional (Globo Repórter, Fantástico, Programa do Jô, Jornal Nacional, Programa de Domingo, Bom dia Brasil, 25° Hora, Marília Gabriela, Ratinho, Leão Livre, Amaury Jr, Programa Gilberto Barros, .....), em rede estadual participou de todos os programas de televisão e telejornais em todas as emissoras. · Durante dois anos manteve um quadro no programa Paraná Aqui Agora (TV Iguaçu), · Um ano no programa Curitiba - Curitiba (TV Bandeirantes), · Dois anos no Programa Augusto Canário (CNT), · Recebeu em 1993 o Prêmio Cidade de Curitiba, em razão de suas atividades na divulgação e pesquisa das paraciências. Possui 3 votos de Louvor e Congratulações concedidos pela Câmara Municipal de Curitiba, pelos serviços prestados na divulgação das paraciências através de sua entidade o NPU. · Recebeu o troféu LBV, pela idealização e realização do Fórum Mundial de Ufologia, o maior evento da história da ufologia, que reuniu 100 pesquisadores de 30 países em Brasilia-DF em 1997. · Em 2001 representou o Brasil em uma Conferência Internacional de Ufologia no Chile. · Responsável pela maior série de congressos de ufologia do mundo, "Congresso Brasileiro de Ufologia Científica" com 27 edições já realizadas. Um único avistamento, mas muito marcante. Observação ocorrida no Centro de Curitiba de um objeto em forma de bumerangue, foi aos 30 minutos da madrugada no final do ano passado, ao meu lado a presença de um piloto civil que calculou a velocidade do objeto em aprox. 400kmh.
RAUL PESSOA SOBRAL DR. - In Memoriam
Texto de Mário Rangel

Nasceu no Rio de Janeiro em 21/10/1911, filho de Raul Guimarães Sobral e Sylvia Alvim Pessoa Sobral, e faleceu na mesma cidade em 21/4/2007. Em 23/9/1938 era Primeiro Tenente Médico da Marinha Brasileira, depois Capitão-Tenente, Capitão-de-Corveta, Capitão-de-Fragata, em 9/3/1959 foi transferido para a reserva como Capitão-de-Mar-e-Guerra (médico) em 29/3/1976 foi reformado. Fez cursos de Medicina Militar e Especial de Estado-Maior e Direção de Serviços. Recebeu 3 medalhas e condecorações militares. Tinha fama de ser muito generoso. Foi psiquiatra, parapsicólogo, presidente do Grupo Ômega (Rio de Janeiro), hipnotizou vários abduzidos inclusive Elias Seixas (1983 ou 1984), também hipnotizado pelo Dr. Sílvio Lago (vide biografia e foto).

RAFAEL SEMPÉRE DURÁ - In Memoriam

Nasceu a 10 de agosto de 1922 e faleceu em 3 de setembro de 2004 na cidade de Lindóia. O incansável Professor Rafael Durá, nasceu em Valência (Espanha), terra de artistas plásticos, poetas, músicos e pirotécnicos. Durá chegou ao Brasil, depois de alguns anos na Argentina e Uruguai, nos primeiros dias do ano 1953, adotando a cidadania brasileira. Sendo sua profissão Auditor, dedicando-se mais de 40 anos à pesquisa da fenomenologia ufológica. Delegado-Representante no Brasil de uma das maiores organizações de investigação ufológica da Europa, conhecida por CIOVE (Centro Investigador de Objetos Voadores Extraterrestres), com sede central na cidade de Santander (norte da Espanha) que forma parte da Coordenadora de Estudos sobre o fenômeno OVNI, entidade federal que aglutina diversas associações da Península Ibérica. Ex-membro da APEX (Associação de Pesquisas Exológicas) e da "Ancient Astronaut Society"de Illinois (USA). Autor de diversos trabalhos literários publicados no Brasil e no exterior e promovendo palestras em Centros de Estudos, seu trabalho se valorizou como produtor amador de reportagens cinematográficas em forma de áudio-visuais, destacando-se entre estas "Tiahuanaco", "Eles estão aqui" e "As Pedras de Ica". Autor também de alguns livros como "Eles estão aqui" e "Alerta! Operação Babel Reativada", possui diversas condecorações cívicas como a "Marechal Rondon", Cavalheiro da Ordem da Lealdade e Comendador da Soberana Ordem do Templo de Jerusalém.
Seu trabalho se concentrou ultimamente fornecendo, de forma privada, ensinamentos filosóficos-ufológicos, que em um Curso Superior ministra a seus escolhidos. Sua literatura é explosiva como a pólvora das "traques" da terra onde nasceu e seu objetivo demonstrar que não todos os extraterrestres são "anjos bons" e bem intencionados, assim como despojar dos ufólogos a caraterística de provincianos ou bairristas. Igualmente ao filósofo espanhol Ortega e Gasset, declara:-" Provinciano é o que crê que sua província é o mundo e sua aldeia uma Galáxia".
Um dos pontos altos, e talvez o menos simpático para as mentes menos preparadas, é quando o Professor Durá desenvolve suas dissertação sobre as religiões e o Deus bíblico. Brusco, contundente e agressivo, com pitadas de humor, arranca as vestes empoeiradas pelos séculos, de alguns personages bíblicos, mostrando, sem medo, a verdadeira identidade dos mesmos. Este é o momento danado do seu trabalho ? Ou será o momento glorioso ? E se o Mestre Durá estiver certo ? Ou será que como bom valenciano nos está gozando a todos? Março de 1980
Osni Schwartz
Ufólogo
Foto Mario Rangel
REGINALDO DE ATHAYDE

É uma das pessoas mais conhecidas e respeitadas na ufologia do Brasil. Também não é pra menos, além de presidente do Centro de Pesquisas Ufológicas – CPU -CE, ele é Jornalista, Escritor, Administrador de Empresas e Contador, Presidente da Academia de Letras e Artes do Ceará, e Vice-Presidente da Academia Municipalista de Letras do Estado do Ceará – ALMECE. Durante um intervalo no Congresso ele falou um pouco sobre seus mais de 40 anos de pesquisa ufológica.
O CPU surgiu no dia 09 de abril de 1959. São 48 anos de existência. Foi numa quinta-feira da paixão, como é conhecida. Nós começamos com a sigla de ACEAOANI - Associação Cearense de Amigos de Objetos Ainda Não Identificados. Cinco anos depois, nós mudamos para CPU – Centro de Pesquisas Ufológicas – porque a sigla anterior era muito grande. Hoje é o Centro de Pesquisas Ufológicas do Ceará.

Durante anos ele percorreu o sertão nordestino atrás de vestígios da passagem de seres extraterrestres. E encontrou muitos! Desde 1950, Reginaldo de Athayde descobriu que os estados da região Nordeste abrigam um terrível segredo. É lá, sem a menor explicação, que estão concentrados os mais impressionantes casos de ataques alienígenas a humanos. Ufólogo experiente, dedicado conferencista e escritor, Athayde busca até hoje explicação para a violência extraterrestre a pessoas humildes e carentes que vivem em áreas remotas e áridas.
Outros pesquisadores de várias partes do mundo também se assombram ao conhecer a espantosa casuística nordestina. Athayde, no entanto, os recebe cordialmente há décadas, levando-os para incursões pelo agreste, onde os apresenta às vítimas dos ETs. Renomados ufólogos como Jacques Vallée, Bob Pratt e Claude Raffie levaram do Brasil a impressão de que nossos visitantes alienígenas podem estar longe de ser bondosos e compreensivos irmãos cósmicos, como desejam os integrantes da ala mística da Ufologia. Nos últimos anos, o volumoso e impressionante trabalho de Athayde rompeu ainda mais fronteiras, tendo sido publicado em revistas especializadas em Ufologia de vários países. "Finalmente reconheceram a importância da casuística de nossa região", desabafa. Já era tempo!
Mas nem tudo é tragédia por aquelas paragens. Há casos em que alienígenas são literalmente confundidos com santos, anjos e até com a Virgem Maria. Estas ocorrências, bem documentadas pelo estudioso, retratam a versatilidade da crença do povo nordestino. Assim, após acumular quase 400 trabalhos publicados em jornais e revistas locais, Athayde acaba de lançar seu primeiro livro ufológico: ETs, Santos e Demônios na Terra do Sol. A obra mostra a intimidade nua e crua da casuística regional do Nordeste. "É impossível que alguém fique indiferente ao ler os relatos de pessoas simples da roça que foram perseguidas, atacadas e até feridas por ETs", diz o autor. De fato, em lugar algum do mundo se encontram casos ufológicos com conteúdo emocional tão intenso como os que Athayde pesquisou.

ETs, Santos e Demônios na Terra do Sol é um retrato pungente e diversificada amostra do que acontece além das belas praias das capitais nordestinas. É no sertão seco e faminto que vivem pessoas de carne e osso, com seqüelas e cicatrizes que denunciam agressões maiores do que as que o desmando de sucessivos governos lhes legou. São cicatrizes produzidas por objetos em forma de "bolas de fogo", "tochas flamejantes" ou "aparelhos misteriosos", como descrevem as vítimas. Do lado dos contatos que inspiram religiosidade nos nordestinos, figuras esplendorosas e reluzentes são descritas como emissárias do paraíso, após surgirem em situações no mínimo inusitadas.
"Coletar tais casos é uma tarefa que exige muita persistência", diz Athayde. O Nordeste é um dos lugares do Brasil onde não é cabível a chamada Ufologia de gabinete. Para se conhecer o que se passa no sertão é necessário percorrer muitas estradas e caminhos, que nem sempre levam a respostas definitivas sobre a verdadeira intenção de nossos visitantes. De qualquer forma, a busca do autor, segundo ele mesmo, está longe de acabar. "Continuarei farejando e investigando casos, até que entenda o que motiva os ETs que por aqui passam", declarou. Reginaldo de Athayde nos deu uma entrevista em que diz, pelo menos, o que o motiva em sua busca.

REINALDO STABOLITO

Nascimento: 09/Julho/1970
Naturalidade: Brasileiro
Estado Civil: Solteiro
Superior Incompleto
Universidade Metodista de São Paulo – UMESP
Graduação: Psicologia

Ufólogo e tem o site Painel Ovni
E-mail: stabolito@uol.com.br


RENATO LOURENÇO COSTA

Natural de São Paulo reside atualmente em Piracicaba-SP. Casado com a, também Professora, Luzia Zavan Pesquisador de ufologia a 4 décadas Possui quatro níveis universitários nas áreas de Pedagogia, Estudos Sociais, Geografia Física e Humana, História, Administração Industrial, Escolar e Supervisão Escolar. Técnico de Higiene do trabalho, enfermagem Assistencial; Vinte cursos de extensão nos setores educacionais e industriais, com mais de mil horas de estágios. Escreveu quatro monografias nas Faculdades frequentadas, sendo as três últimas registradas nos direitos Autorais, por tratarem-se de temas inéditos, a saber: - "A Escola Hoje" - 1973 - "Estudos sobre nosso sistema solar" - 1983 - "Cometas - Um começo da condensação da matéria" - 1985 - "A célula inicial em educação" - 1986 Autor do livro: "Não Existe Elo Perdido" - 1984 Autor do livro: "Os Causadores" - 1995 Colabora com artigos jornalísticos, palestras e pesquisas no campo da ufologia O Professor Renato Lourenço Costa, paralelamente à sua dinâmica atividade profissional, vem se dedicando, como tantos outros pensadores, filósofos, matemáticos, físicos, astrônomos, com inusitado interesse ao estudo e à pesquisa desses fatos transcedentais. Quando o Grupo Ufo-Gênesis ainda não havia sido "oficialmente" criado, todos os membros se reuniam esporadicamente na residência do Prof. Renato Lourenço Costa e sua esposa Luzia Zavan para discutir assuntos relacionados a ufologia. Após a criação, o Grupo teve o Prof. Renato como o seu primeiro presidente. Antes do Ufo-Gênesis, Renato foi também fundador e membro de outros grupos ufológicos pelo Brasil. Sendo o mais recente, Grupo Alfa Cruzeiro do Sul, já extinto.
Natural de São Paulo reside atualmente em Piracicaba -SP. Casado com a, também Professora, Luzia Zavan. Pesquisador de ufologia a 4 décadas. Possui quatro níveis universitários nas áreas de Pedagogia, Estudos Sociais, Geografia Física e Humana, História, Administração Industrial, Escolar e Supervisão Escolar. Técnico de Higiene do trabalho, enfermagem Assistencial; Vinte cursos de extensão nos setores educacionais e industriais, com mais de mil horas de estágios. Escreveu quatro monografias nas Faculdades frequentadas, sendo as três últimas registradas nos direitos Autorais, por tratarem-se de temas inéditos, a saber: - "A Escola Hoje" - 1973 - "Estudos sobre nosso sistema solar" - 1983 - "Cometas - Um começo da condensação da matéria" - 1985 - "A célula inicial em educação" - 1986 Autor do livro: "Não Existe Elo Perdido" - 1984 Autor do livro: "OS Causadores" - 1995 Colabora com artigos jornalísticos, palestras e pesquisas no campo da ufologia O Professor Renato Lourenço Costa, paralelamente à sua dinâmica atividade profissional, vem se dedicando, como tantos outros pensadores, filósofos, matemáticos, físicos, astrônomos, com inusitado interesse ao estudo e à pesquisa desses fatos transcedentais Quando o Grupo Ufo-Gênesis ainda não havia sido "oficialmente" criado, todos os membros se reuniam esporadicamente na residência do Prof. Renato Lourenço Costa e sua esposa Luzia Zavan para discutir assuntos relacionados a ufologia. Após a criação, o Grupo teve o Prof. Renato como o seu primeiro presidente. Antes do Ufo-Gênesis, Renato foi também fundador e membro de outros grupos ufológicos pelo Brasil. Sendo o mais recente, Grupo Alfa Cruzeiro do Sul, já extinto. Reside atualmente em Piracicaba -SP Casado com a, também Professora, Luzia Zavan Pesquisador de ufologia a 4 décadas Possui quatro níveis universitários nas áreas de Pedagogia, Estudos Sociais, Geografia Física e Humana, História, Administração Industrial, Escolar e Supervisão Escolar. Técnico de Higiene do trabalho, enfermagem Assistencial; Vinte cursos de extensão nos setores educacionais e industriais, com mais de mil horas de estágios. Escreveu quatro monografias nas Faculdades frequentadas, sendo as três últimas registradas nos direitos Autorais, por tratarem-se de temas inéditos, a saber: - "A Escola Hoje" - 1973 - "Estudos sobre nosso sistema solar" - 1983 - "Cometas - Um começo da condensação da matéria" - 1985 - "A célula inicial em educação" - 1986 Autor do livro: "Não Existe Elo Perdido" - 1984 Autor do livro: "OS Causadores" - 1995 Colabora com artigos jornalísticos, palestras e pesquisas no campo da ufologia O Professor Renato Lourenço Costa, paralelamente à sua dinâmica atividade profissional, vem se dedicando, como tantos outros pensadores, filósofos, matemáticos, físicos, astrônomos, com inusitado interesse ao estudo e à pesquisa desses fatos transcedentais Quando o Grupo Ufo-Gênesis ainda não havia sido "oficialmente" criado, todos os membros se reuniam esporadicamente na residência do Prof. Renato Lourenço Costa e sua esposa Luzia Zavan para discutir assuntos relacionados a ufologia. Após a criação, o Grupo teve o Prof. Renato como o seu primeiro presidente. Antes do Ufo-Gênesis, Renato foi também fundador e membro de outros grupos ufológicos pelo Brasil. Sendo o mais recente, Grupo Alfa Cruzeiro do Sul, já extinto.

RICARDO VARELA CORRÊA

Nasceu em 4 de dezembro de 1957 na cidade de Recife, Pernambuco. É ufólogo há mais de 20 anos. Engenheiro eletrônico, doutor em computação aplicada, trabalha com pesquisa espacial no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE. É especialista em balões de grande volume e pesquisa a evidencia ufológica há mais de 20 anos. Atualmente é vice-presidente do INFA e estuda evidencias registradas em vídeo e em fotos, sua principal área de pesquisa é a região do Vale do Paraíba em SP, Consultor da Revista UFO; Analista de evidências físicas da presença de OVNIs.Nome: Ricardo Varela CorreaGrupo: INFA - Instituto Nacional de Investigacao de Fenomenos Aeroespaciais Função: Vice-presidente. Nasc: 04-12-57 Ufologo : 20 anos.
Profissão: Engenheiro Eletronico - cursando doutorado em computacao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Coordenadoria de Ciencias Espaciais e Atmosfericas Setor de Lançamento de Balões.

ROBERTO AFFONSO BECK

14/março/1934
Resende- RJ
Filiação : Affonso Thomaz Beck e Maria Soares Beck
Profissão : Contador/Auditor - Aposentado
Cursos : Administração de Empresas (Nível Técnico )
Contabilidade ( Superior )
Extensão : Auditoria Contábil e Perito em Grafotecnia e Datiloscopia
Outras Informações :

1 - Residência atual :Rua Juiz João Navarro Filho, 157- J.Pessoa- PB -CEP 58037-250
Bairro : Bessa- telefone : 246 3745 - celular : 9982-3737

Residência anterior : Brasília - DF ( 42 anos )

2 - Pesquisa Ufologia desde 1957. Vigílias e Pesquisas de Campo desde outubro de 1 968, é Presidente da Entidade Brasileira de Estudos Extraterrestres(EBE-ET) da qual é membro desde então e membro do Conselho Editorial da Revista UFO e foi Diretor Regional (DF) da MUFON. Dá palestras em Congressos e encontros em diversos locais e entrevistas diversas na mídia sobre a casuística ufológica brasileira e mundial.
É o moderador da Lista UF0-Logos.
RODOLFO HELTAI - In Memoriam
Foto Cortesia Mario Rangel

Mentor e idealizador do presente trabalho
das Biografias dos Ufólogos
Nasceu no dia 21 de setembro de 1946 na cidade de São Paulo.
Faleceu em sua casa em 5 de abril de 2006 aos 59 anos de idade.
Fundou o Grupo Andrômeda no dia 21 de Setembro de 1998, e tem como principal característica apresentar temas pouco abordados. Esta é uma forma de se conseguir exclusividade nos temas por nós apresentados. Não que esta exclusividade seja uma proibição, muito pelo contrário, insistimos para que os ufólogos pesquisem estes temas, pois não somos donos da verdade. Rodolfo Heltai, iniciou na ufologia em 1964 aprendendo com o Prof. Flávio Augusto Pereira, de quem é amigo. Seus maiores incentivadores para que fosse palestrante foram os ufólogos Marcos Rodrigues Silva e Francisco Donizete Varanda, fazendo sua primeira palestra na Cidade de São João da Boa Vista e depois em Guaratinguetá evento organizado por Walter de Oliveira da UFOL. Participou de palestras no MAM com o tema aquilo que Daniken não viu, tratando do tema Ufoarqueologia em Varzelândia. Participou do Congresso Internacional de Ufologia promovido por Rafael Cury do NPU. Principais temas: Discos Voadores do III Reich, A Grande Explosão de Tunguska, Projeto Filadélfia, Crânios de Cristal e Pedra do Ingá e Ufos na Lua? Palestrou em evento promovido pelos Irmãos Facury no auditório da Coca Cola em 2001, e na cidade do Guarujá, promovido por Wallacy Albino, palestrou também na Sala de Leitura de Sorocaba em evento promovido por Marco Leal já em 2002. Participou de programas no canal 21 da Rede Bandeirantes e no canal 45 Brascam de São Caetano do Sul. Participou dos seguintes Programas de rádio: Rádio Mundial no programa de Pedro Raul de Medeiros, na rádio Boa Nova no programa de Luis Ricardo Geddo, e no Quintal da Globo, na Rádio Globo de São Paulo.

ROGÉRIO CINTRA CHOLA

Nasceu em 03.07.64 na cidade de São Paulo – SP. Tem feito pesquisas dos fenômenos ufológicos desde 1978 e também dos paranormais. Possui artigos e palestras publicadas em revistas e sites especializados nos temas relativos a Física Quântica, Exobiologia e UFOlogia. É engenheiro de sistemas, formado em Processamento de Dados e Eletrônica, tendo feito especializações em Física de Partículas e Astrogeofísica. É membro do grupo SPOC - Sociedade de Pesquisas Ovniológicas e Fenômenos Paracientíficos de Campo e fundador do IPECOM – Instituto de Pesquisas Científico-Militares de OVNI´s e Fenômenos PSI é também membro do Conselho Editorial da Revista UFO. No Brasil, está ligado a entidades que pesquisam os fenômenos aeroespaciais anômalos e seus derivados, como NARCAP (National Aviation Reporting Center on Anomalous Phenomena) e NDIS (National Institute for Discovery Science).
Palestrante sobre o tema Exobiosofia na cidade de Curitiba por ocasião do 22º Congresso Brasileiro de Ufologia Científica e a 11ª Conferência Internacional de Ufologia. Realiza palestras e conferências sobre o Fenômeno OVNI e seu impacto psico-social bem como o assunto Dimensões, Física Quântica, Fenômenos PSI e sua ligação com o assunto OVNI. É também criador da lista de discussão de assuntos limites da Ciência chamada “Fronteiras”. Participou como entrevistado do programa Gente da Jovem Pan AM 620, juntamente com Renato Azevedo falando sobre a Atlântida.